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Série Xingu - Homem de povo não identificado
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
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Série Xingu - Homem de povo não identificado
Fotografia integra conjunto realizado ao longo da década de 1970, quando Maureen Bisilliat fez uma série de viagens ao Parque Indígena do Xingu, no estado de Mato Grosso. A motivação para a realização do ensaio partiu do sertanista e amigo Orlando Villas- Bôas, que facilitou seu contato e convivência com diversos povos indígenas da região. Os ensaios, que totalizam cerca de 1250 fotografias coloridas e preto e branco, retratam aspectos do cotidiano, dos rituais, das manifestações culturais e da organização de diferentes etnias da região (Kalapalo, Mehinako, Yudjá/Juruna, entre outros). Em 1975, algumas fotografias da coleção foram expostas na sala Xingu Terra, da 13ª Bienal de São Paulo, marcando a primeira participação indígena no evento. O conjunto também deu origem aos livros Xingu - Detalhes de uma cultura (1978); Xingu - Território Tribal (1979), em parceria com os irmãos Villas-Bôas; e ao documentário Xingu Terra (1979).
Maureen Bisilliat
Parque Indígena do Xingu
circa 1975

Série Xingu - Homens de povo não identificado
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
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Série Xingu - Homens de povo não identificado
Fotografia integra conjunto realizado ao longo da década de 1970, quando Maureen Bisilliat fez uma série de viagens ao Parque Indígena do Xingu, no estado de Mato Grosso. A motivação para a realização do ensaio partiu do sertanista e amigo Orlando Villas- Bôas, que facilitou seu contato e convivência com diversos povos indígenas da região. Os ensaios, que totalizam cerca de 1250 fotografias coloridas e preto e branco, retratam aspectos do cotidiano, dos rituais, das manifestações culturais e da organização de diferentes etnias da região (Kalapalo, Mehinako, Yudjá/Juruna, entre outros). Em 1975, algumas fotografias da coleção foram expostas na sala Xingu Terra, da 13ª Bienal de São Paulo, marcando a primeira participação indígena no evento. O conjunto também deu origem aos livros Xingu - Detalhes de uma cultura (1978); Xingu - Território Tribal (1979), em parceria com os irmãos Villas-Bôas; e ao documentário Xingu Terra (1979).
Maureen Bisilliat
Parque Indígena do Xingu
circa 1975

Série Xingu - Banho de rio
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
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Série Xingu - Banho de rio
Fotografia integra conjunto realizado ao longo da década de 1970, quando Maureen Bisilliat fez uma série de viagens ao Parque Indígena do Xingu, no estado de Mato Grosso. A motivação para a realização do ensaio partiu do sertanista e amigo Orlando Villas- Bôas, que facilitou seu contato e convivência com diversos povos indígenas da região. Os ensaios, que totalizam cerca de 1250 fotografias coloridas e preto e branco, retratam aspectos do cotidiano, dos rituais, das manifestações culturais e da organização de diferentes etnias da região (Kalapalo, Mehinako, Yudjá/Juruna, entre outros). Em 1975, algumas fotografias da coleção foram expostas na sala Xingu Terra, da 13ª Bienal de São Paulo, marcando a primeira participação indígena no evento. O conjunto também deu origem aos livros Xingu - Detalhes de uma cultura (1978); Xingu - Território Tribal (1979), em parceria com os irmãos Villas-Bôas; e ao documentário Xingu Terra (1979).
Maureen Bisilliat
Parque Indígena do Xingu
circa 1975

Série Xingu - Homens de povo não identificado
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
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Série Xingu - Homens de povo não identificado
Fotografia integra conjunto realizado ao longo da década de 1970, quando Maureen Bisilliat fez uma série de viagens ao Parque Indígena do Xingu, no estado de Mato Grosso. A motivação para a realização do ensaio partiu do sertanista e amigo Orlando Villas- Bôas, que facilitou seu contato e convivência com diversos povos indígenas da região. Os ensaios, que totalizam cerca de 1250 fotografias coloridas e preto e branco, retratam aspectos do cotidiano, dos rituais, das manifestações culturais e da organização de diferentes etnias da região (Kalapalo, Mehinako, Yudjá/Juruna, entre outros). Em 1975, algumas fotografias da coleção foram expostas na sala Xingu Terra, da 13ª Bienal de São Paulo, marcando a primeira participação indígena no evento. O conjunto também deu origem aos livros Xingu - Detalhes de uma cultura (1978); Xingu - Território Tribal (1979), em parceria com os irmãos Villas-Bôas; e ao documentário Xingu Terra (1979).
Maureen Bisilliat
Parque Indígena do Xingu
circa 1975

Série Bolívia
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
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Série Bolívia
Fotografia integra conjunto realizado na década de 1970, quando Maureen Bisilliat fotografou aspectos culturais e sociais dos altiplanos andinos na Bolívia. Algumas das imagens foram publicadas no livro “Fotografias” (2019) e expostas na galeria do Centro de Comunicações e Artes do Senac - SP em 1999.
Maureen Bisilliat
Bolívia
1970s

Série Bolívia
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
02416BOL1011.jpg
Série Bolívia
Fotografia integra conjunto realizado na década de 1970, quando Maureen Bisilliat fotografou aspectos culturais e sociais dos altiplanos andinos na Bolívia. Algumas das imagens foram publicadas no livro “Fotografias” (2019) e expostas na galeria do Centro de Comunicações e Artes do Senac - SP em 1999.
Maureen Bisilliat
Bolívia
1970s

Série Bolívia
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
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Série Bolívia
Fotografia integra conjunto realizado na década de 1970, quando Maureen Bisilliat fotografou aspectos culturais e sociais dos altiplanos andinos na Bolívia. Algumas das imagens foram publicadas no livro “Fotografias” (2019) e expostas na galeria do Centro de Comunicações e Artes do Senac - SP em 1999.
Maureen Bisilliat
Altiplanos andinos
1970s

Série Amazonas - Embarcação
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
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Série Amazonas - Embarcação
Fotografia integra conjunto realizado em 1985, quando Maureen Bisilliat percorreu as margens dos rios Amazonas e Solimões durante 48 dias. A inspiração para o itinerário foi uma das viagens realizadas por Mário de Andrade em 1927, registrado no diário de bordo do escritor, publicado posteriormente sob o título de “Turista Aprendiz” (1976). Acompanhada por Dorian Taterka, pelo cinegrafista Lúcio Kodato e por seu marido Jacques Bisilliat, Maureen teve a oportunidade de conhecer aspectos da vida da população ribeirinha. O percurso, realizado a bordo do pequeno barco Lima Gonçalves, passou pelo roteiro Belém – Manaus, Manaus – Porto Velho e, por último, Porto velho – Belém. As fotografias da viagem foram expostas na XVIII Bienal de São Paulo (1985), onde o filme da viagem também foi exibido. Além disso, a iniciativa deu origem à publicação do livro “Decantando as águas – o Turista Aprendiz Revisitado” (2013), projeto que contou com a participação de Ruth Klotzel (apresentação), Kelly Polato (tratamento de imagens retiradas do filme da viagem) e Maria Luiza X. Souto (organização).
Maureen Bisilliat
Amazônia
1985

Série Amazonas - Embarcação
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
02409AM0619.jpg
Série Amazonas - Embarcação
Fotografia integra conjunto realizado em 1985, quando Maureen Bisilliat percorreu as margens dos rios Amazonas e Solimões durante 48 dias. A inspiração para o itinerário foi uma das viagens realizadas por Mário de Andrade em 1927, registrado no diário de bordo do escritor, publicado posteriormente sob o título de “Turista Aprendiz” (1976). Acompanhada por Dorian Taterka, pelo cinegrafista Lúcio Kodato e por seu marido Jacques Bisilliat, Maureen teve a oportunidade de conhecer aspectos da vida da população ribeirinha. O percurso, realizado a bordo do pequeno barco Lima Gonçalves, passou pelo roteiro Belém – Manaus, Manaus – Porto Velho e, por último, Porto velho – Belém. As fotografias da viagem foram expostas na XVIII Bienal de São Paulo (1985), onde o filme da viagem também foi exibido. Além disso, a iniciativa deu origem à publicação do livro “Decantando as águas – o Turista Aprendiz Revisitado” (2013), projeto que contou com a participação de Ruth Klotzel (apresentação), Kelly Polato (tratamento de imagens retiradas do filme da viagem) e Maria Luiza X. Souto (organização).
Maureen Bisilliat
Amazônia
1985