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Avenida Beira-Mar - Cais da Glória
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Beira-Mar - Cais da Glória
Marc Ferrez
Centro
1910

Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio Monroe
O palácio Monroe foi idealizado a princípio para figurar na Exposição de Saint-Louis, comemoração norte-americana pela incorporação do Estado da Louisiana à União em 1803. O Presidente Rodrigues Alves requisitou as verbas necessárias ao Congresso para que o Brasil comparecesse com um pavilhão no evento, mas estipulou logo que o edifício deveria ser reerguido na cidade do Rio de Janeiro, finda a amostra. O projeto é do coronel-arquiteto Francisco Marcelino de Souza Aguiar. Sua inauguração em solo brasileiro deu-se em 1906 sendo denominado Palácio Monroe, em homenagem ao presidente dos EUA James Monroe. Abrigou a Câmara dos Deputados e acolheu o Senado e várias repartições públicas. Foi derrubado em 1976.
Autoria não identificada
Centro
circa 1930

Praça Floriano
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça Floriano
A Praça Floriano foi construída pela Prefeitura, durante governo de Carlos Sampaio. Com o fim das obras de abertura da avenida Central, uma vasta área, que era limitada pelos edifícios do Theatro Municipal, Palácio Monroe e Biblioteca Nacional, havia sido deixada de lado. Logo Carlos Sampaio a incluiu em seu plano de embelezamento da cidade para as comemorações do Centenário da Independência, contando também com a ajuda da iniciativa privada (principalmente Francisco Serrador, dono da Companhia Cinematográfica Brasileira, e os irmãos Vivaldi e Ademar Leite Ribeiro). A Companhia Cinematográfica foi a responsável pela construção dos grandes edifícios com cinemas e teatros, que contribuíram para que a praça, até hoje, fosse mais conhecida como Cinelândia.
Autoria não identificada
Centro
circa 1930

Praça Floriano
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça Floriano
A Praça Floriano foi construída pela Prefeitura, durante governo de Carlos Sampaio. Com o fim das obras de abertura da avenida Central, uma vasta área, que era limitada pelos edifícios do Theatro Municipal, Palácio Monroe e Biblioteca Nacional, havia sido deixada de lado. Logo Carlos Sampaio a incluiu em seu plano de embelezamento da cidade para as comemorações do Centenário da Independência, contando também com a ajuda da iniciativa privada (principalmente Francisco Serrador, dono da Companhia Cinematográfica Brasileira, e os irmãos Vivaldi e Ademar Leite Ribeiro). A Companhia Cinematográfica foi a responsável pela construção dos grandes edifícios com cinemas e teatros, que contribuíram para que a praça, até hoje, fosse mais conhecida como Cinelândia.
Autoria não identificada
Centro
circa 1930

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Rio Branco
A abertura de uma avenida que cortasse o centro da cidade de ponta a ponta estava prevista quando começou-se as obras no porto do Rio de Janeiro, no início do século XX. Foi então rasgado um caminho, em linha reta, que ia da Praia da Ajuda à Prainha, e a maioria das ruas do entorno foi arrasada, além de desapropriados inúmeros imóveis. A primeira casa derrubada foi em março de1904 e já em setembro o prefeito Pereira Passos, o engenheiro Paulo de Frontin (nomeado chefe das obras), Rodrigues Alves e Lauro Müller podiam percorrer a avenida de 1.996 metros de comprimento e 33 metros de largura. Com pavimentação artística de mestre calceteiros cedidos pela Câmara de Lisboa e ornamentada com paus-brasil e jambeiros, a Avenida Central foi inaugurada em 1905. Em 12 de fevereiro de 1912 foi renomeada avenida Rio Branco, em homenagem ao chanceler barão do Rio Branco, que havia morrido dois dias antes.
Autoria não identificada
Centro
circa 1930

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Rio Branco
A abertura de uma avenida que cortasse o centro da cidade de ponta a ponta estava prevista quando começou-se as obras no porto do Rio de Janeiro, no início do século XX. Foi então rasgado um caminho, em linha reta, que ia da Praia da Ajuda à Prainha, e a maioria das ruas do entorno foi arrasada, além de desapropriados inúmeros imóveis. A primeira casa derrubada foi em março de1904 e já em setembro o prefeito Pereira Passos, o engenheiro Paulo de Frontin (nomeado chefe das obras), Rodrigues Alves e Lauro Müller podiam percorrer a avenida de 1.996 metros de comprimento e 33 metros de largura. Com pavimentação artística de mestre calceteiros cedidos pela Câmara de Lisboa e ornamentada com paus-brasil e jambeiros, a Avenida Central foi inaugurada em 1905. Em 12 de fevereiro de 1912 foi renomeada avenida Rio Branco, em homenagem ao chanceler barão do Rio Branco, que havia morrido dois dias antes.
Autoria não identificada
Centro
circa 1930

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007A5P3F04-043.jpg
Avenida Rio Branco
A abertura de uma avenida que cortasse o centro da cidade de ponta a ponta estava prevista quando começou-se as obras no porto do Rio de Janeiro, no início do século XX. Foi então rasgado um caminho, em linha reta, que ia da Praia da Ajuda à Prainha, e a maioria das ruas do entorno foi arrasada, além de desapropriados inúmeros imóveis. A primeira casa derrubada foi em março de1904 e já em setembro o prefeito Pereira Passos, o engenheiro Paulo de Frontin (nomeado chefe das obras), Rodrigues Alves e Lauro Müller podiam percorrer a avenida de 1.996 metros de comprimento e 33 metros de largura. Com pavimentação artística de mestre calceteiros cedidos pela Câmara de Lisboa e ornamentada com paus-brasil e jambeiros, a Avenida Central foi inaugurada em 1905. Em 12 de fevereiro de 1912 foi renomeada avenida Rio Branco, em homenagem ao chanceler barão do Rio Branco, que havia morrido dois dias antes.
Autoria não identificada
Centro
circa 1930

Palace Hotel
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palace Hotel
Vista do Palace Hotel, na esquina da Avenida Rio Branco com a Rua Almirante Barroso, também conhecido como Hotel Guinle. Á direita, na Rua Almirante Barroso, o Teatro Phenix e, ao fundo, parte do Morro do Castelo. O escritório Januzzi & Irmão foi responsável pelos projetos do edifício do Palace Hotel, na Avenida Rio Branco e do Teatro Phenix - aprovado em 14 de novembro de 1906. Os empreendimentos pertenciam à Eduardo Guinle (1846 - 1912), patriarca da abastada e influente família Guinle. A obra do Palace ficou pronta em torno de 1915, mas o hotel só foi inaugurado, em julho de 1919, sob a gerência de Octávio Guinle (1886 – 1968), filho de Eduardo. Foi demolido entre 1950 e 1951. O Teatro Phenix foi inaugurado em fevereiro de 1914. Desde o início foi arrendado a terceiros. Abrigou um cassino, foi dancing e várias vezes cinema, tendo ficado fechado durante alguns períodos até sua total demolição, entre 1957 e 1958.
A. C. da Costa Ribeiro
Avenida Rio Branco (antiga Avenida Central), esquina com Almirante Barroso ; Centro
circa 1919

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Rio Branco
A. C. da Costa Ribeiro
Centro
circa 1920

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