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Museu Nacional - portal de entrada e fachada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Museu Nacional - portal de entrada e fachada
Construção em estilo neoclássico.
Luiz Musso
Quinta da Boa Vista ; rua do Imperador, atual avenida Pedro II ; São Cristóvão
circa 1903

Igreja de Santo Inácio do Colégio dos Jesuítas e a entrada do Observatório Nacional
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Igreja de Santo Inácio do Colégio dos Jesuítas e a entrada do Observatório Nacional
A Igreja dos Jesuítas foi construída em 1567.
Guilherme Santos
Morro do Castelo ; Centro
1924

Igreja de Santo Inácio do Colégio dos Jesuítas e a entrada do Observatório Nacional
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Igreja de Santo Inácio do Colégio dos Jesuítas e a entrada do Observatório Nacional
Guilherme Santos
Morro do Castelo ; Centro
1924

Henrique Morize
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Henrique Morize
Henrique Morize (1860-1930), francês, naturalizado brasileiro, é um nome expressivo no que se refere à pesquisa e à divulgação científicas no Brasil. Formado em engenharia industrial, atuou também como astrônomo, tendo sido diretor do Imperial Observatório do Rio de Janeiro. Foi fundador e primeiro presidente (cargo que exerceu por três mandatos consecutivos) da Sociedade Brasileira de Ciências (atual Academia Brasileira de Ciências) – instituição que, segundo ele, tinha como função "espalhar a importância da ciência como fator de prosperidade nacional".
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1896

O Meteorito Bendegó
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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O Meteorito Bendegó
Constituído por uma massa compacta de ferro e níquel, é o maior meteorito brasileiro e um dos maiores do mundo. Foi encontrado em 1784 por um menino, Domingos da Motta Botelho, que pastoreava o gado em uma fazenda próxima à cidade de Monte Santo, no sertão da Bahia. A primeira tentativa de transportar o pesadíssimo bloco para a capital fracassou quando a carreta de madeira que o carregava desgovernou-se e caiu no riacho Bendegó. Desde 1888, encontra-se em exposição no Museu Nacional graças ao empenho do Imperador D. Pedro II, que tomando conhecimento de sua existência e importância científica, providenciou sua remoção para o Rio de Janeiro.
Marc Ferrez
Museu Nacional
circa 1888

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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As irmãs siamesas Rosalina e Maria Davel
No consultório dos doutores Camillo Fonseca e Henrique Morize, foram realizadas experiências radiográficas nas gêmeas siamesas Rosalina e Maria Davel nascidas em 1893, no Espírito Santo, que chegaram ao Rio de Janeiro em junho (A Imprensa, 23 de junho de 1899, na terceira coluna). Elas foram fotografadas por Marc Ferrez em várias posições (O Cachoeirano, 2 de julho de 1899, na última coluna). A cirurgia para separá-las, realizada em 30 de maio de 1900, na Casa de Saúde São Sebastião, no Rio de Janeiro, pelo médico Eduardo Chapot Prevost (1864 - 1907), foi a primeira do gênero que foi bem sucedida em todo o mundo. Maria morreu cinco dias após a cirurgia devido a uma grave infecção e Rosalina viveu até pelo menos 75 anos, tendo casado e tido filhos (A Imprensa, 11 de agosto de 1900, na primeira coluna).
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
1899

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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As irmãs siamesas Rosalina e Maria Davel
No consultório dos doutores Camillo Fonseca e Henrique Morize, foram realizadas experiências radiográficas nas gêmeas siamesas Rosalina e Maria Davel nascidas em 1893, no Espírito Santo, que chegaram ao Rio de Janeiro em junho (A Imprensa, 23 de junho de 1899, na terceira coluna). Elas foram fotografadas por Marc Ferrez em várias posições (O Cachoeirano, 2 de julho de 1899, na última coluna). A cirurgia para separá-las, realizada em 30 de maio de 1900, na Casa de Saúde São Sebastião, no Rio de Janeiro, pelo médico Eduardo Chapot Prevost (1864 - 1907), foi a primeira do gênero que foi bem sucedida em todo o mundo. Maria morreu cinco dias após a cirurgia devido a uma grave infecção e Rosalina viveu até pelo menos 75 anos, tendo casado e tido filhos (A Imprensa, 11 de agosto de 1900, na primeira coluna).
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
1899

Igreja dos Jesuítas e Observatório Nacional
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja dos Jesuítas e Observatório Nacional
Convento dos Capuchinhos e Observatório Nacional, localizados na praça mais elevada do Morro do Castelo. O Observatório, por volta de 1921, foi transferido para o Morro de São Januário, também no Rio de Janeiro.
Augusto Malta
Morro do Castelo
1922

Vista tomada do Observatório Nacional
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista tomada do Observatório Nacional
O Imperial Observatório do Rio de Janeiro foi criado por D. Pedro I em 15 de outubro de 1827. Entre suas finalidades estava a orientação e estudos geográficos do território brasileiro e de ensino da navegação. Com a Proclamação da República, em 1889, o Imperial Observatório do Rio de Janeiro passou a se denominar Observatório Astronômico do Rio de Janeiro e, finalmente, ganhou o nome de Observatório Nacional, a partir de 1909. Funcionou inicialmente numa das torres da Escola Militar. A partir de 1846, suas instalações foram transferidas para o prédio de uma antiga igreja jesuítica do Morro do Castelo. Finalmente, em 1922, foi transferido para o bairro de São Cristóvão onde está até hoje.
Marc Ferrez
Rua Aurora, atual rua General Bruce ; São Cristóvão
circa 1920

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