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Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat visto da Igreja
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRBA005-100.jpg
Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat visto da Igreja
Fortaleza ou forte do Monte Serrat ou Mont-Serrat, atualmente Museu de Armas do Exército. A primeira fortificação no local foi erguida entre 1538 e 1587, e era conhecida como Forte de São Felipe. Em forma de polígono irregular, com torreões circulares nos ângulos recobertos por cúpulas, possuía originalmente uma ponte levadiça entre a rampa e o terrapleno e havia no térreo do corpo da guarda dois quartéis flanqueando a entrada. Desenhado de acordo com a escola italiana de fortificações, a fortaleza era responsável, no século XVI, juntamente com as fortalezas de Santo Antônio do Norte e do Sul, por impedir o desembarque de inimigos no porto e nas praias vizinhas à cidade.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua Santa Rita Durão
1970s

Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat, vista da Igreja
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRBA005-089.jpg
Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat, vista da Igreja
Fortaleza ou forte do Monte Serrat ou Mont-Serrat, atualmente Museu de Armas do Exército. A primeira fortificação no local foi erguida entre 1538 e 1587, e era conhecida como Forte de São Felipe. Em forma de polígono irregular, com torreões circulares nos ângulos recobertos por cúpulas, possuía originalmente uma ponte levadiça entre a rampa e o terrapleno e havia no térreo do corpo da guarda dois quartéis flanqueando a entrada. Desenhado de acordo com a escola italiana de fortificações, a fortaleza era responsável, no século XVI, juntamente com as fortalezas de Santo Antônio do Norte e do Sul, por impedir o desembarque de inimigos no porto e nas praias vizinhas à cidade.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua Santa Rita Durão
1970s

Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat
Salvador foi fundada em 1549 para ser capital do Brasil, permanecendo assim até 1763, quando a sede do Vice - Reino foi transferida para o Rio de Janeiro. Salvador era o principal porto Atlântico das naus que faziam as rotas das especiarias orientais, e o primeiro produto de destaque em sua economia foi a cana, transformada em açúcar nos engenhos do Recôncavo Baiano. Em meados do século XVII seu porto funcionava como a principal porta de entrada de escravos africanos no país. A integração entre as culturas portuguesa e africana, aliás, é uma das características mais marcantes da cidade. Salvador é famoso, entre outras coisas, pela religiosidade latente, que pode ser comprovada pelo grande número de igrejas católicas e terreiros dedicados aos cultos afro-brasileiros. Dizem, inclusive, que a cidade possui uma igreja para cada dia do ano, tamanha a quantidade de templos.
Marcel Gautherot
Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat
circa 1950

Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BASA03475.jpg
Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat
Salvador foi fundada em 1549 para ser capital do Brasil, permanecendo assim até 1763, quando a sede do Vice - Reino foi transferida para o Rio de Janeiro. Salvador era o principal porto Atlântico das naus que faziam as rotas das especiarias orientais, e o primeiro produto de destaque em sua economia foi a cana, transformada em açúcar nos engenhos do Recôncavo Baiano. Em meados do século XVII seu porto funcionava como a principal porta de entrada de escravos africanos no país. A integração entre as culturas portuguesa e africana, aliás, é uma das características mais marcantes da cidade. Salvador é famoso, entre outras coisas, pela religiosidade latente, que pode ser comprovada pelo grande número de igrejas católicas e terreiros dedicados aos cultos afro-brasileiros. Dizem, inclusive, que a cidade possui uma igreja para cada dia do ano, tamanha a quantidade de templos.
Marcel Gautherot
Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat
circa 1950

Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BASA03473.jpg
Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat
Salvador foi fundada em 1549 para ser capital do Brasil, permanecendo assim até 1763, quando a sede do Vice - Reino foi transferida para o Rio de Janeiro. Salvador era o principal porto Atlântico das naus que faziam as rotas das especiarias orientais, e o primeiro produto de destaque em sua economia foi a cana, transformada em açúcar nos engenhos do Recôncavo Baiano. Em meados do século XVII seu porto funcionava como a principal porta de entrada de escravos africanos no país. A integração entre as culturas portuguesa e africana, aliás, é uma das características mais marcantes da cidade. Salvador é famoso, entre outras coisas, pela religiosidade latente, que pode ser comprovada pelo grande número de igrejas católicas e terreiros dedicados aos cultos afro-brasileiros. Dizem, inclusive, que a cidade possui uma igreja para cada dia do ano, tamanha a quantidade de templos.
Marcel Gautherot
Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat
circa 1950

Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BASA03472.jpg
Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat
Salvador foi fundada em 1549 para ser capital do Brasil, permanecendo assim até 1763, quando a sede do Vice - Reino foi transferida para o Rio de Janeiro. Salvador era o principal porto Atlântico das naus que faziam as rotas das especiarias orientais, e o primeiro produto de destaque em sua economia foi a cana, transformada em açúcar nos engenhos do Recôncavo Baiano. Em meados do século XVII seu porto funcionava como a principal porta de entrada de escravos africanos no país. A integração entre as culturas portuguesa e africana, aliás, é uma das características mais marcantes da cidade. Salvador é famoso, entre outras coisas, pela religiosidade latente, que pode ser comprovada pelo grande número de igrejas católicas e terreiros dedicados aos cultos afro-brasileiros. Dizem, inclusive, que a cidade possui uma igreja para cada dia do ano, tamanha a quantidade de templos.
Marcel Gautherot
Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat
circa 1950

Procissão de Nosso Senhor dos Navegantes, Forte de Mont Serrat
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Procissão de Nosso Senhor dos Navegantes, Forte de Mont Serrat
Tradicional celebração popular, a Procissão de Nosso Senhor dos Navegantes tem origem portuguesa, datando de 1750. O evento inclui duas procissões marítimas: a primeira, no dia 31 de dezembro, faz o percurso Largo da Boa Viagem/Basílica da Conceição da Praia; a segunda, no dia 1º de janeiro – uma das mais populares da cidade – conta com centenas de embarcações acompanhando a Galeota Gratidão do Povo, que conduz a imagem de Nosso Senhor dos Navegantes pelas águas da Baía de Todos-os-Santos, desde o cais do Segundo Distrito Naval até a praia da Boa Viagem. O evento é precedido por tríduo, missa solene e festa de largo, que se transforma em um verdadeiro Réveillon popular na noite de 31 de dezembro e 1º de janeiro.
Marcel Gautherot
Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat
circa 1958

Procissão de Nosso Senhor dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BANP13722.jpg
Procissão de Nosso Senhor dos Navegantes
Tradicional celebração popular, a Procissão de Nosso Senhor dos Navegantes tem origem portuguesa, datando de 1750. O evento inclui duas procissões marítimas: a primeira, no dia 31 de dezembro, faz o percurso Largo da Boa Viagem/Basílica da Conceição da Praia; a segunda, no dia 1º de janeiro – uma das mais populares da cidade – conta com centenas de embarcações acompanhando a Galeota Gratidão do Povo, que conduz a imagem de Nosso Senhor dos Navegantes pelas águas da Baía de Todos-os-Santos, desde o cais do Segundo Distrito Naval até a praia da Boa Viagem. O evento é precedido por tríduo, missa solene e festa de largo, que se transforma em um verdadeiro Réveillon popular na noite de 31 de dezembro e 1º de janeiro.
Marcel Gautherot
Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat
circa 1956

Procissão de Nosso Senhor dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BANP13721.jpg
Procissão de Nosso Senhor dos Navegantes
Tradicional celebração popular, a Procissão de Nosso Senhor dos Navegantes tem origem portuguesa, datando de 1750. O evento inclui duas procissões marítimas: a primeira, no dia 31 de dezembro, faz o percurso Largo da Boa Viagem/Basílica da Conceição da Praia; a segunda, no dia 1º de janeiro – uma das mais populares da cidade – conta com centenas de embarcações acompanhando a Galeota Gratidão do Povo, que conduz a imagem de Nosso Senhor dos Navegantes pelas águas da Baía de Todos-os-Santos, desde o cais do Segundo Distrito Naval até a praia da Boa Viagem. O evento é precedido por tríduo, missa solene e festa de largo, que se transforma em um verdadeiro Réveillon popular na noite de 31 de dezembro e 1º de janeiro.
Marcel Gautherot
Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat
circa 1956