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Igreja de São Francisco de Paula
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Igreja de São Francisco de Paula
Igreja localizada no Largo de São Francisco de Paula, nascido Largo ou Praça da Sé Nova no governo de Gomes Freire de Andrade. O culto a São Francisco de Paula foi introduzido no Brasil em 1754, pelo bispo Frei Antônio do Desterro. Ganhou tantos adeptos que nesse mesmo ano foi feito um pedido a Roma para que fosse fundada no Rio uma Irmandade da Ordem dos Mínimos, o que aconteceu em julho de 1756. Inicialmente a Irmandade ocupou uma capela no Morro da Conceição; em 1758 seus hábitos foram distribuídos e a imagem do padroeiro foi enviada para a Igreja da Santa Cruz dos Militares até que sua própria igreja fosse construída. Inicialmente era uma pequena ermida, mas com o crescente número de fiéis, em 1759 começaram as obras para uma ampla igreja, concluída somente em1865. Segundo Araújo Viana, a igreja figurou entre as mais belas e artisticamente mais ricas do Brasil, em seu estilo jesuítico francês ou rococó. Mestre Valentim foi responsável por alguns dos trabalhos em talha e pelos adornos da capela principal.
Georges Leuzinger
Largo de São Francisco
circa 1866

Vista do Largo de São Francisco de Paula
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Vista do Largo de São Francisco de Paula
Augusto Malta
Centro
circa 1915

Largo São Francisco de Paula; destaque para a estátua de José Bonifácio e para a Igreja de São Francisco de Paula
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo São Francisco de Paula; destaque para a estátua de José Bonifácio e para a Igreja de São Francisco de Paula
Marc Ferrez
Rua Detraz do Teatro, atual Luís de Camões ; Centro
circa 1905

Largo e Igreja de São Francisco de Paula
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo e Igreja de São Francisco de Paula
Georges Leuzinger
Centro
circa 1865

Encontro na capital brasileira sobre a "Questão da Zona de Palmas ou das Missões"
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Encontro na capital brasileira sobre a "Questão da Zona de Palmas ou das Missões"
A "Questão da Zona de Palmas ou das Missões", foi uma contestação territorial entre os governos da Argentina e do Brasil, entre 1890 e 1895, durante o final do século XIX e início da Primeira República. A região em disputa compreende os atuais estados de Santa Catarina e Paraná e foi resolvida através do arbitramento internacional do presidente dos EUA, Grover Cleveland. O Barão do Rio Branco, que chefiou durante dez anos a diplomacia do país, teve papel importante na defesa territorial e fronteiriça que envolveu esta disputa.
Marc Ferrez
Antiga rua Souza Franco, atual rua do Teatro ; Centro
circa 1895

Encontro na capital brasileira sobre a "Questão da Zona de Palmas ou das Missões"
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Encontro na capital brasileira sobre a "Questão da Zona de Palmas ou das Missões"
A "Questão da Zona de Palmas ou das Missões", foi uma contestação territorial entre os governos da Argentina e do Brasil, entre 1890 e 1895, durante o final do século XIX e início da Primeira República. A região em disputa compreende os atuais estados de Santa Catarina e Paraná e foi resolvida através do arbitramento internacional do presidente dos EUA, Grover Cleveland. O Barão do Rio Branco, que chefiou durante dez anos a diplomacia do país, teve papel importante na defesa territorial e fronteiriça que envolveu esta disputa.
Marc Ferrez
Antiga rua Souza Franco, atual rua do Teatro ; Centro
circa 1895

Encontro na capital brasileira sobre a "Questão da Zona de Palmas ou das Missões"
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Encontro na capital brasileira sobre a "Questão da Zona de Palmas ou das Missões"
A "Questão da Zona de Palmas ou das Missões", foi uma contestação territorial entre os governos da Argentina e do Brasil, entre 1890 e 1895, durante o final do século XIX e início da Primeira República. A região em disputa compreende os atuais estados de Santa Catarina e Paraná e foi resolvida através do arbitramento internacional do presidente dos EUA, Grover Cleveland. O Barão do Rio Branco, que chefiou durante dez anos a diplomacia do país, teve papel importante na defesa territorial e fronteiriça que envolveu esta disputa.
Marc Ferrez
Antiga Travessa São Francisco, atual rua Ramalho Ortigão ; Centro
circa 1895

Largo da Sé, atual Largo de São Francisco de Paula
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Largo da Sé, atual Largo de São Francisco de Paula
Largo ou Praça da Sé, atual Largo de São Francisco de Paula. Ganhou esse nome por conta da igreja que lhe é homônima. À esquerda, podemos ver quiosques (pequenas construções de madeira em estilo oriental, que vendiam produtos como cachaça, café, bolos e fumo), muito comuns na cidade na época.
Augusto Malta
Centro
15 de março de 1909

Politécnica de São Francisco de Paula
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Politécnica de São Francisco de Paula
Localizada no Largo de São Francisco de Paula, o prédio foi o primeiro no Brasil erguido especialmente para abrigar uma escola de ensino superior. Foi sede da Escola Politécnica, antiga Escola Central. As origens da Escola confundem-se com as da Academia Real Militar, depois Escola Militar, transferida em 1812 da Casa do Trem para o prédio do Largo de São Francisco. Em 1874, a totalidade do ensino militar passara para a escola da Praia Vermelha, e a antiga Escola Central passou a ser formada somente por civis, e ganhou o nome de Politécnica. Seu primeiro diretor foi o Visconde do Rio Branco. Atualmente é sede do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ.
Augusto Malta
Largo de São Francisco de Paula
circa 1920

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