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Ruínas de São Miguel
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Ruínas de São Miguel
A igreja de São Miguel foi construída no século XVIII, entre 1735 e 1745. A igreja não chegou a ser finalizada, pois faltou a segunda torre. O templo fica localizado na região dos Sete Povos das Missões, um conjunto de sete aldeamentos indígenas fundados pelos jesuítas com intuito de levar a catequese aos povos nativos. O local foi motivo de disputa constante entre Portugal e Espanha, até que em 1750, pelo Tratado de Madri os Sete Povos das Missões passaram ao domínio português, em troca da Colônia do Sacramento que passou para o domínio espanhol.
Hermann Meyer
São Miguel das Missões
1898

Colônia Neu-Württemberg
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Colônia Neu-Württemberg
A colônia Neu-Württemberg, no noroeste da Província do Rio Grande do Sul, foi formada a partir da compra de terras pela Empresa de Colonização Dr. Herrmann Meyer. As primeiras terras adquiridas por Meyer, a partir de 1897, formaram as colônias de Neu-Württemberg, Xingu, Boi Preto, Fortaleza, Erval Seco e Júlio de Castilhos. A maioria das terras foram compradas de particulares, e o objetivo das colônias era abrigar imigrantes alemães e protestantes, limitando a entrada dos que não se encaixassem nesse padrão. Um dos problemas da formação dessas colônias foi a expulsão dos trabalhadores nacionais, até então instalados nas zonas de mata e obrigados a deixar seus ranchos. Tais trabalhadores muitas vezes não possuíam títulos de legitimação de posse e, para a Empresa de Colonização, a falta deste representava intrusão, passível de ser punida com a expulsão das terras. O sucesso da colônia Neu-Württemberg, devido à proximidade com a estrada de ferro, a existência de matas com madeiras valiosas e toda uma infra-estrutura adequada, acabou servindo como modelo para suas congêneres. Neu-Württemberg é conhecida atualmente como a cidade de Panambi.
Hermann Meyer
Panambi
circa 1890

Avenida de palmeiras
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Avenida de palmeiras
A alameda Duque de Caxias é popularmente conhecida como rua das Palmeiras. A plantação de suas palmeiras se deu em 1876 pelo fundador da cidade Dr. Hermann Bruno Otto von Blumenau. Blumenau foi fundada em 1850 por um grupo de 17 imigrantes alemães que tinham por intuito fundar uma colônia.
Autoria não identificada
Centro
circa 1900

Vista do Rio de Janeiro
Archive/Collection: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Vista do Rio de Janeiro
A ilha das Cobras, desde a fundação da cidade fez parte de seu sistema de defesa com a construção do forte de Santa Margarida em 1641. No entanto, o forte não foi suficiente para conter as investidas do corsário francês Dugay Trouin, em 1711. Depois de expulsos os invasores, a ilha foi fortificada novamente em 1735, com a construção do Forte São José, que além de fortaleza foi usado como prisão, abrigando, inclusive, Tiradentes. No primeiro Império a ilha passou para o Ministério da Marinha, que construiu dois diques e um hospital. Ainda hoje a ilha permanece com instalações navais, além de ter, tombados, a porta em granito da antiga fortaleza e o frontispício da capela da luz.
Autoria não identificada
Ilha das Cobras
circa 1890

O jardim de Wornsdorffs
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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O jardim de Wornsdorffs
Paul Ehrenreich
Rio de Janeiro
1894

Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar uma fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. Somente no reinado de D. Pedro I que o jardim tomou ares de Jardim Botânico, sob os cuidados de Frei Leandro do Sacramento, quando a fábrica incendiou-se e não foi mais reerguida.
Paul Ehrenreich
Jardim Botânico
circa 1894

Mercado da Praia do Peixe e, ao fundo, Alfândega
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Mercado da Praia do Peixe e, ao fundo, Alfândega
A praia do Peixe ia originalmente do bairro da Misericórdia até o Arsenal. Depois de construído o cais que seria chamado Pharoux (onde hoje é a Praça XV), ficou limitado ao trecho entre o Largo do Paço e a Alfândega. Foi ali que apareceu o primeiro mercado da cidade, inicialmente ao relento e depois abrigado numa ampla casa desenhada por Grandjean de Montigny. Ao lado do mercado havia um cais para a atracação dos barcos peixeiros, construído pelo engenheiro Borja Castro.
Marc Ferrez
Praia do Peixe (região da Praça XV)
circa 1890

Rua Direita, atual rua Primeiro de Março. Da esquerda para direita: as igrejas do Carmo, da Ordem Terceira do Carmo, da Candelária e as torres das igrejas de Santa Cruz dos Militares e de Nossa Senhora da Lapa dos Mercadores. Destaque para o Hotel de France.
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Direita, atual rua Primeiro de Março. Da esquerda para direita: as igrejas do Carmo, da Ordem Terceira do Carmo, da Candelária e as torres das igrejas de Santa Cruz dos Militares e de Nossa Senhora da Lapa dos Mercadores. Destaque para o Hotel de France.
À esquerda, na rua Direita (atual Primeiro de Março), vemos a Capela Real (inicialmente uma capela erguida em homenagem a Nossa Senhora do Carmo, elevada à capela real por D. João VI e à catedral por D. Pedro I) e o passadiço que a ligava ao Convento do Carmo. Ao lado da Capela está a Igreja da Ordem Terceira do Carmo, erguida em 1770, cuja fachada se destaca por ser toda em cantaria. Ao fundo, também à esquerda, estão as torres da Igreja da Candelária. À direita, em primeiro plano, vemos parte do jardim instalado quando da remodelação do Largo do Paço (em 1894), depois chamado Praça XV de Novembro. O edifício de esquina é o Hotel de France, demolido na década de 1930.
Marc Ferrez
Rua Direita (atual Primeiro de Março)
circa 1894

Aqueduto da Carioca (Arcos da Lapa)
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Aqueduto da Carioca (Arcos da Lapa)
Marc Ferrez
Atual praça Cardeal Câmara ; Lapa
circa 1901