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Igarapé do Espirito Santo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Igarapé do Espirito Santo
George Huebner
Centro
circa 1900

Cena Fluvial
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Cena Fluvial
Manaus foi criada no século XVII para demonstrar a presença lusitana e fixar domínio português na região amazônica, que na época já era considerada posição estratégia em território brasileiro. O núcleo urbano, localizado à margem esquerda do Rio Negro, teve início com a construção do Forte da Barra de São José, idealizado pelo capitão de artilharia, Francisco da Mota Falcão, em 1669, data que foi convencionada a usar como o nascimento da cidade. No entanto, com a elevação da Comarca à categoria de Província, em 1850, a Cidade da Barra, passou a se chamar em 04 de setembro de 1856, Cidade de Manaus, tornando-se independente do Estado do Grão-Pará. O nome lembra a tribo indígena dos Manáos, que habitavam a região onde hoje é Manaus antes de serem extintos por conta da civilização portuguesa, e seu significado é “mãe dos deuses”.A partir d e 1870, Manaus viveu o surto da economia gomífera, encerrando-se em 1913, em virtude da perda do mercado mundial para a borracha asiática, fazendo com que a cidade retornasse a um novo período de isolamento até o advento da Zona Franca de Manaus, em 1970.
Marcel Gautherot
Manaus
circa 1950

Mercado
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Mercado
Mercado ribeirinho, em Manaus.
Marcel Gautherot
Manaus
circa 1950

Mercado
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Mercado
Mercado ribeirinho, em Manaus.
Marcel Gautherot
Manaus
circa 1950

Mercado
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Mercado
Mercado ribeirinho, em Manaus.
Marcel Gautherot
Manaus
circa 1966

Palafitas flutuantes
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Palafitas flutuantes
Essas construções são próprias para uma região regida por épocas de seca e cheia. As palafitas são casas muito simples feitas de madeira e erguidas à beira dos rios e igarapés sobre estacas. Já as casas flutuantes são construídas sobre toras de madeiras e adaptadas para boiar. As casas dos ribeirinhos têm coberturas de palha, de influência indígena ou de telhas metálicas. Na maioria delas não há energia elétrica e nem saneamento básico. Em geral, as pessoas dormem em redes. Na beira dos rios da Amazônia, além das casas dos ribeirinhos, também são encontradas palafitas e flutuantes onde funcionam postos de combustíveis, escolas e pequenos mercados que servem às populações locais.
Marcel Gautherot
Manaus
circa 1944

Palafitas flutuantes
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Palafitas flutuantes
Essas construções são próprias para uma região regida por épocas de seca e cheia. As palafitas são casas muito simples feitas de madeira e erguidas à beira dos rios e igarapés sobre estacas. Já as casas flutuantes são construídas sobre toras de madeiras e adaptadas para boiar. As casas dos ribeirinhos têm coberturas de palha, de influência indígena ou de telhas metálicas. Na maioria delas não há energia elétrica e nem saneamento básico. Em geral, as pessoas dormem em redes. Na beira dos rios da Amazônia, além das casas dos ribeirinhos, também são encontradas palafitas e flutuantes onde funcionam postos de combustíveis, escolas e pequenos mercados que servem às populações locais.
Marcel Gautherot
Manaus
circa 1944

Palafitas flutuantes
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Palafitas flutuantes
Essas construções são próprias para uma região regida por épocas de seca e cheia. As palafitas são casas muito simples feitas de madeira e erguidas à beira dos rios e igarapés sobre estacas. Já as casas flutuantes são construídas sobre toras de madeiras e adaptadas para boiar. As casas dos ribeirinhos têm coberturas de palha, de influência indígena ou de telhas metálicas. Na maioria delas não há energia elétrica e nem saneamento básico. Em geral, as pessoas dormem em redes. Na beira dos rios da Amazônia, além das casas dos ribeirinhos, também são encontradas palafitas e flutuantes onde funcionam postos de combustíveis, escolas e pequenos mercados que servem às populações locais.
Marcel Gautherot
Manaus
circa 1944

Palafitas flutuantes
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Palafitas flutuantes
Essas construções são próprias para uma região regida por épocas de seca e cheia. As palafitas são casas muito simples feitas de madeira e erguidas à beira dos rios e igarapés sobre estacas. Já as casas flutuantes são construídas sobre toras de madeiras e adaptadas para boiar. As casas dos ribeirinhos têm coberturas de palha, de influência indígena ou de telhas metálicas. Na maioria delas não há energia elétrica e nem saneamento básico. Em geral, as pessoas dormem em redes. Na beira dos rios da Amazônia, além das casas dos ribeirinhos, também são encontradas palafitas e flutuantes onde funcionam postos de combustíveis, escolas e pequenos mercados que servem às populações locais.
Marcel Gautherot
Manaus
circa 1944