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Povoação de Tonantins
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm22-0040.jpg
Povoação de Tonantins
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. O fotógrafo Albert Frisch acompanhou a expedição do engenheiro alemão Franz Keller-Leuzinger, genro de Georges Leuzinger, à Amazônia no final da década de 1860. Keller-Leuzinger trabalhava na exploração e medição de rios brasileiros, e nesta empreitada contaria com o registro de Frisch, cujas fotos foram editadas posteriormente em um álbum pelo ateliê fotográfico de Leuzinger. Frisch, no entanto, acompanhou o engenheiro somente até Manaus, seguindo pelo rio Solimões (que, na época, era conhecido como Alto Amazonas) em um vapor até Iquitos, no Peru, para realizar seu projeto fotográfico. Na volta, o fotógrafo veio acompanhado por remadores em um barco (retratado em primeiro plano) que transformou-se em seu lar e laboratório durante os meses que duraram sua expedição.
Albert Frisch
AM
1868

Tocantins - Vapor "Bravo"
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm22-0041.jpg
Tocantins - Vapor "Bravo"
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. "Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Le Lac de Tonantins - avec le vapeur Bravo [O lago de Tonantins - com o vapor bravo]", na prancha de nº 15.
Albert Frisch
AM
1868

Pôr-do-sol no rio Amazonas
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0003.jpg
Pôr-do-sol no rio Amazonas
Autoria não identificada
AM
circa 1875

A cidade de Manaus vista das margens do rio Negro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0010.jpg
A cidade de Manaus vista das margens do rio Negro
A história de Manaus está ligada à Fortaleza de São José do Rio Negro, erguida na segunda metade do século XVII com o objetivo de assegurar o domínio português na região e impedir a descida de invasores holandeses aquartelados no Suriname (ex-Guiana Holandesa). Com o forte, foi se constituindo um povoado ao seu redor, que foi denominado São José da Barra do Rio Negro. O povoado foi elevado à categoria de vila em 1832, quando da criação da Comarca do Alto Amazonas, recebendo o nome de Nossa Senhora da Conceição da Barra do Rio Negro. Em 1848 a vila foi elevada à cidade, mantendo ainda o mesmo nome. Com a transformação do Amazonas em Província, em 1850, a Cidade da Barra tornou-se sua capital e começou a mudar de feições, com a chegada do "progresso" (personificado, entre outros, pela abertura dos rios à navegação e a chegada de navios a vapor, medidas que diminuiriam o isolamento da região em relação ao resto do país). Em 1856 a cidade passou a chamar-se Manaus por iniciativa do deputado José Ignácio Ribeiro do Carmo, que propunha homenagear os Manaó, o mais importante grupo étnico da região. Manaus passou por um período de grande crescimento e desenvolvimento entre 1890 e 1910, na chamada fase áurea da borracha, em que os altos lucros do comércio do látex proporcionaram todos os requintes de uma cidade moderna: implantação de bondes, telefonia, eletricidade, porto flutuante, fontes e monumentos, ruas largas e arborizadas, belos teatros, hotéis e etc.
Albert Frisch
Manaus
circa 1865

Vista urbana da cidade de Manaus
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0011.jpg
Vista urbana da cidade de Manaus
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. A história de Manaus está ligada à Fortaleza de São José do Rio Negro, erguida na segunda metade do século XVII com o objetivo de assegurar o domínio português na região e impedir a descida de invasores holandeses aquartelados no Suriname (ex-Guiana Holandesa). Com o forte, foi se constituindo um povoado ao seu redor, que foi denominado São José da Barra do Rio Negro. O povoado foi elevado à categoria de vila em 1832, quando da criação da Comarca do Alto Amazonas, recebendo o nome de Nossa Senhora da Conceição da Barra do Rio Negro. Em 1848 a vila foi elevada à cidade, mantendo ainda o mesmo nome. Com a transformação do Amazonas em Província, em 1850, a Cidade da Barra tornou-se sua capital e começou a mudar de feições, com a chegada do "progresso" (personificado, entre outros, pela abertura dos rios à navegação e a chegada de navios a vapor, medidas que diminuiriam o isolamento da região em relação ao resto do país). Em 1856 a cidade passou a chamar-se Manaus por iniciativa do deputado José Ignácio Ribeiro do Carmo, que propunha homenagear os índios Manaós, o mais importante grupo étnico da região. Manaus passou por um período de grande crescimento e desenvolvimento entre 1890 e 1910, na chamada fase áurea da borracha, em que os altos lucros do comércio do látex proporcionaram todos os requintes de uma cidade moderna: implantação de bondes, telefonia, eletricidade, porto flutuante, fontes e monumentos, ruas largas e arborizadas, belos teatros, hotéis e etc.
Albert Frisch
AM
1868

Vista ribeirinha na cidade de Manaus
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0013.jpg
Vista ribeirinha na cidade de Manaus
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX.Esta imagem integra a Coleção Alphons Stübel. A história de Manaus está ligada à Fortaleza de São José do Rio Negro, erguida na segunda metade do século XVII com o objetivo de assegurar o domínio português na região e impedir a descida de invasores holandeses aquartelados no Suriname (ex-Guiana Holandesa). Com o forte, foi se constituindo um povoado ao seu redor, que foi denominado São José da Barra do Rio Negro. O povoado foi elevado à categoria de vila em 1832, quando da criação da Comarca do Alto Amazonas, recebendo o nome de Nossa Senhora da Conceição da Barra do Rio Negro. Em 1848 a vila foi elevada à cidade, mantendo ainda o mesmo nome. Com a transformação do Amazonas em Província, em 1850, a Cidade da Barra tornou-se sua capital e começou a mudar de feições, com a chegada do "progresso" (personificado, entre outros, pela abertura dos rios à navegação e a chegada de navios a vapor, medidas que diminuiriam o isolamento da região em relação ao resto do país). Em 1856 a cidade passou a chamar-se Manaus por iniciativa do deputado José Ignácio Ribeiro do Carmo, que propunha homenagear os índios Manaós, o mais importante grupo étnico da região. Manaus passou por um período de grande crescimento e desenvolvimento entre 1890 e 1910, na chamada fase áurea da borracha, em que os altos lucros do comércio do látex proporcionaram todos os requintes de uma cidade moderna: implantação de bondes, telefonia, eletricidade, porto flutuante, fontes e monumentos, ruas largas e arborizadas, belos teatros, hotéis e etc.
Albert Frisch
AM
1868

Cametá, às margens do rio Tocantins
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm25-0006.jpg
Cametá, às margens do rio Tocantins
Cametá, localizada na margem esquerda do rio Tocantins, tem sua origem por volta de 1620, quando o povoado que daria início à cidade foi fundado pelo frade capuchinho Cristóvão de São José. O frade dedicava-se à catequese da etnia Camutá, povo habitante da região, e segundo historiadores, seu trabalho de evangelização provocou a transferência dos índigenas para o lugar onde havia sido erguida uma ermida. A partir daí, o povoado atingiu uma maior dinâmica, social e econômica, configurando um núcleo que ficou conhecido como Camutá-tapera. Em 1713 Cametá foi reconhecida como Vila, e elevada à cidade em 1848.
Autoria não identificada
Cametá
circa 1875

Arquipélago de Fernando de Noronha
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm33-0008.jpg
Arquipélago de Fernando de Noronha
Hermann Meyer
Fernando de Noronha
1895

Cachoeira de Paulo Afonso
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm39-0001.jpg
Cachoeira de Paulo Afonso
A cachoeira de Paulo Afonso é formada por quedas d'água do rio São Francisco que se espalham pelas rochas de granito, formando plataformas parecidas com degraus. Depois que foram construídas usinas, as águas da cachoeira foram represadas e reduzidas a um pequeno volume.
Marc Ferrez
Rio São Francisco
circa 1875

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