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Ponte do Zamba
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ponte do Zamba
Ponte do Zamba sobre o rio Piabanha, na estrada União e Indústria. Fotografia tirada em 1861 quando da inauguração da estrada, que serviria para executar uma gravura idêntica que aparece no livro "Doze horas em diligência - Guia do viajante de Petrópolis a Juiz de Fora" de autoria de Klumb.
Revert Henrique Klumb
Entre os municípios de Juiz de Fora e Matias Barbosa, sobre o Rio Paraibuna
1861

Habitações de Tapuias
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Habitações de Tapuias
Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Manáos", a seguinte descrição: maison de "Tapuyas" [casa dos "Tapuyas"]", na prancha de nº 78.
Albert Frisch
Rio Negro
circa 1867

Canoa no rio Japurá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Canoa no rio Japurá
Canoa ocupada por indígenas navegando pelo rio Japurá, que nasce em altitudes elevadas ao sul da atual região da Colômbia e banha o estado do Amazonas. Foi um dos primeiros rios amazonenses a ser penetrado. A embarcação vinha de Nova Granada carregada de produtos em viagem por 12 meses, dirigindo-se a Coari para ali vender seus produtos e voltar em seguida pelo Içá.
Albert Frisch
Rio Japurá
circa 1867

Igarapé de São Vicente
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igarapé de São Vicente
Igarapés são pequenos cursos de água que penetram por florestas. O Igarapé de São Vicente desaguava no Rio Negro e estava localizado nas cercanias de Manaus.
Albert Frisch
Rio Negro
1868

Margem do Rio Cotinguiba
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Margem do Rio Cotinguiba
Margem do Cotinguiba, o principal afluente do rio Sergipe, na cidade de Aracaju. Uma das primeiras cidades planejadas do Brasil, Aracaju foi elevada à capital da Província de Sergipe em 1855. A partir daí, a cidade, que estava instalada no alto da Colina de Santo Antônio, se expande para as margens do rio Sergipe. A cidade abrigou também um importante porto para escoamento da produção de açúcar do Vale do Cotinguiba.
Abilio Coutinho
Rio Cotinguiba
circa 1869

Rio Quitandinha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rio Quitandinha
O rio Quitandinha em frente à confluência com a rua Princesa Dona Januária. Podemos ver pedreiros consertando as margens do rio, provavelmente depois de um pequeno deslizamento de terra. Ao fundo, casario comercial da região.
Revert Henrique Klumb
Rio Quitandinha
circa 1870

Rio Quitandinha/ Córrego Seco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rio Quitandinha/ Córrego Seco
O encontro do rio Quitandinha com o Córrego Seco e o coreto da Praça da Confluência, olhando-se para o lado esquerdo da rua do Imperador, na direção da rua João Pessoa. À esquerda, jardins do Palácio do Imperador e, à direita, a rua do mesmo nome.
Revert Henrique Klumb
Rua do Imperador
1870

Jardins e lago na bacia do rio Quitandinha
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Jardins e lago na bacia do rio Quitandinha
Jardins e lago na Bacia do Rio Quitandinha, vistos de um outro ângulo, nas proximidades da casa da Princesa Isabel em Petrópolis. A casa serviu como residência oficial da princesa até a proclamação da República e foi lá que nasceram seus dois primeiros filhos.
Revert Henrique Klumb
Petrópolis
circa 1865

Rio Quitandinha, Corrêgo Seco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rio Quitandinha, Corrêgo Seco
No referido livro de Pedro Vasquez consta ser o rio Quitandinha desaguando no Piabanha.
Revert Henrique Klumb
Rua do Imperador
circa 1874