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Vista de Manaus
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0008.jpg
Vista de Manaus
A história de Manaus está ligada à Fortaleza de São José do Rio Negro, erguida na segunda metade do século XVII com o objetivo de assegurar o domínio português na região e impedir a descida de invasores holandeses aquartelados no Suriname (ex-Guiana Holandesa). Com o forte, foi se constituindo um povoado ao seu redor, que foi denominado São José da Barra do Rio Negro. O povoado foi elevado à categoria de vila em 1832, quando da criação da Comarca do Alto Amazonas, recebendo o nome de Nossa Senhora da Conceição da Barra do Rio Negro. Em 1848 a vila foi elevada à cidade, mantendo ainda o mesmo nome. Com a transformação do Amazonas em Província, em 1850, a Cidade da Barra tornou-se sua capital e começou a mudar de feições, com a chegada do "progresso" (personificado, entre outros, pela abertura dos rios à navegação e a chegada de navios a vapor, medidas que diminuiriam o isolamento da região em relação ao resto do país). Em 1856 a cidade passou a chamar-se Manaus por iniciativa do deputado José Ignácio Ribeiro do Carmo, que propunha homenagear os Manaó, o mais importante grupo étnico da região. Manaus passou por um período de grande crescimento e desenvolvimento entre 1890 e 1910, na chamada fase áurea da borracha, em que os altos lucros do comércio do látex proporcionaram todos os requintes de uma cidade moderna: implantação de bondes, telefonia, eletricidade, porto flutuante, fontes e monumentos, ruas largas e arborizadas, belos teatros, hotéis e etc.
Albert Frisch
AM
1868

Estação de desembarque de Gudajoz
Archive/Collection: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0006.jpg
Estação de desembarque de Gudajoz
Albert Frisch
Brasil
1868

Dique da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Dique da Ilha das Cobras
Antes da Independência os navios brasileiros eram encalhados nas coroas da Guanabara para reparos ou levados para o Maranhão, cuja diferença de marés facilitava esse tipo de operação. O dique da Ilha das Cobras começou a ser construído em 1824, numa iniciativa do Marquês do Paraná. Sua construção só terminou em 1861 por conta de atrasos nos trabalhos, já que o inglês Henry Law, para quem havia sido encomendada a tarefa, desistiu da obra, alegando dificuldades para sua execução. O local escolhido foi a parte noroeste da ilha, em frente ao Arsenal (este no continente), e recebeu o nome de Dique Imperial.
Georges Leuzinger
Ilha das Cobras
circa 1866

Residências
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Residências
Residências em Petrópolis, cidade na região serrana do Rio de Janeiro.
Revert Henrique Klumb
Petrópolis
circa 1865

Raiz da Serra. Subida do primeiro plano inclinado
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Raiz da Serra. Subida do primeiro plano inclinado
Militão registra os trechos da estrada de ferro Santos - Jundiaí, que em São Paulo era conhecida como "a inglesa". Em 1864 já estava concluído o percurso de Santos até o primeiro plano inclinado, na Serra do Mar. A ferrovia inteira, porém, foi apenas inaugurada em 1867.
Militão Augusto de Azevedo
Estrada de Ferro Santos - Jundiaí
circa 1864

Grande Viaduto da Grota Funda
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Grande Viaduto da Grota Funda
Parte da estrada Santos - Jundiaí, o viaduto da Grota Funda é considerado um dos maiores feitos da engenharia no Brasil novecentista. Localizado no trecho entre São Paulo e Santos, o viaduto tinha 214 metros de comprimento, e altura máxima de 49 metros.Todo o material foi trazido por carros de boi em plena mata virgem. A estrada Santos - Jundiaí visava escoar a produção paulistana de café para o porto de Santos, e era reclamada desde 1855. Apenas em 1867 sua extensão de 139km foi inaugurada.
Militão Augusto de Azevedo
São Paulo
circa 1864

Grande viaduto da Grota Funda
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007A5P4F06-048.jpg
Grande viaduto da Grota Funda
Parte da estrada Santos - Jundiaí, o viaduto da Grota Funda é considerado um dos maiores feitos da engenharia no Brasil novecentista. Localizado no trecho entre São Paulo e Santos, o viaduto tinha 214 metros de comprimento, e altura máxima de 49 metros.Todo o material foi trazido por carros de boi em plena mata virgem. A estrada Santos - Jundiaí visava escoar a produção paulistana de café para o porto de Santos, e era reclamada desde 1855. Apenas em 1867 sua extensão de 139km foi inaugurada.
Militão Augusto de Azevedo
Viaduto Grota Funda
circa 1864

Construção da Estrada de Ferro Santos - Jundiaí
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Construção da Estrada de Ferro Santos - Jundiaí
Projeto de engenharia audacioso, a estrada de ferro Santos - Jundiaí foi inaugurada em 1867.
Militão Augusto de Azevedo
São Paulo
circa 1864

Construção da Estrada de Ferro Santos - Jundiaí
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007A5P4F06-046.jpg
Construção da Estrada de Ferro Santos - Jundiaí
Projeto de engenharia audacioso, a estrada de ferro Santos - Jundiaí foi inaugurada em 1867.
Militão Augusto de Azevedo
Subida da serra entre São Paulo e Santos
circa 1864

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