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Entrada da Baía da Guanabara
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Entrada da Baía da Guanabara
Entrada do Rio de Janeiro, vista de fora da Baía de Guanabara, a partir de Niterói.
Marc Ferrez
Baía da Guanabara
circa 1885

Ponte do Silvestre
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ponte do Silvestre
Ponte do Silvestre, trecho da estrada de ferro para o Corcovado, inaugurada em 9 de outubro de 1884. O trenzinho a vapor que se vê na imagem foi substituído por um trem elétrico em 1910. Em 1882 D. Pedro II deu permissão a Francisco Pereira Passos para construção e exploração da Estrada de Ferro do Corcovado, que foi inaugurada em 1884 pelo próprio imperador .Silvestre tem esse nome por causa de Silvestre Pires de Carvalho, dono de uma chácara em Santa Teresa adquirida em 1853 pelo governo para um novo reservatório a serviço da água que descia do Rio da Carioca para os chafarizes do Largo de mesmo nome. Ficava no fim da rua do Aqueduto, lugar da futura estação de trem do Corcovado.
Marc Ferrez
Morro do Corcovado
circa 1900

Pedra da Gávea vista da Floresta da Tijuca
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Pedra da Gávea vista da Floresta da Tijuca
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1880

Queda d´água
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Queda d´água
Queda d'água em meio à vegetação. No centro da imagem, homem com cajado se apoia em pedras sobre o rio.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1880

Viaduto do Chá
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Viaduto do Chá
O Viaduto do Chá foi idealizado em 1877, mas só começou de fato a ser construído em 1888. Porém, por oposição de moradores importantes da região, como o Barão de Tatuí, que teria sua casa desapropriada, a obra do viaduto foi embargada. Somente em 1889, após uma manifestação onde os populares, munidos de picaretas derrubaram parte de uma parede da casa do Barão de Tatuí, forçando este a se mudar, a obra do viaduto foi retomada. Originalmente, a Companhia Ferrocarril, responsável pelo viaduto, cobrava 3 vinténs de pedágio para atravessar o viaduto. É considerado o primeiro viaduto de São Paulo.
Guilherme Gaensly
Vale do Anhangabaú
circa 1920

Vale do Anhangabaú
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Vale do Anhangabaú
Vista do vale do Anhangabaú, destacando-se os Palacetes Prates. Mais ao fundo está o prédio onde funcionava a agência do Almanak Laermmet. Os palacetes, idênticos, foram construídos pelo fazendeiro Eduardo da Silva Prates, o Conde de Prates. No primeiro deles foi instalada Prefeitura e, posteriormente, a Câmara. Com a venda do edifício ao Banco Mercantil, na década de 1950, a Prefeitura mudou-se, mas a Câmara permaneceu ali, agora ocupando todas as instalações do prédio (que passou a chamar-se Palacete Anchieta). O palacete foi demolido na década de 1970, e no lugar o banco ergueu um novo edifício.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1920

Palacete Prates (Automóvel Clube)
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Palacete Prates (Automóvel Clube)
Os Palacetes Prates, idênticos, foram construídos pelo fazendeiro Eduardo da Silva Prates, o Conde de Prates. No primeiro deles foi instalada Prefeitura e, posteriormente, a Câmara. Com a venda do edifício ao Banco Mercantil, na década de 1950, a Prefeitura mudou-se, mas a Câmara permaneceu ali, agora ocupando todas as instalações do prédio (que passou a chamar-se Palacete Anchieta). O palacete foi demolido na década de 1970, e no lugar o banco ergueu um novo edifício.
Guilherme Gaensly
Vale do Anhangabaú
circa 1920

Jardins do vale do Anhangabaú
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Jardins do vale do Anhangabaú
Vista do vale do Anhangabaú, destacando-se os Palacetes Prates. Os palacetes, idênticos, foram construídos pelo fazendeiro Eduardo da Silva Prates, o Conde de Prates. No primeiro deles foi instalada Prefeitura e, posteriormente, a Câmara. Com a venda do edifício ao Banco Mercantil, na década de 1950, a Prefeitura mudou-se, mas a Câmara permaneceu ali, agora ocupando todas as instalações do prédio (que passou a chamar-se Palacete Anchieta). O palacete foi demolido na década de 1970, e no lugar o banco ergueu um novo edifício.
Guilherme Gaensly
Centro
circa 1925

Avenida Paulista
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Avenida Paulista
A Avenida Paulista foi inaugurada em 8 de dezembro de 1891, por iniciativa do engenheiro uruguaio Joaquim Eugênio de Souza Lima. Seria chamada Avenida das Acácias ou Prado de São Paulo, mas por iniciativa do próprio engenheiro ela foi batizada de Paulista, em homenagem aos paulistas. O que impulsionou sua abertura foi o desejo dos cafeicultores do estado de possuírem residência fixa na cidade, mas num local que não estivesse próximo ao Centro Velho da cidade. A avenida seguia padrões urbanísticos relativamente novos, e seus palacetes incorporaram elementos da arquitetura eclética. Até a década de 1950 seu perfil era basicamente residencial, até que o desenvolvimento da cidade levou novos empreendimentos comerciais à região e a avenida passou por profundas reformas arquitetônicas e paisagísticas.
Guilherme Gaensly
Bela Vista
circa 1920

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