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Ana Cristina Cesar (1952-83): La mejor de los poetas del mimeógrafo del Brasil;Eu desisto não insisto...;O dia do papai;Intelectual, mas pop;Uma ativa militante da cultura;-;Janelas, retalhos e palimpsestos;A teus pés;-;R-65: Aqui está o número 2...;A poesia em novo formato;A tradução iluminada;-;[Elena Milan: Born in];A teus pés;A autonomia do processo estético;Tudo começou quando...;Nas asas de Ana C.;Folha lança antologia de poemas traduzidos;À beira da ficção;Novas seletas: Ana Cristina Cesar;[Presépio];From Ana;Boletim informativo;A imaginação feminina no poder;-;-;-;-;Relação de fotos de Ana Cristina Cesar;-;Artes e ofícios da poesia;Mostra Ana Cristina Cesar;Rosencrantz and Guildenstern are dead;Jornal da Juventude Infantil: Vaqueiro durão...;O Mundo: Denys foge!...;Play it again, Sam;Álbum de retalhos;Comunidade: A mocidade da Igreja de Ipanema...;Conto de Natal/Recuperação da adolescência/Épico;Provocações de uma poeta;Ana Cristina Cesar y el destinatario invisible;Mansfield por Ana Cristina;A Ana Cristina Cesar;A poesia de Marcia Rubin;Cacaso, o poeta silencioso;Maria Helena Khuner está adaptando...;Poesia de Ana C. no palco;Teatransformação;Literatura brasileira antes e depois do achamento;Ana Cristina Cesar: la poésie-éclair;Memória;A angústia e o suícidio também marcaram a vida de Ana Cristina Cesar;Pai;Duas ou três coisas que eu sei dela
Archive/Collection: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Literatura brasileira antes e depois do achamento
Resenha
Manuel da Costa Pinto
São Paulo
Século XX

O braço direito: dossiê (As maçãs...);-;A tarde me envolve;-;-;A capitulação de Capitu;-;-;-;-;Bibliografia e indicação crítica;-;-;Advogado afirma que sósia de Honecker é o réu do processo;Língua legal;-;-;-;O braço direito: dossiê (10,2: O coração do sábio...);-;Nava e a barba. Os pelos e s/sentido...;-;A culpa foi só minha;-;-;Já vim penteado da Bahia...;-;-;-;-;A esphynge do paranympho;-;Discourse l'Ambassade de la France;-;-;-;[Discurso sobre Camilo Castelo Branco];-;-;-;-;-;Ai dos mineiros...;-;-;A ilustre companhia, na ABL;-;-;Amnésia;Abertura de boca fechada;-;-;Ao povo de Curitiba;Qual é o signo do Brasil?;Sabem por que Adão e Eva...;-;-;-;-;Motorist [inglês], apud...;-;-;-;-;O narrador do B. da A...;-;-;-;-;-;-;As Pompas do Mundo;-;-;Notas;-;-;-;Capote: perder no capote...;-;-;A sina sinistra dos canhotos;-;24 de setembro;-;-;-;-;Molho de peixes...;-;Estive pensando em todos...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A poeira da glória;Gato gato gato;Rei de Brodósqui;Notas para O baile de aleluia;A novela substitui o antigo...;Itinerário de Cabo Frio;Os princípios e o fim;O retrato na gaveta;Padre Antonio Ribeiro Pinto...;O braço direito: dossiê (Sem sangue, não há testemunho...);Velhas imagens, velhos ventos ...;Rubem Braga e Borges em B.A./Um país fantasmagórico...;O livro procura o leitor...;A festa é sua, a festa é nossa;À margem do herói fracassado;A política e o tédio;A vida com paixão de Pompeu de Sousa;Academia: hoje, o novo imortal;Alceu de Amoroso Lima morre do coração aos 90 anos;As andorinhas de Nossa Senhora;Atenção: curva perigosa;A boca do inferno;O conto português: hoje
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Carta
Pedido para elaboração de texto sobre as dificuldades da criação literária. Referência a projetos literários, separação de Fernando Sabino e Helena Valadares Sabino e texto de Carlos Lacerda
Carlos Castello Branco
Rio de Janeiro
9 de agosto de 1957

-;-;-;-;Berço da rosa;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Arqueólogos acham estátua de bezerro que foi adorada;-;-;A grande posse dos pobres;-;O caminho para o soneto;-;O braço direito: dossiê (Sinite parvulos venire ad me...);-;Machado de Assis: razão e desrazão;-;O braço direito: dossiê (Sacas de mantimentos...);-;-;-;-;-;-;-;A morte do romancista Guimarães Rosa;-;-;-;Assim morreu Manoel Moçambique;-;Quem será?;-;-;Pressentimento;-;Ela tinha o ar aflito...;Porque ela se chamava Abigail e dormia ainda...;-;-;-;[Dr. Memphis];-;-;-;-;-;-;-;A boca do inferno de Otto Lara Resende;-;Bem-vindo, Jack;-;-;-;-;-;Bochechas de navio e interrogatório;-;Volta ao Diário de Notícias;-;-;-;-;-;Vem. Caminha nesta paz tão sombria...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Ainda o tratamento;-;-;Brasil tem catástrofe?;-;-;-;-;-;Lê-se sozinho/como se nasce...;-;-;-;-;-;-;-;-;Alzirinha Vargas, filha e conselheira;-;-;-;-;Algumas reminiscências e um testemunho;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Rumor do Brasil;De João a João;Perna, um brasileiro;O único santo [A sombra do mestre];Jackson de Figueiredo;[Quando morre Gonçalves Dias...];Armando [português]...;Por que os cães nos US e na Europa...;As Minas Gerais e os primórdios...;O braço direito: dossiê (BD: O perigo amarelo...);Há um momento em que...;Coice de cavalo no lombo...;O que o tornava mais interessante...;Facadista desapareceu de cena...;Riquixá na Índia.../Cobra...;Avatar/xamã/sociedade bucólica...;Vovó morreu às 11:30h...;Amigos, a inauguração da última frase do Otto Lara Resende;A barba de Otto Lara Resende;A conquista: os italianos;A estreia de Fernando Tavares Sabino;A máfia do boato;A paz de Santa Maria de Maricá;ABL não elege candidato e Otto teme novo método;Antônio de Lara Resende - O jeito mineiro de contar a vida;As letras de Otto;Fragmentos marinhos;Olhar impoluto, pose de barão...;Um dois/Provençal;Considerações do olho lúbrico de Peter Lorre;A metrópole e o rapaz melancólico
Archive/Collection: Otto Lara Resende (OLR)
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Carta
Notícias sobre a vida pessoal. Comentário sobre Otto Lara Resende ser assunto frequente em crônicas para a revista Manchete. Comentário sobre contratações de João Jaboti para o jornal Diário de Notícias
Fernando Sabino
Rio de Janeiro
22 de outubro de 1957

Luiz Carlos Prestes e Graciliano Ramos
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Luiz Carlos Prestes e Graciliano Ramos
Luís Carlos Prestes nasceu em Porto Alegre em 3 de janeiro de 1898. Considerado um dos símbolos do socialismo no país, começou a se projetar em 1921, quando ingressou no movimento tenentista. Foi movido pelo patriotismo, pela preocupação com o país e a situação do povo. O movimento foi derrotado em 1924, e logo um grupo de combatentes vai para o interior sob o comando de Miguel Costa. No ano seguinte o grupo reuniu-se à coluna de Prestes, que havia partido do Rio Grande do Sul. Estava formada assim a Coluna Prestes, que chegou a reunir 1.500 homens percorrendo o interior do país promovendo comícios e divulgando manifestos contra o regime oligárquico da República Velha e contra o autoritarismo do governo de Washington Luís. A marcha, embora tivesse destacado Prestes no cenário político nacional, o fez perceber que os objetivos do tenentismo não acabariam com a precária situação do povo brasileiro. Findo o movimento, Prestes partiu para o exílio e, em seus estudos, aderiu ao marxismo e ao comunismo. Em 1934 ingressou no Partido Comunista Brasileiro, quando ainda se encontrava em Moscou. Foi durante sua estada União Soviética que conheceu a primeira mulher, a militante alemã Olga Benário. Em 1935, já de volta ao Brasil, é deflagrada a Intentona Comunista, rebelião da Aliança Nacional Libertadora rapidamente sufocada. No ano seguinte Prestes foi preso e Olga deportada para a Alemanha, entregue para a polícia nazista. Em 1945, beneficiado pela anistia, Prestes foi solto, e no ano seguinte participou da Constituinte como senador. Foi cassado quando o PCB foi colocado na ilegalidade e, com a prisão preventiva decretada, foi obrigado a retornar à clandestinidade. Sua prisão preventiva foi revogada em 1958, mas, com o golpe militar de 1964, voltou a ser perseguido. Em 1971, com o cenário político brasileiro tomado pela Ditadura Militar, exilou-se com a família em Moscou. Deixou o Partido Comunista em 1980, já de volta ao Brasil. Prestes faleceu no Rio de Janeiro em 1990, aos 92 anos. O companheiro de Prestes na foto é o escritor Graciliano Ramos, que também compartilhava de seus ideais comunistas. Ramos nasceu em 27 de outubro de 1892 na cidade de Quebrangulo, sertão de Alagoas. Começou a carreira escrevendo em jornais, muitas vezes sob pseudônimo, e em 1914 mudou-se para o Rio de Janeiro. Voltou a Palmeira dos Índios em 1915, cidade alagoana para onde se mudara em 1910. Em 1927 foi eleito prefeito da cidade, e foi no primeiro relatório enviado ao governador que sua verve de escritor foi revelada. Renunciou ao cargo em 1932 e, já em Maceió, foi nomeado diretor da Imprensa Oficial. Seu primeiro, lançado em 1933, foi "Caetés", seguido por "São Bernardo" no ano seguinte. Em 1936, acusado de ter conspirado num levante comunista, foi preso e enviado ao Rio de Janeiro. Solto em 1937, permaneceu na cidade, trabalhando em jornais e escrevendo. Seu mais famoso romance, "Vidas Secas", foi lançado em 1938. Ganhador de prêmios literários, autor de livros infantis, Graciliano morreu em março de 1953. Seu livro "Memórias do Cárcere", escrito durante a prisão, foi lançado no mesmo ano, sem ter o final concluído.
José Medeiros
Brasil
circa 1949

-;Reconheces hoje que o mundo...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A fatalidade de ser poeta;-;Alceu Amoroso Lima (Tristão de Athayde) Missa de 7º dia;-;A senha;-;-;O braço direito: dossiê (Entre pobres hebreus...);-;-;-;-;O braço direito: dossiê (BD: Homo inter facces...);-;-;-;-;-;-;-;-;Definição de quadrúpede;-;Heróis obscuros;-;Estou presente em mim...;-;-;-;-;A mão única do arbítrio;Como estivessem em férias...;-;-;-;-;A poeta santa e o santo leigo;-;-;-;Arthur Azevedo, o gênio está vivo;Como todo mundo sabe...;-;-;Verdes anos sessenta;-;[Brasil, brisa, bichos];-;-;-;A descoberta do mundo/Clarice Lispector;-;-;-;-;-;-;-;-;A verdadeira música;-;Testamento de casamento...;-;-;-;Navegação de cabotagem...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Academia elege embaixador para vaga de Dinah na ABL;Fifi, o sanguinário;-;A boca do inferno;A todos os companheiros da Rede Globo;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Convivas demais;Bye, bye, Concorde;A mala da felicidade;O pai;Quem vai em caça...;As pompas do mundo e O retrato na gaveta;O guarda do anjo;A natureza porosa de Mauriac...;[Bêjo];O braço direito: dossiê (Carcamano, joga na parede...);Fico pensando como pude...;Batizado;Rosa, hortênsia, margarida...;A 1ª epístola de Pedro...;Emburrar é uma coisa...;Tubiacanga, de Lima Barreto, no conto ...;O braço direito: dossiê (BD: Sinite parvulos venire ad me...);2 sonetos e um poema de Nicolino Limongi: Ressureição, Consultório, Irracionalidade;A bomba dos pobres;A crônica fica órfã;A honra de ser fofinho ou fofura;A segunda peça que vi no Rio foi Otto Lara Resende ou Bonitinha mas ordinária;Adolfo Portela Filho comprou o livro;Amigos nem sempre simpáticos;Ao lado do presidente;Até o Otto se engana;Benjamim da Academia Brasileira de Letras;Brasil: poesia, ficção e ensaio;Canto do triunfador;[Discurso sobre Assis Chateaubriand];A Pedro II;O momento que teatro...;6.8.1945;O santo nome do povo
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Brasil: poesia, ficção e ensaio
Resenha
Maria de Lourdes Teixeira
Lisboa
Século XX

O quarto escuro dos aposentados;Papo de logradouro;Modos, senhores;Reminiscências;Quando a República não vomitava a morte;Santa Fé;Uma casa muito engraçada;O médico do poeta;Três poetas e um prosador da Na geração;Gosto de complicar;Júpiter e o urubu;Hoje é ontem;Cidade e delírio: ontem e hoje;Sem contar a deslealdade e a desonestidade;Dinheiro voador;Valium-me, Deus!;O mundo, a esta altura;Execução pela alvorada;Oliver Twist;Não é uma bobagem;Cineminha de segunda-feira;Rabo de papel e outros rabos;Clima do homem/Nota internacional/Estabilização monetária/Alimento de pobres/Loucura dialética;Duas espécies de velhice;O obscuro sentido da tragédia;Vila Rica, cidade livre;O pastel de vento e os bacuraus;Os vários nomes da lisonja;Incoerência e mundo novo;Poetas e cidades;Raízes: ontem, hoje;Tartufaria;Ratos e cometas;O apolíneo e o dionisíaco;Tiro pela culatra;O gigante vota, mas não lê;Eleições cá e lá;Visão de um transeunte;Por entre os astros subindo;Precisa-se de um mágico;Cansado como um rio;Enfim, o grito das urnas;Voo rasante;O poético meio circulante;Franco-atirador;A batalha aérea vista do chão;Cala-te, boca;Capital do horror;Chuvaceiros: de 1500 a 1988;Começos de um poeta;Constituinte: o zoo;Cultura, uma revista e um milagre;Da mãe gentil ao feio gentílico;Deduções fáceis em torno de Minas;Desterro cultural;Dupla redenção;Esquecer e lembrar;Este sol impagável;Estudantes no Brasil: um exame de violência;Exumação do retrato;Fidel um homem contra o continente;Finlândia: a indústria moderna vizinha do pólo norte;General, sapo e rosa;Hong-Kong (hong-kong);Horóscopo do Brasil;Introito à incompreensão;Isto aqui e o voto;João Bolinha virou gente;Latifúndio ortográfico;Libertação da miséria;Língua legal;Literatura de Natal;Luz e sombras;Meditação serena sobre uma doutrina e seu chefe;Motivo de orgulho para a UFMG;Muitas profissões, uma úlcera e o intocavél pé de meia do mineiro;No país das maravilhas;Notícia sobre o Teatro de Câmera;O Brasil fala caô;O caminho da liberdade;O deserto povoado;O diálogo impossível;O disputado governo do inferno;O fim do mundo;O gado;O homem que planejou sua fome;O impiedoso olhar dinamarquês;O mistério da urna;O poeta e o onagro;O tatu de Kipling;O urubu e o sapateiro;Ontem hoje sempre;Otto na Academia;Outro dia mesmo;Passagem pelo estreito;Pátria de corpo inteiro;Peça licença e pague para ir lá fora;Pequenos artifícios;QB VII ou a nova receita do best seller;Que língua fala o homem-aranha?;Quem será o Abrante?;Recordação do preclaro e ilustre mestre;Saudade do futuro;Sim, as estátuas riem;Um pouco de Costa Rego;Um testemunho;Urnas milionárias;Vermelho, negro e amarelo;Zero com louvor;-
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Um pouco de Costa Rego
Depoimento
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
18 de julho de 1954

Povo e populismo;Lição de esperança;Um pouco de Costa Rego;Depoimento a contragosto;Ontem, hoje, amanhã;Depressa, um albornoz para o Brasil;Os caminhos da providência;Escandinávia: quatro países numa só lição de cultura;Idiotas impunes;O aéreo prazer do texto;Solução britânica;Lobato e o cinema;Cidadãos amestrados e cães democráticos;Uma velha revista nova;O defunto vai bem, obrigado;O poeta e o poder;Otto Lara Resende interpreta Elis, um sucesso de corpo inteiro;Quatro poemas em prosa;Palíndromo e capicua;In cassum frustraque;Cai, cai balão;Sugestão de um patriota empírico;Loucos de todo gênero;O fio da meada;Do acadêmico Otto Lara Resende para Leo Gilson;Vem aí a República;O homem, este personagem;Em cena a palavra;Fábrica de não, medo e silêncio;Calça de veludo à vista;Luz sob o eclipse;Com Hamilton, amigo de Jackson;Sarney pede estudos para melhorar ensino da língua;Jaratataca;Machado, Galante, Jardim;Começos: ontem e hoje;Da maledicência nos cabeleireiros;Pecadora imaculada;O vandalismo fascista;Entrada proibida;Gato e rato;Sempre houveram;Lazer criativo;Testamento do desencantado;Morra Ouro Preto;De rei a rei;Um artista e um homem do tempo;Epicédio para uma carta;Ler e escrever;A graça de esquecer;Cansado como um rio;Carinhoso;Carta a uma moça teimosa;Cena e contracena;Certo de que ali estava uma consciência moral;Cineminha de segunda-feira;Confissões de uma gorda;Conversinha pogonológica;Coreografia da violência;Crônica aérea com desfecho antecipado;Cruéis dominadores (The whip hand);Cuidado: todos somos índios;Da arte de por títulos;De sol a sol;Eles sabem o que fazem;Encanto e engasgo;Errata dominical;Escrever perigosamente;Estado Novo, velha desculpa;Festa no formigueiro;Glauber e Otto;Hoje o verbete é automóvel;Imaginação e realidade;Já matou seu comunista hoje?;Livraria antigamente;Nosso irado e terno amigo;Nota internacional;O lado oculto da gruta;O mal das grades;O muro não é mineiro;O novo brado retumbante;O poder militar no Brasil;O policiado caminho da oclocracia;O quatriênio e o cesto;O tranquilo horizonte do convívio;O voo atropelado;Papo de sumiço;Poetas não sonham;Portugal: um murro no coração;Quanto custa ser brasileiro;Rabo de papel;Retorno ao amanuense;Sete vezes sete;Simples registro;Só um pedido: andem ligeiro;Tarzan e a fúria selvagem;Tem uma pedra no meio do caminho;Uma certa ideia da França;Valsa dos quinze anos, capítulo dezessete;Pretensão à parte;Rondó do tempo sem tempo
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Um pouco de Costa Rego
Depoimento
Otto Lara Resende
Belo Horizonte
18 de julho de 1954

S.W.;Congresso de escritores;O buraco negro do esquecimento;Tudo azul com o inferno verde;O paraíso não é mais aqui;Uma codorna, uma rolinha e a insegurança nacional;Os ladrões, o tema social nos contos do Sul;Itinerário de Cabo Frio;Mãe com bomba;Otávio de Faria: romancista panfletário;Quando ladra a violência;Mais prodígios marinhos;Natal pelas vitrines;Constituinte aponta omissão da Assembleia no caso do Triângulo;O elo partido;O pintor e sua opção;O espírito santo no computador;Direito ao sonho em paz;Evangelho da cólera coletiva;Vencedor versus perdedor;Legião dos desesperados;Manuscrito francês;Mário de Andrade continua;Saudades de abril;Verso e reverso;Para a existência de um grupo mineiro;Lembrança de Augusto Frederico Schmidt;O sonhado país de delícias;Perna, um brasileiro;Meios pobres: livros e letras;Cruzada contra o monstro;Sr. Redator;O humilde ofício de ler;No tempo da palmatória;O jubileu está de volta;Enfim a grota;Por que Grahan Greene não esteve aqui;Li o Jornaleco, que evidentemente pode melhorar;Carlos Bracher vive;Por quem dobram os sinos;Sim, que haja escola de comunicação;Noruega: o país dos barcos e dos navegantes audazes;Da caridosa polé ao potro gentil;O mel do passado;Um tiro só;Os dois Brasis ou Odete e Luiza;O Minas aprende a voar;Entre a mulher e o diabo;Os fantasmas da catedral;Incêndio destrói em 8 horas centro histórico de Lisboa;Princípios sem fim;Louvores;Rosa dos ventos;Namorado morto;Como caem os dentes de leite;De olhos no chão;Três exercícios;Cão que suja na cama;Com o diabo no corpo;Contra a mistificação;Convivas demais;Cultura e fatura;Depoimento e sugestão;Desculpa das arábias;Dois toques;É uma curiosa experiência;Enjoadinho e radioativo;Essa, não;Estabilidade e cansaço;Favor falar baixo;Flores de retórica e outras flores;Guerra e paz;Hora do exorcismo;Jornalismo responsável só é possível com jornalismo livre;Ler ou não ler: eis o dilema;Livros inúteis e perigosos;Memorial JK;Missão perigosa em Trieste (Diplomatic courier);Napoleão de hospício;Nênia para o MDB;Ninguém lê nada;No bom caminho de São João del-Rei;Nosso patrono e herói Pero Vaz;O futuro adiado;O poeta e seus mistérios;O que for soará;Ontem, nunca;Palavras do senhor dr. Otto Lara Resende, adido cultural à embaixada do Brasil, em representação do senhor embaixador;Qual o sentido que o herói de Cervantes tem para o homem moderno? Quem é para você D. Quixote?;Que será?;Quem é carioca;Quem tem medo de Seu Artur?;Quid veritas?;Rocha de certeza;Saia o ato e deixem a banda passar;Sarna que coça;Segunda mão;Silêncio, por favor;Sinfonia de uma cidade (Sous le ciel de Paris);Só a mulher peca (Clash by night);Sob o sol da Páscoa;Somos todos vítimas;Sonhos de verão;Tambores distantes (Distant drums);Tragédia burguesa completa: o sonho do autor enfim realizado;Tudo que não estiver muito claro neste país, é a favor do governo;Última cartada;Um beijo na orelha esquerda;Um cavalo chamado Brasil;Um raio pode apagar a luz;Uma bala no coração;Universo padrasto;Nelson Rodrigues: o que estraga o teatro são os atores e o público;Sábado à tarde
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Nelson Rodrigues: o que estraga o teatro são os atores e o público
Entrevista
Otto Lara Resende
Local não identificado
15 de maio de 1952

Imagem padrão
Archive/Collection: Erico Verissimo (EV)
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Carta
Comentários sobre trabalho na União Pan-Americana. Referência à palestra sobre Euclides da Cunha. Referência ao convite para participação em programa de rádio. Comentários sobre visita a estúdios de Hollywood. Referência à conversa com Fritz Lang
Erico Verissimo
Washington, D.C.
11 de dezembro de 1954

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