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Vista da cidade tirada do Hotel Tijuco
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Vista da cidade tirada do Hotel Tijuco
Diamantina, antigo Arraial do Tijuco, surgiu no início do século XVIII com o bandeirante Jerônimo Gouvêa, na localidade conhecida como Burgalhau. Seguindo o curso do rio Jequitinhonha, Gouvêa achou, na confluência dos rios Piruruca e Grande, uma grande quantidade de ouro, e a partir da década de 1720 começou a surgir o povoado, seguindo as margens dos rios onde era feito o garimpo. Logo foi descoberto diamante, mas somente depois de alguns anos de exploração foi comunicado o fato à Coroa Portuguesa. O arraial passou a chamar-se Vila Diamantina em 1831, e ainda nesse ano o ciclo de extração de diamantes era intenso, diferente do ciclo do ouro, que já estava em decadência. O ciclo diamantino entrou em decadência somente em 1860, quando foram descobertas jazidas na África, o que fez com que o preço do mineral despencasse. A cidade, que conserva suas características coloniais, é tombada pelo IPHAN e foi nomeada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Vista tirada do Hotel Tijuco
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Vista tirada do Hotel Tijuco
Diamantina, antigo Arraial do Tijuco, surgiu no início do século XVIII com o bandeirante Jerônimo Gouvêa, na localidade conhecida como Burgalhau. Seguindo o curso do rio Jequitinhonha, Gouvêa achou, na confluência dos rios Piruruca e Grande, uma grande quantidade de ouro, e a partir da década de 1720 começou a surgir o povoado, seguindo as margens dos rios onde era feito o garimpo. Logo foi descoberto diamante, mas somente depois de alguns anos de exploração foi comunicado o fato à Coroa Portuguesa. O arraial passou a chamar-se Vila Diamantina em 1831, e ainda nesse ano o ciclo de extração de diamantes era intenso, diferente do ciclo do ouro, que já estava em decadência. O ciclo diamantino entrou em decadência somente em 1860, quando foram descobertas jazidas na África, o que fez com que o preço do mineral despencasse. A cidade, que conserva suas características coloniais, é tombada pelo IPHAN e foi nomeada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Igreja do Rosário e praça fronteira
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Igreja do Rosário e praça fronteira
A igreja de Nossa Senhora do Rosário surgiu por volta de 1731, e quarenta anos mais tarde teve parte de sua estrutura original modificada pela Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos. Um dos destaques do templo é sua capela-mor com ambientação unitária formada por retábulo, pintura do forro com um colorido penumbrista, mostrando Nossa Senhora do Rosário circundada por anjos, e arco-cruzeiro, todos os trabalhos atribuídos ao guarda-mor José Soares Araújo. No altar-mor há belos douramentos, colunas marmorizadas, desenhos aplicados em ouro e nichos que abrigam São Domingos e São Elesbão.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça Dom Joaquim
1970s

Rua das Mercês
Archive/Collection: Chichico Alkmim
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Rua das Mercês
Chichico Alkmim
Rua das Mercês
s.d.

Igreja de São Francisco de Assis
Arquivo/Coleção: Chichico Alkmim
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Igreja de São Francisco de Assis
O estilo predominante na Igreja de São Francisco, de 1775, é o rococó – os bonitos entalhes dos altares combinam madeira e ouro.
Chichico Alkmim
Diamantina
s.d.

Rua Macau do Meio
Arquivo/Coleção: Chichico Alkmim
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Rua Macau do Meio
Chichico Alkmim
Rua Macau do Meio
s.d.