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Largo da Sé e as igrejas da Matriz e de São Pedro
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Largo da Sé e as igrejas da Matriz e de São Pedro
Largo da Sé. Em destaque, à direita, a catedral e, à esquerda, a igreja de São Pedro dos Clérigos.
Marc Ferrez
Largo da Sé
circa 1880

Demolição do mercado da Glória; ao fundo, o Outeiro da Glória
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Demolição do mercado da Glória; ao fundo, o Outeiro da Glória
A Glória surgiu por mando do vice-rei Marquês do Lavradio para preparar feiras livres de impostos e normalizar, assim, o abastecimento das capitanias do Rio e de Minas no século XVIII. Em 1857 o bairro foi totalmente remodelado pelo Vereador Haddock Lobo, que levantou novo mercado, a fim de dar melhor aparência ao logradouro. O Mercado da Glória, construído em 1858, no entanto, foi demolido durante as reformas urbanas entre 1903 e 1906. O mercado veio a se transformar em um cortiço, demolido pelo prefeito Pereira Passos, e substituído por uma praça (no atual Largo da Glória).
Torres
Glória
1904

Obras na Avenida Central, atual Rio Branco
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Obras na Avenida Central, atual Rio Branco
Autoria não identificada
Centro
circa 1905

Construção da Avenida Central - edifícios em obras; trecho em direção à Prainha, atual Praça Mauá
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Construção da Avenida Central - edifícios em obras; trecho em direção à Prainha, atual Praça Mauá
Avenida Central, em direção às obras do porto, na Prainha, tomada de um edifício nas proximidades da Rua Sete de Setembro (à direita, ao fundo, a Igreja da Candelária).
Torres
Rua Sete de Setembro, próximo à Avenida Central, atual Avenida Rio Branco ; Centro
1906

Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro; tomada da Avenida Augusto Severo
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro; tomada da Avenida Augusto Severo
A Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, considerada uma jóia da arquitetura colonial brasileira, teve sua construção iniciada na segunda metade do século XVIII, por volta de 1714. O autor do projeto era o arquiteto tenente-coronel José Cardoso de Ramalho, nomeado por D. João V para o posto de Capitão de Infantaria da Capitania do Rio de Janeiro. Pronta em 1739, a igreja tem trabalhos ornamentais em talha que representam a transição entre o final do estilo rococó e o neoclássico. No interior há azulejos renascentistas representando cenas inspiradas na Bíblia, cuja autoria é atribuída a Mestre Valentim, expoente da azulejaria joanina no país.
Autoria não identificada
Bairro da Glória
circa 1945

Igreja do Corpo Santo
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Igreja do Corpo Santo
Igreja do Corpo Santo, também conhecida como de São Pedro Gonçalves, demolida em outubro de 1913, durante as reformas que visavam ampliar a cidade de Recife. Suas relíquias foram transferidas para a igreja Matriz da Boa Vista. A igreja já existia no século XVII, quando da invasão holandesa à cidade.
Francisco du Bocage
Bairro do Recife, atual Recife Antigo
circa 1910

Telamão
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Telamão
Horacio Coppola
Igreja de Nossa Senhora do Carmo
1945

São Simão Stock, cabeça
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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São Simão Stock, cabeça
Horacio Coppola
Igreja de Nossa Senhora do Carmo
1945

Parábola do rico avarento, detalhe de púlpito
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Parábola do rico avarento, detalhe de púlpito
Horacio Coppola
Igreja de Nossa Senhora do Carmo
1945