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Porto de Santos
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Porto de Santos
O porto de Santos é um porto natural, formado pela baía e o estuário de Santos entre as ilhas de São Vicente e Santo Amaro. Inicialmente chamou-se porto de São Vicente e era formado por um conjunto de trapiches de madeira, instalados num terreno de mangue na beira do mar, e facilitavam a atracação de navios de pequeno porte. A vila que chamou-se de Santos foi se desenvolvendo à medida que o porto foi crescendo, e o cultivo de café em São Paulo contribui bastante para esse desenvolvimento. Em 1864 dá-se início à construção da Estrada de Ferro São Paulo Railway, inaugurada em 1867, primeira ligação ferroviária entre o porto e o resto da Província. A ferrovia garantia o escoamento da carga destinada ao exterior e contribuiu para tornar o Porto de Santos o maior porto brasileiro.
Marc Ferrez
Santos
circa 1880

Vista Panorâmica de Santos
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
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Vista Panorâmica de Santos
O povoamento de Santos começou em 1531, quando os primeiros colonizadores portugueses chegaram à região na expedição de Martim Afonso de Souza. O objetivo de Martim Afonso era distribuir entre os fidalgos que o acompanhavam terras ao redor da Ilha de São Vicente. No ano seguinte foi fundada a Vila de São Vicente, que viria a se tornar a capital da Capitania que levou seu nome. Entre 1532 e 1540 são desbravadas as terras ao longo do rio São Vicente, até que finalmente colonos se estabeleceram na região chamada pelos indígenas de Enguaguaçu, que possuía melhores fontes de água e melhores terras. Foi aí que surgiram os primeiros engenhos da capitania. Em 1540 Brás Cubas, servidor pessoal de Martim Afonso, volta de uma viagem a Portugal e participa ativamente da luta para a expulsão de indígenas que haviam atacado São Vicente em 1534 (por conta desses ataques, foi-se desenvolvendo Enguaguaçu, para onde fugiram as pessoas). Brás Cubas participa do desenvolvimento do povoado, e em 1545 assume o cargo de Capitão-Mor da Capitania de São Vicente, e logo depois deu foro de Vila à Enguaguaçu, transformando-a em Vila do Porto de Santos.
Marc Ferrez
Porto de Santos
circa 1880

Cidade de Santos tirada da Ilha de Barnabé
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cidade de Santos tirada da Ilha de Barnabé
O povoamento de Santos começou em 1531, quando os primeiros colonizadores portugueses chegaram à região na expedição de Martim Afonso de Souza. O objetivo de Martim Afonso era distribuir entre os fidalgos que o acompanhavam terras ao redor da Ilha de São Vicente. No ano seguinte foi fundada a Vila de São Vicente, que viria a se tornar a capital da Capitania que levou seu nome. Entre 1532 e 1540 são desbravadas as terras ao longo do rio São Vicente, até que finalmente colonos se estabeleceram na região chamada pelos indígenas de Enguaguaçu, que possuía melhores fontes de água e melhores terras. Foi aí que surgiram os primeiros engenhos da capitania. Em 1540, Brás Cubas, servidor pessoal de Martim Afonso, volta de uma viagem a Portugal e participa ativamente da luta para a expulsão de indígenas que haviam atacado São Vicente em 1534 (por conta desses ataques, foi-se desenvolvendo Enguaguaçu, para onde fugiram as pessoas). Brás Cubas participa do desenvolvimento do povoado, e em 1545 assume o cargo de Capitão-Mor da Capitania de São Vicente, e logo depois deu foro de Vila à Enguaguaçu, transformando-a em Vila do Porto de Santos.
Militão Augusto de Azevedo
Santos
1862

Capela Jesus, Maria e José
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Capela Jesus, Maria e José
Conhecida também como Capela do Carvalho (porque foi propriedade do coronel de milícias José Antônio Vieira de Carvalho) e do Terço, recebeu ainda a distinta denominação de Capela de Nossa Senhora da Conceição numa planta de Santos de 1798. Ficava na rua da Praia, depois chamada rua Antônio Prado e hoje rua Tuiuti, e foi demolida em 1902, já em ruínas, para as obras da Companhia Docas.
Militão Augusto de Azevedo
Rua da Praia (atual Tuiuti)
1865

Santos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Santos
Esta pequena edificação, concentrava os serviços alfandegários desde o início do século XVIII. Depois, em 1806, foi renomeado Consulado por ocasião da transferência da alfândega para o antigo colégio dos jesuítas. A casa abrigou, então, a Mesa do Consulado, repartição vinculada à fiscalização alfandegária com o dever de arrecadar impostos sobre ancoragem de navios e controle das mercadorias. Serviu à recebedoria de rendas antes de ser demolida em 1880.
Militão Augusto de Azevedo
Porto do Consulado
1865

Hotel Palm
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Hotel Palm
Localizado perto do porto do Consulado, o Hotel Palm foi inaugurado em 1864 por Carlos Palm. A fotografia mostra em destaque o sobrado que outrora havia sido do coronel José Antônio Vieira de Carvalho, governador do Forte de Itapema.
Militão Augusto de Azevedo
Largo do Consulado
1865

Igreja Matriz
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja Matriz
Construída na região onde a cidade se estruturou, a antiga Igreja Matriz de Santos passou por várias reformas até ser demolida pelo poder público, em 1908, para dar lugar ao projeto de urbanização da Praça da República.
Militão Augusto de Azevedo
Santos
1865

Rua Meridional vista do Largo da Matriz
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua Meridional vista do Largo da Matriz
Rua que surgiu como resultado da expansão da cidade para o oeste, ligando o Terreiro dos Jesuítas com o pátio da Igreja do Carmo. No século XIX, com o recrudescimento do comércio no local, a rua foi ponto de encontro importante da população.
Militão Augusto de Azevedo
Rua Meridional
1865

Capela da Ordem Terceira, Igreja e Convento do Carmo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Capela da Ordem Terceira, Igreja e Convento do Carmo
A presença carmelita em Santos data do final do século XVI, facilitada com a doação, pela família Adorno, da Capela Nossa Senhora da Graça, situada próxima ao Valongo, onde se passaram a exercer as atividades da Ordem. Construídas a partir de 1760, a capela e a igreja possuem um belo conjunto arquitetônico, constituído de duas igrejas entrepostas por uma torre de sinos revestida de azulejos portugueses.
Militão Augusto de Azevedo
Rua Meridional
1865