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Belém, barcos
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Belém, barcos
Capital do Pará, Belém foi fundada em 12 de janeiro de 1616. Teve seu período áureo durante o ciclo da borracha, no início do século XX.
Marcel Gautherot
Belém
circa 1966

Ilha de Marajó, látex
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Ilha de Marajó, látex
Marcel Gautherot
Ilha de Marajó
1966

Caça de jacarés na Ilha Mexiana
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Caça de jacarés na Ilha Mexiana
A Ilha Mexiana, na foz do Rio Amazonas, está localizada na costa do município de Chaves, no Pará.
Marcel Gautherot
Ilha Mexiana
circa 1943

Caça de jacarés na Ilha Mexiana
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Caça de jacarés na Ilha Mexiana
A Ilha Mexiana, na foz do Rio Amazonas, está localizada na costa do município de Chaves, no Pará.
Marcel Gautherot
Ilha Mexiana
circa 1943

Garimpo de diamantes na Boca do Tauiri
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Garimpo de diamantes na Boca do Tauiri
O garimpo de diamantes no Rio Tocantins, na região entre Tucuruí e Itupiranga, teve seu auge na década de 1940. Com a redução da produção foi introduzido o perigoso uso de escafandros , para explorar o fundo dos poços em busca de cascalho. A localidade era próxima a Estrada de Ferro Tocantins. A atividade de garimpo era realizada no verão, quando baixam as águas dos rios. No inverno,os habitantes trabalhavam na colheita de castanhas. A relação das comunidades castanheiras e garimpeiras com os povos originários, como os Parakanã e os Asuriní do Tocantins foi, em geral, muito violenta. Gautherot realizou as fotografias possivelmente em 1953, no mesmo período em que o SPI está realizando os primeiros contatos com os Asurini do Tocantins, em busca de um convívio mais pacífico entre brancos e indígenas. Essa aproximação do SPI com os Asurini também foi registrada pelo fotógrafo. Em 1976 a primeira etapa da construção da UHE-Tucuruí deslocou compulsoriamente cerca de 11 mil pessoas que moravam na região, sendo indígenas, agricultores, garimpeiros, moradores de vilas. Para a hidrelétrica foi desativada a Estrada de Ferro Tocantins, que teve seu trajeto alagado pela repressa
Marcel Gautherot
Rio Tocantins
circa 1948

Garimpo de diamantes na Boca do Tauiri
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Garimpo de diamantes na Boca do Tauiri
O garimpo de diamantes no Rio Tocantins, na região entre Tucuruí e Itupiranga, teve seu auge na década de 1940. Com a redução da produção foi introduzido o perigoso uso de escafandros , para explorar o fundo dos poços em busca de cascalho. A localidade era próxima a Estrada de Ferro Tocantins. A atividade de garimpo era realizada no verão, quando baixam as águas dos rios. No inverno,os habitantes trabalhavam na colheita de castanhas. A relação das comunidades castanheiras e garimpeiras com os povos originários, como os Parakanã e os Asuriní do Tocantins foi, em geral, muito violenta. Gautherot realizou as fotografias possivelmente em 1953, no mesmo período em que o SPI está realizando os primeiros contatos com os Asurini do Tocantins, em busca de um convívio mais pacífico entre brancos e indígenas. Essa aproximação do SPI com os Asurini também foi registrada pelo fotógrafo. Em 1976 a primeira etapa da construção da UHE-Tucuruí deslocou compulsoriamente cerca de 11 mil pessoas que moravam na região, sendo indígenas, agricultores, garimpeiros, moradores de vilas. Para a hidrelétrica foi desativada a Estrada de Ferro Tocantins, que teve seu trajeto alagado pela repressa
Marcel Gautherot
Rio Tocantins
circa 1948

Garimpo de diamantes na Boca do Tauiri
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Garimpo de diamantes na Boca do Tauiri
Marcel Gautherot
Rio Tocantins
circa 1948

Garimpo de diamantes na Boca do Tauiri
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010PATA05399.jpg
Garimpo de diamantes na Boca do Tauiri
O garimpo de diamantes no Rio Tocantins, na região entre Tucuruí e Itupiranga, teve seu auge na década de 1940. Com a redução da produção foi introduzido o perigoso uso de escafandros , para explorar o fundo dos poços em busca de cascalho. A localidade era próxima a Estrada de Ferro Tocantins. A atividade de garimpo era realizada no verão, quando baixam as águas dos rios. No inverno,os habitantes trabalhavam na colheita de castanhas. A relação das comunidades castanheiras e garimpeiras com os povos originários, como os Parakanã e os Asuriní do Tocantins foi, em geral, muito violenta. Gautherot realizou as fotografias possivelmente em 1953, no mesmo período em que o SPI está realizando os primeiros contatos com os Asurini do Tocantins, em busca de um convívio mais pacífico entre brancos e indígenas. Essa aproximação do SPI com os Asurini também foi registrada pelo fotógrafo. Em 1976 a primeira etapa da construção da UHE-Tucuruí deslocou compulsoriamente cerca de 11 mil pessoas que moravam na região, sendo indígenas, agricultores, garimpeiros, moradores de vilas. Para a hidrelétrica foi desativada a Estrada de Ferro Tocantins, que teve seu trajeto alagado pela repressa
Marcel Gautherot
Rio Tocantins
circa 1948

Garimpo de diamantes na Boca do Tauiri
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010PATA05400.jpg
Garimpo de diamantes na Boca do Tauiri
O garimpo de diamantes no Rio Tocantins, na região entre Tucuruí e Itupiranga, teve seu auge na década de 1940. Com a redução da produção foi introduzido o perigoso uso de escafandros , para explorar o fundo dos poços em busca de cascalho. A localidade era próxima a Estrada de Ferro Tocantins. A atividade de garimpo era realizada no verão, quando baixam as águas dos rios. No inverno,os habitantes trabalhavam na colheita de castanhas. A relação das comunidades castanheiras e garimpeiras com os povos originários, como os Parakanã e os Asuriní do Tocantins foi, em geral, muito violenta. Gautherot realizou as fotografias possivelmente em 1953, no mesmo período em que o SPI está realizando os primeiros contatos com os Asurini do Tocantins, em busca de um convívio mais pacífico entre brancos e indígenas. Essa aproximação do SPI com os Asurini também foi registrada pelo fotógrafo. Em 1976 a primeira etapa da construção da UHE-Tucuruí deslocou compulsoriamente cerca de 11 mil pessoas que moravam na região, sendo indígenas, agricultores, garimpeiros, moradores de vilas. Para a hidrelétrica foi desativada a Estrada de Ferro Tocantins, que teve seu trajeto alagado pela repressa
Marcel Gautherot
Rio Tocantins
circa 1948