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Pôr-do-sol no rio Amazonas
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0003.jpg
Pôr-do-sol no rio Amazonas
Autoria não identificada
AM
circa 1875

Rua no Pará
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm25-0002.jpg
Rua no Pará
É provável que a fotografia seja de Filippo Fidanza. A capital do Pará foi fundada em 12 de janeiro de 1616 pelo explorador português Francisco Caldeira Castello Branco, que desembarcou na região da Cidade Velha (hoje um dos bairros da cidade) comandando uma missão religiosa e militar. O objetivo da expedição era conquistar a foz do rio Amazonas. Belém era considerada um importante marco estratégico para a coroa portuguesa.
Autoria não identificada
Belém
circa 1875

Rua no Pará
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm25-0005.jpg
Rua no Pará
A capital do Pará foi fundada em 12 de janeiro de 1616 pelo explorador português Francisco Caldeira Castello Branco, que desembarcou na região da Cidade Velha (hoje um dos bairro da cidade) comandando uma missão religiosa e militar. O objetivo da expedição era conquistar a foz do rio Amazonas. Belém era considerada um importante marco estratégico para a coroa portuguesa.
Autoria não identificada
Belém
circa 1875

Cametá, às margens do rio Tocantins
Archive/Collection: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm25-0006.jpg
Cametá, às margens do rio Tocantins
Cametá, localizada na margem esquerda do rio Tocantins, tem sua origem por volta de 1620, quando o povoado que daria início à cidade foi fundado pelo frade capuchinho Cristóvão de São José. O frade dedicava-se à catequese da etnia Camutá, povo habitante da região, e segundo historiadores, seu trabalho de evangelização provocou a transferência dos índigenas para o lugar onde havia sido erguida uma ermida. A partir daí, o povoado atingiu uma maior dinâmica, social e econômica, configurando um núcleo que ficou conhecido como Camutá-tapera. Em 1713 Cametá foi reconhecida como Vila, e elevada à cidade em 1848.
Autoria não identificada
Cametá
circa 1875

Ponte Curimá, em Cametá
Archive/Collection: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm25-0007.jpg
Ponte Curimá, em Cametá
Cametá, localizada na margem esquerda do rio Tocantins, tem sua origem por volta de 1620, quando o povoado que daria início à cidade foi fundado pelo frade capuchinho Cristóvão de São José. O frade dedicava-se à catequese da etnia Camutá, povo habitante da região, e segundo historiadores, seu trabalho de evangelização provocou a transferência dos índigenas para o lugar onde havia sido erguida uma ermida. A partir daí, o povoado atingiu uma maior dinâmica, social e econômica, configurando um núcleo que ficou conhecido como Camutá-tapera. Em 1713 Cametá foi reconhecida como Vila, e elevada à cidade em 1848.
Autoria não identificada
Cametá
circa 1875

Igaçaba da ilha Pacoval, no lago Arari
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm3-0003.jpg
Igaçaba da ilha Pacoval, no lago Arari
O lago Arari, entre os municípios de Cachoeira e Santa Cruz do Arari, possui grande importância turística por preservar inúmeras variedades de pássaros. É o maior e mais importante lago da região. O lago Arari e suas proximidades formam a reserva de fauna do Marajó.
Autoria não identificada
Marajó
1868

Vila de Propriá, às margens do rio São Francisco
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm39-0003.jpg
Vila de Propriá, às margens do rio São Francisco
É provável que a imagem seja de autoria de Marc Ferrez. Propriá foi fundada no início do século XVII por jesuítas em decorrência de uma missão de catequese dos povos indígenas do local. A região era conhecida na época como “Urubu de Baixo” e pertencia a Cristóvão de Barros, conquistador de Sergipe. Em 18 de outubro de 1718 Urubu de Baixo foi elevado à categoria de Sede de Freguesia de Santo Antônio de Urubu de Baixo, e em 7 de fevereiro de 1802 foi elevado à categoria de vila, passando a se chamar de Vila de Propriá. Em 21 de fevereiro de 1866, Propriá recebe a categoria de cidade.
Autoria não identificada
Propriá
circa 1875

Panorama de Recife
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm40-0001.jpg
Panorama de Recife
Esta imagem Integra a Coleção Alphons Stübel. É provável que seja de autoria de Augusto Stahl. O núcleo primitivo urbano de Recife nasceu com o porto e era constituído originalmente por um conjunto de estreitas ilhas e camboas, resultantes das ações de depósito trazidos pelos rios, correntes marítimas, e do aterro de manguezais. A ocupação era restrita a uma pequena povoação de marinheiros, carregadores e pescadores, e a Vila já estava constituída em 1537. Quando da chegada dos holandeses, no século XVII, Recife era subordinada a Olinda, cidade que abrigava a aristocracia açucareira. Os holandeses estabeleceram-se nas terras baixas de Recife, contribuindo para a ocupação soldados, colonos, habitantes de Olinda (que fora incendiada) e imigrantes judeus. A urbanização da parte central da cidade foi feita a partir de 3 eixos, e foram construídos ainda fortes e redutos para impedir os ataques dos invasores. Com os holandeses, a cidade foi se constituindo como importante centro comercial.
Autoria não identificada
Recife
circa 1875

Vista de Recife
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm40-0005.jpg
Vista de Recife
O núcleo primitivo urbano de Recife nasceu com o porto e era constituído originalmente por um conjunto de estreitas ilhas e camboas, resultantes das ações de depósito trazidos pelos rios, correntes marítimas, e do aterro de manguezais. A ocupação era restrita a uma pequena povoação de marinheiros, carregadores e pescadores. A partir de 1537 a vila é constituída. Quando da chegada dos holandeses, no século XVII, Recife era subordinada a Olinda, cidade que abrigava a aristocracia açucareira. Os holandeses estabeleceram-se nas terras baixas de Recife, contribuindo para a ocupação soldados, colonos, habitantes de Olinda (que fora incendiada) e imigrantes judeus. A urbanização da parte central da cidade foi feita a partir de 3 eixos, e foram construídos fortes e redutos para impedir os ataques dos invasores. Com os holandeses, a cidade foi se constituindo como importante centro comercial.
Autoria não identificada
Recife
circa 1875