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Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palácio Monroe
Palácio Monroe, inaugurado em 1906 no final da Avenida Central (atual Avenida Rio Branco) para sede da Conferência Pan-Americana do Rio de Janeiro. Reprodução, com aproveitamento parcial de material original do Pavilhão Brasileiro na Exposição Internacional de 1904 em St.Louis (EUA), que recebeu o grande prêmio do júri da exposição. Projeto de uma comissão chefiada pelo general engenheiro Francisco Marcelino de Souza Aguiar. Utilizado inicialmente para exposições, em 1914, funcionou temporariamente como Câmara dos Deputados e,em 1922, serviu de sede para a Comissão Executiva da Exposição do Centenário da Independência do Brasil. Entre 1925 e 1960, funcionou como Senado Federal. Foi demolido na década de 1970. No primeiro plano, à esquerda, parte do Edifício Lafond, um dos primeiros prédios de apartamentos da cidade, na esquina com a Rua Santa Luzia. À direita do palácio está o Passeio Público. Ao fundo, à esquerda, o Outeiro da Glória e, à direita, os morros de Santa Teresa (à frente) e Nova Cintra (atrás).
José dos Santos Affonso
Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1920

Panorama noturno da Exposição Internacional de 1922
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Panorama noturno da Exposição Internacional de 1922
Vista noturna do teatro Municipal.
Autoria não identificada
Centro ; Cinelândia
7 de setembro de 1922

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Avenida Rio Branco
A abertura de uma avenida que cortasse o centro da cidade de ponta a ponta estava prevista quando começaram as obras no porto do Rio de Janeiro, no início do século XX. Foi então rasgado um caminho, em linha reta, que ia da Praia da Ajuda à Prainha, e a maioria das ruas do entorno foi arrasada, além de desapropriados inúmeros imóveis. A primeira casa derrubada foi em março de1904 e já em setembro o prefeito Pereira Passos, o engenheiro Paulo de Frontin (nomeado chefe das obras), Rodrigues Alves e Lauro Müller podiam percorrer a avenida de 1.996 metros de comprimento e 33 metros de largura. Com pavimentação artística de mestres calceteiros cedidos pela Câmara de Lisboa e ornamentada com paus-brasil e jambeiros, a Avenida Central foi aberta ao tráfego em 1905.
Photo Lopes Rio
Avenida Presidente Wilson ; Centro
circa 1917

Praia de Santa Luzia; ao fundo, o Palácio Monroe
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Praia de Santa Luzia; ao fundo, o Palácio Monroe
Guilherme Santos
Praia de Santa Luzia, avenida Beira-Mar ; Centro
circa 1915

Palácio Monroe iluminado para a chegada dos reis da Bélgica
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Palácio Monroe iluminado para a chegada dos reis da Bélgica
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco ; Centro
20 de setembro de 1920

Visita dos Reis da Bélgica; chegada do Rei Alberto I, ao fundo, o Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Visita dos Reis da Bélgica; chegada do Rei Alberto I, ao fundo, o Palácio Monroe
Guilherme Santos
Centro ; Avenida Rio Branco
1920

Vista da Lapa e do Centro a partir de Santa Teresa; ao fundo, destaque para o Palácio Monroe, Biblioteca Nacional e Morro do Castelo
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Vista da Lapa e do Centro a partir de Santa Teresa; ao fundo, destaque para o Palácio Monroe, Biblioteca Nacional e Morro do Castelo
Guilherme Santos
Rua Dias de Barros ; Santa Teresa
circa 1920

Praça Floriano, Cinelândia; ao fundo, o Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praça Floriano, Cinelândia; ao fundo, o Palácio Monroe
Guilherme Santos
Avenida Rio Branco ; Praça Floriano (Cinelândia) ; Centro
circa 1925

Visita do Rei da Bélgica, Alberto I
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Visita do Rei da Bélgica, Alberto I
Guilherme Santos
Avenida Beira-Mar ; Centro
1920