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Colônia Neu-Württemberg
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Colônia Neu-Württemberg
A colônia Neu-Württemberg, no noroeste da Província do Rio Grande do Sul, foi formada a partir da compra de terras pela Empresa de Colonização Dr. Herrmann Meyer. As primeiras terras adquiridas por Meyer, a partir de 1897, formaram as colônias de Neu-Württemberg, Xingu, Boi Preto, Fortaleza, Erval Seco e Júlio de Castilhos. A maioria das terras foram compradas de particulares, e o objetivo das colônias era abrigar imigrantes alemães e protestantes, limitando a entrada dos que não se encaixassem nesse padrão. Um dos problemas da formação dessas colônias foi a expulsão dos trabalhadores nacionais, até então instalados nas zonas de mata e obrigados a deixar seus ranchos. Tais trabalhadores muitas vezes não possuíam títulos de legitimação de posse e, para a Empresa de Colonização, a falta deste representava intrusão, passível de ser punida com a expulsão das terras. O sucesso da colônia Neu-Württemberg, devido à proximidade com a estrada de ferro, a existência de matas com madeiras valiosas e toda uma infra-estrutura adequada, acabou servindo como modelo para suas congêneres. Neu-Württemberg é conhecida atualmente como a cidade de Panambi.
Hermann Meyer
Panambi
circa 1890

Vista do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Vista do Rio de Janeiro
A ilha das Cobras, desde a fundação da cidade fez parte de seu sistema de defesa com a construção do forte de Santa Margarida em 1641. No entanto, o forte não foi suficiente para conter as investidas do corsário francês Dugay Trouin, em 1711. Depois de expulsos os invasores, a ilha foi fortificada novamente em 1735, com a construção do Forte São José, que além de fortaleza foi usado como prisão, abrigando, inclusive, Tiradentes. No primeiro Império a ilha passou para o Ministério da Marinha, que construiu dois diques e um hospital. Ainda hoje a ilha permanece com instalações navais, além de ter, tombados, a porta em granito da antiga fortaleza e o frontispício da capela da luz.
Autoria não identificada
Ilha das Cobras
circa 1890

Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar uma fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. Somente no reinado de D. Pedro I que o jardim tomou ares de Jardim Botânico, sob os cuidados de Frei Leandro do Sacramento, quando a fábrica incendiou-se e não foi mais reerguida.
Paul Ehrenreich
Jardim Botânico
circa 1894

Mercado da Praia do Peixe e, ao fundo, Alfândega
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Mercado da Praia do Peixe e, ao fundo, Alfândega
A praia do Peixe ia originalmente do bairro da Misericórdia até o Arsenal. Depois de construído o cais que seria chamado Pharoux (onde hoje é a Praça XV), ficou limitado ao trecho entre o Largo do Paço e a Alfândega. Foi ali que apareceu o primeiro mercado da cidade, inicialmente ao relento e depois abrigado numa ampla casa desenhada por Grandjean de Montigny. Ao lado do mercado havia um cais para a atracação dos barcos peixeiros, construído pelo engenheiro Borja Castro.
Marc Ferrez
Praia do Peixe (região da Praça XV)
circa 1890

Partida para a colheita do café
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Partida para a colheita do café
Mulheres com seus filhos de colo, homens e crianças, a maioria negros, provavelmente escravizados, o feitor e o capataz, ou administrador, da fazenda posam para a fotografia, antes de sairem para a colheita de café. A fazenda não foi identificada. A fotografia, provavelmente composta cuidadosamente por Ferrez, permite analisar as feições e a posição corporal de cada um dos fotografados. Destaca-se, contudo, a ausência de expressividade nos rostos e corpos, que contrasta com a posição do corpo administrador. Por seu vestuário, seu olhar seguro para a câmara e a posição do seu braço, a imagem reforça as hierarquias e diferenças que a sociedade brasileira, ao optar pela escravidão como base da economia e da estruturação social, fez questão de enfatizar.
Marc Ferrez
Vale do Paraíba
circa 1882

Jangadas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jangadas
Marc Ferrez
Nordeste brasileiro
circa 1875

Igreja do Senhor Bom Jesus de Matosinhos e as capelas dos Passos da Paixão de Cristo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja do Senhor Bom Jesus de Matosinhos e as capelas dos Passos da Paixão de Cristo
A cidade de Congonhas do Campo, no interior de Minas Gerais, abriga um dos mais impressionantes conjuntos de arte barroca no Brasil, com 66 imagens em cedro dos passos da Paixão de Cristo e os 12 Profetas feitos em pedra-sabão, todos obra do escultor Aleijadinho. As 66 imagens, produzidas entre cerca de 1796 e 1799, foram dispostas nas 6 capelas dos Passos da Paixão de Cristo: Ceia, Horto, Prisão, Flagelação/Coroação de Espinhos, Cruz-às-Costas e Crucificação. Estão localizadas na ladeira que dá de frente para a igreja. O Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos, que abriga a igreja homônima, foi inspirado no Santuário do Bom Jesus do Monte, em Braga, Portugal, local de origem do fundador do santuário de Congonhas. Sua construção teve início por volta de 1757 e terminou cerca de 1790.
Marc Ferrez
Santuário de Congonhas do Campo
circa 1880

Bairro do Flamengo visto do Morro da Nova Cintra
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bairro do Flamengo visto do Morro da Nova Cintra
Marc Ferrez
Flamengo
circa 1890

Panorama do bairro do Flamengo a partir do Catete
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Panorama do bairro do Flamengo a partir do Catete
Marc Ferrez
Rua Princesa Imperial, atual Tavares Bastos ; Catete
circa 1890