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Crepúsculo na Avenida Niemeyer
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Crepúsculo na Avenida Niemeyer
A Avenida Niemeyer foi cortada pela Companhia Via Férrea Sapucaí para dar lugar a uma ferrovia (nunca construída), que ligaria o bairro de Botafogo a Angra dos Reis. Via à beira-mar, no sopé do morro, ladeada por coqueiros esparsos e com a Pedra da Gávea ao fundo. Pode-se ver um homem observando o fotógrafo, apoiado na mureta. Apresenta postes com fiação elétrica.
Photo Lopes Rio
Leblon
circa 1920

Luar na Praia da Gávea
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
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Luar na Praia da Gávea
Atualmente conhecida como praia de São Conrado, a Praia da Gávea era assim chamada devido à Pedra da Gávea.
Photo Lopes Rio
São Conrado
circa 1920

Praia de Botafogo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praia de Botafogo
A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Os portugueses deram o nome de Francisco Velho, um dos companheiros de Estácio de Sá no Morro Cara de Cão, que se estabeleceu na praia e começou ali uma lavoura. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual Rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual Rua Marquês de Abrantes.
Photo Lopes Rio
Botafogo
circa 1920

Botafogo visto do Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Botafogo visto do Pão de Açúcar
Vista panorâmica da enseada e do bairro de Botafogo a partir do Pão de Açúcar. No horizonte, em destaque próximo à lua, o Pico do Corcovado.
Photo Lopes Rio
Botafogo
circa 1920

Copacabana e Leme
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Copacabana e Leme
Vista noturna das praias de Copacabana e Leme, ao centro da imagem, em primeiro plano, o obelisco comemorativo da inauguração da Avenida Atlântica, em 22 de julho de 1919.
Photo Lopes Rio
Copacabana
circa 1920

Praia de Botafogo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praia de Botafogo
Vista noturna da Praia de Botafogo, a partir do Morro da Viúva. No centro da imagem pode-se ver a torre da Igreja Imaculada Conceição. No horizonte, a Pedra da Gávea e o Pico do Corcovado iluminado
Photo Lopes Rio
Botafogo
circa 1920

Exposição Internacional do Centenário da Independência
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Exposição Internacional do Centenário da Independência
Integra álbum com fotografias da exposição internacional de 1922, realizada para celebrar o centenário da Independência do Brasil. As exposições internacionais figuravam como símbolo de modernidade na Europa em fins do século XIX, e funcionavam também como meio de exaltação à nação e ao nacionalismo. A primeira grande exposição no país aconteceu no Rio de Janeiro, em 1908, influenciada por tais referências européias de modernidade e civilização. A Exposição de 1922 ocorreria, inicialmente, como uma exposição nacional. No entanto, visto a grande quantidade de países interessados em participar das comemorações do centenário do Brasil independente, tornou-se internacional. Ela foi aberta oficialmente no dia 7 de setembro de 1922, durante o governo de Epitácio Pessoa, e estendeu-se até julho do ano seguinte. Os pavilhões erguidos especialmente para a ocasião foram instalados em uma extensa área proveniente de aterros e outras intervenções, entre as quais a destruição do Morro do Castelo, que deu origem à Esplanada do Castelo. Constam no álbum fotografias de autoria de Carlos Bippus, Photo Lopes Rio e Thiele & Kollien.
Photo Bippus Rio
Centro
1922

Vista noturna da Enseada de Botafogo; a partir do Mirante Dona Marta
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista noturna da Enseada de Botafogo; a partir do Mirante Dona Marta
Carlos Bippus
Estrada Mirante Dona Marta ; Santa Teresa
circa 1915

Escultor na areia de Copacabana
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Escultor na areia de Copacabana
Copacabana fazia parte da Gávea até o século XVIII, e toda a área era chamada de Sacopenapã (ou Sacopenapan), até ser erguida por pescadores uma capela de pedras onde se levantaria o Forte. A capela era em homenagem a Nossa Senhora de Copacabana, de origem boliviana, cuja imagem foi trazida por peruleiros (mercadores de prata que viajavam entre o Rio, Bolívia e Peru).
Thomaz Farkas
Praia de Copacabana
1940s

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