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Vista panorâmica do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista panorâmica do Rio de Janeiro
Marc Ferrez
Centro
circa 1890

A Glória vista de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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A Glória vista de Santa Teresa
Vista do bairro da Glória a partir de Santa Teresa. À esquerda, vê-se a a alta chaminé da The Rio de Janeiro City Improvements Limited (ou simplesmente City), empresa responsável pelo tratamento de esgotos da cidade na época, inaugurada em 1864. Ao lado da chaminé da City está o mercado da Glória, inaugurado pelo vereador Haddock Lobo em 1857. Também destaca-se na imagem a Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, inaugurada por volta de 1740 para substituir a frágil ermida original. Ao fundo, à direita, está o Pão de Açúcar.
Marc Ferrez
Glória
circa 1880

Rio de Janeiro visto do Morro do Castelo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rio de Janeiro visto do Morro do Castelo
Panorama do Rio de Janeiro tomado do Morro do Castelo, um dos marcos iniciais da cidade colonial, destruído em 1922. Podemos ver as torres das igrejas da Candelária, ao centro, e de Nossa Senhora do Carmo, à direita.
Marc Ferrez
Centro
circa 1880

Vista geral de Petrópolis
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista geral de Petrópolis
Vista geral da cidade serrana de Petrópolis, com a estação em primeiro plano. A história de Petrópolis começa ainda com o Imperador D. Pedro I. Numa de suas viagens para a região das Minas Gerais, passando pelo Caminho do Ouro, ele se encantou com a beleza e o clima da região. As terras pertenciam ao Padre Correia, que dava abrigo aos viajantes e se recusava a vender sua propriedade. Pedro I então comprou a Fazenda do Córrego Seco, com a intenção de ali construir um palácio. Mas foi somente seu filho, D. Pedro II, quem construiu uma residência de verão, hoje transformada em Museu Imperial. A partir de 1843 o imperador passou ao engenheiro alemão Julio Koeler a tarefa de projetar as primeiras casas da cidade.
Marc Ferrez
Centro
circa 1880

A Glória vista de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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A Glória vista de Santa Teresa
Vista do bairro da Glória, com o morro do Pão de Açúcar ao fundo, em fotografia tirada de Santa Teresa. À esquerda vê-se a alta chaminé da The Rio de Janeiro City Improvements Limited (ou simplesmente City), empresa responsável pelo tratamento de esgotos da cidade na época, inaugurada em 1864. Ao lado da chaminé da City está o mercado da Glória, inaugurado pelo vereador Haddock Lobo em 1857. Mais atrás vê-se a Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, inaugurada por volta de 1740 para substituir a frágil ermida original.
Marc Ferrez
Glória
circa 1880

Entrada do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Entrada do Rio de Janeiro
Entrada da baía de Guanabara, com a cadeia de montanhasde Niterói ao fundo e o morro do Pão de Açúcar à direita.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1880

Os Arcos e os morros de Santo Antônio e do Castelo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Os Arcos e os morros de Santo Antônio e do Castelo
À esquerda vê-se o Aqueduto da Carioca, mais conhecido como Arcos da Lapa, construído no século XVIII com a função inicial de captar água do rio Carioca para resolver o crônico problema de abastecimento da cidade. No século XVIII o monumento perdeu sua função original para servir de viaduto para os bondes. Também à esquerda está o Morro de Santo Antônio e o convento de mesmo nome, construído no início do século XVII. À direita vemos o Morro do Castelo, um dos marcos iniciais da cidade colonial.
Marc Ferrez
Centro
circa 1880

Ponte do Silvestre
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Ponte do Silvestre
Ponte do Silvestre na estrada de ferro para o Corcovado. Em 1882 D. Pedro II deu permissão a Francisco Pereira Passos para construção e exploração da Estrada de Ferro do Corcovado, que foi inaugurada em 1884 pelo próprio imperador .Silvestre tem esse nome por causa de Silvestre Pires de Carvalho, dono de uma chácara em Santa Teresa adquirida em 1853 pelo governo para um novo reservatório a serviço da água que descia do Rio da Carioca para os chafarizes do Largo de mesmo nome. Ficava no fim da rua do Aqueduto, lugar da futura estação de trem do Corcovado.
Marc Ferrez
Cosme Velho
circa 1895

Escola Militar
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Escola Militar
A Escola Militar tem suas origens relacionadas à Escola Politécnica, antiga Escola Central, localizada no Largo de São Francisco de Paula no prédio erguido especialmente para abrigar uma escola de ensino superior. A Escola Politécnica estava ligada a Academia Real Militar, depois Escola Militar, transferida em 1812 da Casa do Trem para o Largo de São Francisco. Em 1851 passou pela primeira grande reforma, que a dividiu em duas: a Escola Militar propriamente dita e a de Aplicação, instalada provisoriamente na fortaleza de São João. Posteriormente, graças à intervenção do Ministro da Guerra Jerônimo Coelho, a Escola Militar passou a denominar-se Central, dedicada especialmente ao aperfeiçoamento científico dos seus alunos, e a de Aplicação, na Praia Vermelha, transformou-se em 1859 em Militar e de Aplicação. Em 1874, a totalidade do ensino militar passou para a escola da Praia Vermelha.
Marc Ferrez
Praia Vermelha
circa 1880