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Timbrada, mas falsa
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Timbrada, mas falsa
Crônica
Otto Lara Resende
São Paulo
7 de agosto de 1992

Modos, senhores;Reminiscências;O quarto escuro dos aposentados;Papo de logradouro;Três poetas e um prosador da Na geração;Gosto de complicar;Júpiter e o urubu;Quando a República não vomitava a morte;Santa Fé;Uma casa muito engraçada;O médico do poeta;Cidade e delírio: ontem e hoje;Hoje é ontem;Não é uma bobagem;Cineminha de segunda-feira;Sem contar a deslealdade e a desonestidade;Dinheiro voador;Valium-me, Deus!;O mundo, a esta altura;Execução pela alvorada;Oliver Twist;O obscuro sentido da tragédia;Rabo de papel e outros rabos;Clima do homem/Nota internacional/Estabilização monetária/Alimento de pobres/Loucura dialética;Duas espécies de velhice;Raízes: ontem, hoje;Tartufaria;Vila Rica, cidade livre;O pastel de vento e os bacuraus;Os vários nomes da lisonja;Incoerência e mundo novo;Poetas e cidades;Por entre os astros subindo;Ratos e cometas;O apolíneo e o dionisíaco;Tiro pela culatra;O gigante vota, mas não lê;Eleições cá e lá;Visão de um transeunte;Enfim, o grito das urnas;Voo rasante;O poético meio circulante;Franco-atirador;Precisa-se de um mágico;Cansado como um rio;A batalha aérea vista do chão;Cala-te, boca;Capital do horror;Chuvaceiros: de 1500 a 1988;Começos de um poeta;Constituinte: o zoo;Cultura, uma revista e um milagre;Da mãe gentil ao feio gentílico;Deduções fáceis em torno de Minas;Desterro cultural;Dupla redenção;Esquecer e lembrar;Este sol impagável;Estudantes no Brasil: um exame de violência;Exumação do retrato;Fidel um homem contra o continente;Finlândia: a indústria moderna vizinha do pólo norte;General, sapo e rosa;Hong-Kong (hong-kong);Horóscopo do Brasil;Introito à incompreensão;Isto aqui e o voto;João Bolinha virou gente;Latifúndio ortográfico;Libertação da miséria;Língua legal;Literatura de Natal;Luz e sombras;Meditação serena sobre uma doutrina e seu chefe;Motivo de orgulho para a UFMG;Muitas profissões, uma úlcera e o intocavél pé de meia do mineiro;No país das maravilhas;Notícia sobre o Teatro de Câmera;O Brasil fala caô;O caminho da liberdade;O deserto povoado;O diálogo impossível;O disputado governo do inferno;O fim do mundo;O gado;O homem que planejou sua fome;O impiedoso olhar dinamarquês;O mistério da urna;O poeta e o onagro;O tatu de Kipling;O urubu e o sapateiro;Ontem hoje sempre;Otto na Academia;Outro dia mesmo;Passagem pelo estreito;Pátria de corpo inteiro;Peça licença e pague para ir lá fora;Pequenos artifícios;QB VII ou a nova receita do best seller;Que língua fala o homem-aranha?;Quem será o Abrante?;Recordação do preclaro e ilustre mestre;Saudade do futuro;Sim, as estátuas riem;Um pouco de Costa Rego;Um testemunho;Urnas milionárias;Vermelho, negro e amarelo;Zero com louvor;-
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Saudade do futuro
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
22 de fevereiro de 1981

Evangelho da cólera coletiva;Vencedor versus perdedor;Legião dos desesperados;Manuscrito francês;O espírito santo no computador;Direito ao sonho em paz;Saudades de abril;Verso e reverso;Para a existência de um grupo mineiro;Lembrança de Augusto Frederico Schmidt;Mário de Andrade continua;Perna, um brasileiro;Meios pobres: livros e letras;Cruzada contra o monstro;Sr. Redator;O humilde ofício de ler;O sonhado país de delícias;O jubileu está de volta;Enfim a grota;Por que Grahan Greene não esteve aqui;Li o Jornaleco, que evidentemente pode melhorar;Carlos Bracher vive;No tempo da palmatória;Sim, que haja escola de comunicação;Noruega: o país dos barcos e dos navegantes audazes;Da caridosa polé ao potro gentil;O mel do passado;Um tiro só;Os dois Brasis ou Odete e Luiza;Por quem dobram os sinos;Os fantasmas da catedral;Incêndio destrói em 8 horas centro histórico de Lisboa;Princípios sem fim;Louvores;Rosa dos ventos;Namorado morto;Como caem os dentes de leite;De olhos no chão;Três exercícios;O Minas aprende a voar;Entre a mulher e o diabo;Congresso de escritores;O buraco negro do esquecimento;Tudo azul com o inferno verde;O paraíso não é mais aqui;Uma codorna, uma rolinha e a insegurança nacional;Os ladrões, o tema social nos contos do Sul;Itinerário de Cabo Frio;Mãe com bomba;S.W.;Quando ladra a violência;Mais prodígios marinhos;Natal pelas vitrines;Constituinte aponta omissão da Assembleia no caso do Triângulo;O elo partido;O pintor e sua opção;Otávio de Faria: romancista panfletário;Cão que suja na cama;Com o diabo no corpo;Contra a mistificação;Convivas demais;Cultura e fatura;Depoimento e sugestão;Desculpa das arábias;Dois toques;É uma curiosa experiência;Enjoadinho e radioativo;Essa, não;Estabilidade e cansaço;Favor falar baixo;Flores de retórica e outras flores;Guerra e paz;Hora do exorcismo;Jornalismo responsável só é possível com jornalismo livre;Ler ou não ler: eis o dilema;Livros inúteis e perigosos;Memorial JK;Missão perigosa em Trieste (Diplomatic courier);Napoleão de hospício;Nênia para o MDB;Ninguém lê nada;No bom caminho de São João del-Rei;Nosso patrono e herói Pero Vaz;O futuro adiado;O poeta e seus mistérios;O que for soará;Ontem, nunca;Palavras do senhor dr. Otto Lara Resende, adido cultural à embaixada do Brasil, em representação do senhor embaixador;Qual o sentido que o herói de Cervantes tem para o homem moderno? Quem é para você D. Quixote?;Que será?;Quem é carioca;Quem tem medo de Seu Artur?;Quid veritas?;Rocha de certeza;Saia o ato e deixem a banda passar;Sarna que coça;Segunda mão;Silêncio, por favor;Sinfonia de uma cidade (Sous le ciel de Paris);Só a mulher peca (Clash by night);Sob o sol da Páscoa;Somos todos vítimas;Sonhos de verão;Tambores distantes (Distant drums);Tragédia burguesa completa: o sonho do autor enfim realizado;Tudo que não estiver muito claro neste país, é a favor do governo;Última cartada;Um beijo na orelha esquerda;Um cavalo chamado Brasil;Um raio pode apagar a luz;Uma bala no coração;Universo padrasto;Nelson Rodrigues: o que estraga o teatro são os atores e o público;Sábado à tarde
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Saia o ato e deixem a banda passar
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
11 de dezembro de 1977

Saudades de abril;Verso e reverso;Para a existência de um grupo mineiro;Lembrança de Augusto Frederico Schmidt;Mário de Andrade continua;Perna, um brasileiro;Meios pobres: livros e letras;Cruzada contra o monstro;Sr. Redator;O humilde ofício de ler;O sonhado país de delícias;O jubileu está de volta;Enfim a grota;Por que Grahan Greene não esteve aqui;Li o Jornaleco, que evidentemente pode melhorar;Carlos Bracher vive;No tempo da palmatória;Sim, que haja escola de comunicação;Noruega: o país dos barcos e dos navegantes audazes;Da caridosa polé ao potro gentil;O mel do passado;Um tiro só;Os dois Brasis ou Odete e Luiza;Por quem dobram os sinos;Os fantasmas da catedral;Incêndio destrói em 8 horas centro histórico de Lisboa;Princípios sem fim;Louvores;Rosa dos ventos;Namorado morto;Como caem os dentes de leite;De olhos no chão;Três exercícios;O Minas aprende a voar;Entre a mulher e o diabo;O buraco negro do esquecimento;Tudo azul com o inferno verde;O paraíso não é mais aqui;Uma codorna, uma rolinha e a insegurança nacional;Os ladrões, o tema social nos contos do Sul;Itinerário de Cabo Frio;Mãe com bomba;S.W.;Congresso de escritores;Quando ladra a violência;Mais prodígios marinhos;Natal pelas vitrines;Constituinte aponta omissão da Assembleia no caso do Triângulo;O elo partido;O pintor e sua opção;Otávio de Faria: romancista panfletário;Evangelho da cólera coletiva;Vencedor versus perdedor;Legião dos desesperados;Manuscrito francês;O espírito santo no computador;Direito ao sonho em paz;Cão que suja na cama;Com o diabo no corpo;Contra a mistificação;Convivas demais;Cultura e fatura;Depoimento e sugestão;Desculpa das arábias;Dois toques;É uma curiosa experiência;Enjoadinho e radioativo;Essa, não;Estabilidade e cansaço;Favor falar baixo;Flores de retórica e outras flores;Guerra e paz;Hora do exorcismo;Jornalismo responsável só é possível com jornalismo livre;Ler ou não ler: eis o dilema;Livros inúteis e perigosos;Memorial JK;Missão perigosa em Trieste (Diplomatic courier);Napoleão de hospício;Nênia para o MDB;Ninguém lê nada;No bom caminho de São João del-Rei;Nosso patrono e herói Pero Vaz;O futuro adiado;O poeta e seus mistérios;O que for soará;Ontem, nunca;Palavras do senhor dr. Otto Lara Resende, adido cultural à embaixada do Brasil, em representação do senhor embaixador;Qual o sentido que o herói de Cervantes tem para o homem moderno? Quem é para você D. Quixote?;Que será?;Quem é carioca;Quem tem medo de Seu Artur?;Quid veritas?;Rocha de certeza;Saia o ato e deixem a banda passar;Sarna que coça;Segunda mão;Silêncio, por favor;Sinfonia de uma cidade (Sous le ciel de Paris);Só a mulher peca (Clash by night);Sob o sol da Páscoa;Somos todos vítimas;Sonhos de verão;Tambores distantes (Distant drums);Tragédia burguesa completa: o sonho do autor enfim realizado;Tudo que não estiver muito claro neste país, é a favor do governo;Última cartada;Um beijo na orelha esquerda;Um cavalo chamado Brasil;Um raio pode apagar a luz;Uma bala no coração;Universo padrasto;Nelson Rodrigues: o que estraga o teatro são os atores e o público;Sábado à tarde
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Rocha de certeza
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
21 de junho de 1981

Uns rapazes que não sabiam filosofia descobriram Comte, por acaso em 1880;O que é preciso para a universidade: Muita coisa;Ouro de lei;Quem é o aldeão;O ciclotímico herói cobrado;Um grande tema e uma pequena crônica;Mulheres na política;Sombra de nossos desalentos e cansaços;Chaga de fogo (Detective store);Um marginal na Academia;Diamantina e seu colar de diamantes;O rei da Suécia vai bem;Por que Mallarmé morreu engasgado;Riscos e ameaças;Circo de focas;Eles sabem o que fazem;O discreto Rangel;Um poeta italiano;O meu boi morreu lá no Piauí;Graça e desgraça;Portas fechadas;Loteca sueca para um grande de Espanha;Natal;Rosa rosae rosam;Trazemos a roça dentro de nós;O escritor e a sua essência humana;Escritor e leitor;Olha ele aí;O nome dos gringos;Essayons de parler franglais;Willy Lewin, o bom professor de poesia;Onde começa a República;Instante dinamarquês;Prova de fogo;Mater dolorosa;Nossos queridos confrades;Tudo começa antes;O futuro passou de moda;O amestrador amestrado;Túnel, porão ou debaixo da cama;O gato morto e sua alma;O outro Brasil;Está na hora;João-povão;Quarenta, quatrocentos, quatrocentão;Os fantasmas e as ditaduras;Jornal de crítica;Quebra-cabeça;Soberania de falsários;O Brasil aflito;Carochinha vai bem, obrigado;Uma voz no escuro;O pó que suja nossas estrebarias;Estrela de uma constelação;Caniço motorizado;Carlos Drummond de Andrade num instante de pessimismo;CDA, ou melhor: o Carlos;Com o embaixador Marques Rebelo;Como dói!;Constituinte: a outra;Conto de Natal;Convento maldito;Desculpem, mas esse gato é meu;Epopeia trágica (Scott of the antartic);Fala, Brasil;Faróis altos;Garotas e melodias (Painting the clouds with sunshine);Grito plebliscitário e republicano;Jubileu: ecos de um tiro;Justiça revolucionária;Livro e mercado;Mãe, filha amiga;Menino só;Missão pontifícia;Mobilização da mediocridade;Musas e urnas;No torvelim da mascarada;O controvertido verde de nossa mata;O diabo feito mulher (Rancho notorious);O ideal do mineiro é viver pobre para morrer rico;O jumento do Visconde;O leão e a gazela;O marujo foi na onda (The sawlor beware);O moinho;O século do pai;O sorriso do retrato;Os donos da enchente;Poeta e polemista;Proibido ser feliz;Quem roubou o cimélio;Romancistas dos inadaptados;Sejamos otimistas;Sim, vale a pena calar - berram os alto-falantes;Solo de cuíca;Touros bravos (The brave bulls);Tragicomédia do poder;Um certo cansaço;Um moralista pelo avesso;Uma carioca na montanha;Uma palavra de maus bofes;Uma tarde, antigamente;Vai-te embora, menina morta;Vítimas do pecado;Volta a Simão, o caolho;Voo cego
Archive/Collection: Otto Lara Resende (OLR)
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Quebra-cabeça
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
10 de outubro de 1982

Uma casa muito engraçada;O médico do poeta;Três poetas e um prosador da Na geração;Gosto de complicar;Júpiter e o urubu;Quando a República não vomitava a morte;Santa Fé;Cidade e delírio: ontem e hoje;Hoje é ontem;Execução pela alvorada;Oliver Twist;Não é uma bobagem;Cineminha de segunda-feira;Sem contar a deslealdade e a desonestidade;Dinheiro voador;Valium-me, Deus!;O mundo, a esta altura;Clima do homem/Nota internacional/Estabilização monetária/Alimento de pobres/Loucura dialética;Duas espécies de velhice;O obscuro sentido da tragédia;Rabo de papel e outros rabos;Incoerência e mundo novo;Poetas e cidades;Raízes: ontem, hoje;Tartufaria;Vila Rica, cidade livre;O pastel de vento e os bacuraus;Os vários nomes da lisonja;Eleições cá e lá;Visão de um transeunte;Por entre os astros subindo;Ratos e cometas;O apolíneo e o dionisíaco;Tiro pela culatra;O gigante vota, mas não lê;Cansado como um rio;Enfim, o grito das urnas;Voo rasante;O poético meio circulante;Franco-atirador;Precisa-se de um mágico;Papo de logradouro;Modos, senhores;Reminiscências;O quarto escuro dos aposentados;A batalha aérea vista do chão;Cala-te, boca;Capital do horror;Chuvaceiros: de 1500 a 1988;Começos de um poeta;Constituinte: o zoo;Cultura, uma revista e um milagre;Da mãe gentil ao feio gentílico;Deduções fáceis em torno de Minas;Desterro cultural;Dupla redenção;Esquecer e lembrar;Este sol impagável;Estudantes no Brasil: um exame de violência;Exumação do retrato;Fidel um homem contra o continente;Finlândia: a indústria moderna vizinha do pólo norte;General, sapo e rosa;Hong-Kong (hong-kong);Horóscopo do Brasil;Introito à incompreensão;Isto aqui e o voto;João Bolinha virou gente;Latifúndio ortográfico;Libertação da miséria;Língua legal;Literatura de Natal;Luz e sombras;Meditação serena sobre uma doutrina e seu chefe;Motivo de orgulho para a UFMG;Muitas profissões, uma úlcera e o intocavél pé de meia do mineiro;No país das maravilhas;Notícia sobre o Teatro de Câmera;O Brasil fala caô;O caminho da liberdade;O deserto povoado;O diálogo impossível;O disputado governo do inferno;O fim do mundo;O gado;O homem que planejou sua fome;O impiedoso olhar dinamarquês;O mistério da urna;O poeta e o onagro;O tatu de Kipling;O urubu e o sapateiro;Ontem hoje sempre;Otto na Academia;Outro dia mesmo;Passagem pelo estreito;Pátria de corpo inteiro;Peça licença e pague para ir lá fora;Pequenos artifícios;QB VII ou a nova receita do best seller;Que língua fala o homem-aranha?;Quem será o Abrante?;Recordação do preclaro e ilustre mestre;Saudade do futuro;Sim, as estátuas riem;Um pouco de Costa Rego;Um testemunho;Urnas milionárias;Vermelho, negro e amarelo;Zero com louvor;-
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Poetas e cidades
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
4 de maio de 1986

O melhor é ser mineiro
Archive/Collection: Otto Lara Resende (OLR)
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O melhor é ser mineiro
Crônica
Otto Lara Resende
São Paulo
25 de novembro de 1991

Natal;O discreto Rangel;Um poeta italiano;O meu boi morreu lá no Piauí;Graça e desgraça;Portas fechadas;Loteca sueca para um grande de Espanha;Olha ele aí;Rosa rosae rosam;Trazemos a roça dentro de nós;O escritor e a sua essência humana;Escritor e leitor;Tudo começa antes;O futuro passou de moda;O nome dos gringos;Essayons de parler franglais;Willy Lewin, o bom professor de poesia;Onde começa a República;Instante dinamarquês;Prova de fogo;Mater dolorosa;Nossos queridos confrades;Quarenta, quatrocentos, quatrocentão;O amestrador amestrado;Túnel, porão ou debaixo da cama;O gato morto e sua alma;O outro Brasil;Está na hora;João-povão;Uma voz no escuro;O pó que suja nossas estrebarias;Estrela de uma constelação;Os fantasmas e as ditaduras;Jornal de crítica;Quebra-cabeça;Soberania de falsários;O Brasil aflito;Carochinha vai bem, obrigado;O ciclotímico herói cobrado;Um grande tema e uma pequena crônica;Uns rapazes que não sabiam filosofia descobriram Comte, por acaso em 1880;O que é preciso para a universidade: Muita coisa;Ouro de lei;Quem é o aldeão;Mulheres na política;Sombra de nossos desalentos e cansaços;Chaga de fogo (Detective store);Um marginal na Academia;Diamantina e seu colar de diamantes;O rei da Suécia vai bem;Eles sabem o que fazem;Por que Mallarmé morreu engasgado;Riscos e ameaças;Circo de focas;Caniço motorizado;Carlos Drummond de Andrade num instante de pessimismo;CDA, ou melhor: o Carlos;Com o embaixador Marques Rebelo;Como dói!;Constituinte: a outra;Conto de Natal;Convento maldito;Desculpem, mas esse gato é meu;Epopeia trágica (Scott of the antartic);Fala, Brasil;Faróis altos;Garotas e melodias (Painting the clouds with sunshine);Grito plebliscitário e republicano;Jubileu: ecos de um tiro;Justiça revolucionária;Livro e mercado;Mãe, filha amiga;Menino só;Missão pontifícia;Mobilização da mediocridade;Musas e urnas;No torvelim da mascarada;O controvertido verde de nossa mata;O diabo feito mulher (Rancho notorious);O ideal do mineiro é viver pobre para morrer rico;O jumento do Visconde;O leão e a gazela;O marujo foi na onda (The sawlor beware);O moinho;O século do pai;O sorriso do retrato;Os donos da enchente;Poeta e polemista;Proibido ser feliz;Quem roubou o cimélio;Romancistas dos inadaptados;Sejamos otimistas;Sim, vale a pena calar - berram os alto-falantes;Solo de cuíca;Touros bravos (The brave bulls);Tragicomédia do poder;Um certo cansaço;Um moralista pelo avesso;Uma carioca na montanha;Uma palavra de maus bofes;Uma tarde, antigamente;Vai-te embora, menina morta;Vítimas do pecado;Volta a Simão, o caolho;Voo cego
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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O jumento do Visconde
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
15 de agosto de 1982

O direito no sufoco
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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O direito no sufoco
Crônica
Otto Lara Resende
São Paulo
22 de novembro de 1991