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Mulher negra com manto
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Mulher negra com manto
Augusto Stahl
Recife
circa 1860

Imagem padrão
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Charles F. Hartt, com a cidade do Recife ao fundo, durante levantamento da Comissão Geológica do Império
Corresponde a uma fotografia do álbum "Voyage au Brésil", datado de 1879, que recria a viagem realizada pelo Duque de Saxe, Luis Augusto Maria Eudes de Saxe Coburgo-Gota (1845-1907), príncipe alemão, e de seu irmão Fernando de Saxe, futuro rei Fernando I da Bulgária, ao Brasil, em 1879. O álbum, com 95 fotografias, documenta a viagem realizada entre junho e julho de 1879 e apresenta vistas das cidades onde o Navio Niger fez escala, a começar por Lisboa, passando posteriormente por Recife e Salvador, antes de aportar ao Rio de Janeiro. O álbum também registra os lugares visitados na Capital, onde se destacam as fotografias do Palácio de São Cristóvão e seus jardins, morada de seus sogros, o Jardim Botânico e suas incursões às cidades serranas de Petrópolis, Nova Friburgo, Teresópolis e Itatiaia. Nessas imagens também há alusões ao circuito da Corte, como o Palácio Imperial e a casa do Conde d´Eu, seu primo, casado com a Princesa Isabel. É provável que algumas das fotografias dos lugares visitados tenham sido realizadas por fotógrafos contratados especialmente pelo Duque, mas existem outras adquiridas pelo viajante, de lugares não necessariamente visitados, como as vistas de São Paulo, de Militão de Azevedo, ou aquelas realizadas por Marc Ferrez no âmbito da Comissão Geológica do Império, em 1875. Dentro das fotografias de lugares não visitados, encontram-se sete fotografias de Albert Frisch, realizadas durante sua expedição ao Alto Amazonas. Uma oitava imagem descrita como sendo da Amazônia, é em realidade uma cachoeira em Petrópolis. Nenhuma das fotografias do álbum menciona as autorias. Gilberto Ferrez, proprietário anterior do álbum, realizou algumas anotações em cada página, atribuindo autoria às imagens, a maior parte delas a seu avô, Marc Ferrez. É necessário uma pesquisa mais aprofundada para confirmar boa parte dessas atribuições.
Marc Ferrez
Recife
1875

Igreja Nossa Senhora do Carmo de Recife
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Igreja Nossa Senhora do Carmo de Recife
João Ferreira Villela
Santo Antônio
circa 1858

A Rua Nova
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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A Rua Nova
João Ferreira Villela
Recife (PE)
circa 1855

Rua do Imperador
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Rua do Imperador
João Ferreira Villela
Recife (PE)
1865

Recife
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Recife
Gaensly & Lindemann
Recife
circa 1885

Estação Central da Estrada de Ferro Central de Pernambuco.
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Estação Central da Estrada de Ferro Central de Pernambuco.
Construída em meados do século XIX, a estação inicial da Rede Ferroviária do Nordeste foi chamada Estação Central e a partir de 1888 passou a servir à Estrada de Ferro Central de Pernambuco. Foi arrendada à Great Western of Brazil, criada por ingleses em 1872 para construir uma ferrovia que ligasse o Recife a Limoeiro.
Gaensly & Lindemann
Recife
circa 1885

Praça Conde D'Eu
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Praça Conde D'Eu
Fonte esculpida pelo artista português Antonio Moreira Rato e instalada na praça Conde d'Eu, em março de 1875, em comemoração à vitória brasileira na guerra do Paraguai (1864-1870).
Guilherme Gaensly
Praça Conde D'Eu
circa 1880

Capela do Bom Jesus da Redenção
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Capela do Bom Jesus da Redenção
Capela do Bom Jesus da Redenção no cemitério público de Recife. Este espaço surgiu no bojo da reforma cemiterial que ia ocorrendo nas principais cidades do país em meados do século XIX. Subjacente a esta reforma estava o processo de secularização brasileira, na medida em que retirava da Igreja Católica o controle sobre os mortos a favor do Estado. Para isso, contribuiu em muito a atuação dos médicos sanitaristas com um saber novo e científico que pregavam os malefícios de enterrar os mortos nas Igrejas e proximidades (costume católico da época.) A peculiaridade do cemitério de Recife, portanto, foi a implementação da provável primeira capela dentro da necrópole. Estratégia eficaz para significar este novo espaço como sagrado e evitar resistências a esta nova maneira de encarar a morte.
Guilherme Gaensly
Cemitério Público de Recife
circa 1890

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