Nem todos os documentos, obras e objetos estão disponíveis para licenciamento ou empréstimo.

Visualizar por
Solar Ferrão - Sala do Museu
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRBA003-012.jpg
Solar Ferrão - Sala do Museu
O Solar do Ferrão, também chamado Palácio Ferrão ou Casa Ferrão, começou a ser construído no final do século XVII, e é possível que ele tenha se formado a partir da fusão de duas casas. Em 1756 os jesuítas instalaram aí o Seminário de Nossa Senhora da Conceição e fizeram obras de adaptação. O solar ganhou o nome de Pedro Gomes Ferrão Castelo Branco, proprietário entre 1793 e 1814, e em 1892 foi adquirido pelo Centro Operário, que transformou-o em edifício neocolonial. O edifício, com três pavimentos na frente e seis no fundo, além do porão, possui duas portadas de pedra, feitas em 1690 e 1701, que dão acesso à casa com duas circulações verticais. Na fachada principal, além das portadas, destacam-se as janelas do pavimento nobre, com gradil de ferro.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua Gregório de Mattos
1970s

Solar Ferrão - Sala do Museu
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRBA003-013.jpg
Solar Ferrão - Sala do Museu
O Solar do Ferrão, também chamado Palácio Ferrão ou Casa Ferrão, começou a ser construído no final do século XVII, e é possível que ele tenha se formado a partir da fusão de duas casas. Em 1756 os jesuítas instalaram aí o Seminário de Nossa Senhora da Conceição e fizeram obras de adaptação. O solar ganhou o nome de Pedro Gomes Ferrão Castelo Branco, proprietário entre 1793 e 1814, e em 1892 foi adquirido pelo Centro Operário, que transformou-o em edifício neocolonial. O edifício, com três pavimentos na frente e seis no fundo, além do porão, possui duas portadas de pedra, feitas em 1690 e 1701, que dão acesso à casa com duas circulações verticais. Na fachada principal, além das portadas, destacam-se as janelas do pavimento nobre, com gradil de ferro.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua Gregório de Mattos
1970s

Solar Ferrão em obras, antes da restauração
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRBA003-017.jpg
Solar Ferrão em obras, antes da restauração
O Solar do Ferrão, também chamado Palácio Ferrão ou Casa Ferrão, começou a ser construído no final do século XVII, e é possível que ele tenha se formado a partir da fusão de duas casas. Em 1756 os jesuítas instalaram aí o Seminário de Nossa Senhora da Conceição e fizeram obras de adaptação. O solar ganhou o nome de Pedro Gomes Ferrão Castelo Branco, proprietário entre 1793 e 1814, e em 1892 foi adquirido pelo Centro Operário, que transformou-o em edifício neocolonial. O edifício, com três pavimentos na frente e seis no fundo, além do porão, possui duas portadas de pedra, feitas em 1690 e 1701, que dão acesso à casa com duas circulações verticais. Na fachada principal, além das portadas, destacam-se as janelas do pavimento nobre, com gradil de ferro.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua Gregório de Mattos
1970s

Solar Ferrão - Vestíbulo
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRBA003-018.jpg
Solar Ferrão - Vestíbulo
O Solar do Ferrão, também chamado Palácio Ferrão ou Casa Ferrão, começou a ser construído no final do século XVII, e é possível que ele tenha se formado a partir da fusão de duas casas. Em 1756 os jesuítas instalaram aí o Seminário de Nossa Senhora da Conceição e fizeram obras de adaptação. O solar ganhou o nome de Pedro Gomes Ferrão Castelo Branco, proprietário entre 1793 e 1814, e em 1892 foi adquirido pelo Centro Operário, que transformou-o em edifício neocolonial. O edifício, com três pavimentos na frente e seis no fundo, além do porão, possui duas portadas de pedra, feitas em 1690 e 1701, que dão acesso à casa com duas circulações verticais. Na fachada principal, além das portadas, destacam-se as janelas do pavimento nobre, com gradil de ferro.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua Gregório de Mattos
1970s

Solar Ferrão - escadaria
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRBA003-025.jpg
Solar Ferrão - escadaria
O Solar do Ferrão, também chamado Palácio Ferrão ou Casa Ferrão, começou a ser construído no final do século XVII, e é possível que ele tenha se formado a partir da fusão de duas casas. Em 1756 os jesuítas instalaram aí o Seminário de Nossa Senhora da Conceição e fizeram obras de adaptação. O solar ganhou o nome de Pedro Gomes Ferrão Castelo Branco, proprietário entre 1793 e 1814, e em 1892 foi adquirido pelo Centro Operário, que transformou-o em edifício neocolonial. O edifício, com três pavimentos na frente e seis no fundo, além do porão, possui duas portadas de pedra, feitas em 1690 e 1701, que dão acesso à casa com duas circulações verticais. Na fachada principal, além das portadas, destacam-se as janelas do pavimento nobre, com gradil de ferro.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua Gregório de Mattos
1970s

Solar Ferrão - salas do museu, com as arcadas
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRBA003-026.jpg
Solar Ferrão - salas do museu, com as arcadas
O Solar do Ferrão, também chamado Palácio Ferrão ou Casa Ferrão, começou a ser construído no final do século XVII, e é possível que ele tenha se formado a partir da fusão de duas casas. Em 1756 os jesuítas instalaram aí o Seminário de Nossa Senhora da Conceição e fizeram obras de adaptação. O solar ganhou o nome de Pedro Gomes Ferrão Castelo Branco, proprietário entre 1793 e 1814, e em 1892 foi adquirido pelo Centro Operário, que transformou-o em edifício neocolonial. O edifício, com três pavimentos na frente e seis no fundo, além do porão, possui duas portadas de pedra, feitas em 1690 e 1701, que dão acesso à casa com duas circulações verticais. Na fachada principal, além das portadas, destacam-se as janelas do pavimento nobre, com gradil de ferro.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua Gregório de Mattos
1970s

Solar Ferrão
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRBA003-030.jpg
Solar Ferrão
O Solar do Ferrão, também chamado Palácio Ferrão ou Casa Ferrão, começou a ser construído no final do século XVII, e é possível que ele tenha se formado a partir da fusão de duas casas. Em 1756 os jesuítas instalaram aí o Seminário de Nossa Senhora da Conceição e fizeram obras de adaptação. O solar ganhou o nome de Pedro Gomes Ferrão Castelo Branco, proprietário entre 1793 e 1814, e em 1892 foi adquirido pelo Centro Operário, que transformou-o em edifício neocolonial. O edifício, com três pavimentos na frente e seis no fundo, além de porão, possui duas portadas de pedra, feitas em 1690 e 1701, que dão acesso à casa com duas circulações verticais. Na fachada principal, além das portadas, destacam-se as janelas do pavimento nobre, com gradil de ferro.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua Gregório de Mattos
1970s

Solar Ferrão - portada
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRBA004-006.jpg
Solar Ferrão - portada
O Solar do Ferrão, também chamado Palácio Ferrão ou Casa Ferrão, começou a ser construído no final do século XVII, e é possível que ele tenha se formado a partir da fusão de duas casas. Em 1756 os jesuítas instalaram aí o Seminário de Nossa Senhora da Conceição e fizeram obras de adaptação. O solar ganhou o nome de Pedro Gomes Ferrão Castelo Branco, proprietário entre 1793 e 1814, e em 1892 foi adquirido pelo Centro Operário, que transformou-o em edifício neocolonial. O edifício, com três pavimentos na frente e seis no fundo, além do porão, possui duas portadas de pedra, feitas em 1690 e 1701, que dão acesso à casa com duas circulações verticais. Na fachada principal, além das portadas, destacam-se as janelas do pavimento nobre, com gradil de ferro.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua Gregório de Mattos
1970s

Solar Ferrão - portada
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRBA005-055.jpg
Solar Ferrão - portada
O Solar do Ferrão, também chamado Palácio Ferrão ou Casa Ferrão, começou a ser construído no final do século XVII, e é possível que ele tenha se formado a partir da fusão de duas casas. Em 1756 os jesuítas instalaram aí o Seminário de Nossa Senhora da Conceição e fizeram obras de adaptação. O solar ganhou o nome de Pedro Gomes Ferrão Castelo Branco, proprietário entre 1793 e 1814, e em 1892 foi adquirido pelo Centro Operário, que transformou-o em edifício neocolonial. O edifício, com três pavimentos na frente e seis no fundo, além do porão, possui duas portadas de pedra, feitas em 1690 e 1701, que dão acesso à casa com duas circulações verticais. Na fachada principal, além das portadas, destacam-se as janelas do pavimento nobre, com gradil de ferro.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua Gregório de Mattos
1970s