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O braço direito: dossiê (BD: Confissão - remexer o lixo...);-;-;-;No século do progresso...;-;A decidida missão de um arquiteto;-;Afinal, quem é o idiota da história?;Pedra para digerir;-;-;Bananas e mísseis;Brasília e Manchete cresceram juntas;-;-;-;-;Opugnação/Pertencimento/Frenologia ...;-;A ficção como alegoria;-;Breno Acioly: perseguição, elevador, faca...;-;-;-;Amuletos, estatuetas e gravuras;Quid veritas;Casas velhinhas/Mãos sangrantes;Não sei se acordei...;-;-;-;Confidência na tarde;-;-;Ainda temos salvação...;-;-;-;-;-;Aos leitores;-;Soneto de domingo de carnaval;A porta do futuro;-;-;-;-;-;-;Assuntou uns urubus...;-;-;-;Goela de lobo...;-;José Américo de Almeida era paraibano...;-;-;-;-;-;As pompas do mundo;-;Ele [ou ela] me conhece...;-;-;Magrinha, magricela, clorótica...;-;-;Convite atual;-;-;44 poemas para Hélio Pellegrino;-;-;-;-;-;Folha 6: Gato e menino: sempre...;-;-;Uropígio/Capilé...;-;-;-;Tolle/Abracadabrante/Bioquice...;Mallarmé;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;De sol a sol;Deu bode no dicionário;Hora do exorcismo;Charme das ilhas/Que resta da remota legenda, da aventura?/É o paraíso em casa, para o americano...;Otávio de Faria: romancista panfletário;Um porteiro loquaz;[Sessão da ABL dedicada a Celso Cunha por ocasião de sua morte];Thomas Morus...;Numerologia: ímpares...;O braço direito: dossiê (Cadinho racial...);Poema de domingo;O repórter vai representar o jornal...;A cara do Brasil;A incurável frivolidade das pessoas sérias;A melhor reportagem com Otto Lara Resende depois da sua eleição;A Som livre lança no próximo dia 15;A vida é boa;Acadêmicos em votação rápida elegem Castello imortal;Alceu é sepultado no 55º aniversário da conversão;As causas ocultas do bocejo;Atlas mostra ocupação territorial do Brasil;Bierce, imperador do cinismo;A boca do inferno;Carta-poema;Novos poetas mineiros: O boi no quadrado, Serenata
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A porta do futuro
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
26 de abril de 1985

Col: sobral, mult dos pães...;-;-;Falsa alegoria;-;-;30 anos de vida literária;-;-;Liberdade nº 2;-;-;O trono vazio;Soneto de um casamento;-;-;Dado o alarma...;-;A sogra de Pedro;-;A capucha;-;-;Amor, de mãos dadas;Sou um viciado em Brasil...;-;A dança das constituições;-;-;Aos 48 anos Niskier é imortal;Soneto livre;-;-;-;-;O braço direito: dossiê (O ribombo do trovão...);-;-;-;-;Eleições: eleitor de bico de pena...;-;-;-;As Pompas do Mundo;[Farpas alegres sobre Georges Bernanos];-;A sociedade e a moral cristã;-;-;Assim é, se lhe parece;-;Grande poeta...;-;-;-;Uma fagulha que seja...;-;-;-;Mota: Hélio e eu;-;-;-;-;Biblioteca: memória;Poema inteligente;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Estefanote - trepadeira...;-;-;-;-;Gregoriana...;-;-;Afeição sobre quatro patas: os gatos;Bombas e bombons;-;-;Muitas cabeças unidas num só corpo...;-;-;O linguajar carioca...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A arara de luto;Quando a revolução era novidade;Mater dolorosa;[Introdução a Carlos Drummond de Andrade];Vem de longe, da minha...;Casa dentro da casa;Culpa;Docta ignorantia...;Casal feliz [conto]...;Nem pensar. Vida pública? Nunca...;Linhagem;O braço direito: dossiê (Os seus lêmures...);À margem dos cock-tails;A vida contada e sentida do solitário do Tambaú;Academia;Alceu e eu;Atestado de identidade para Murilo Mendes;A boca do inferno;Já pensou em escrever um livro de memórias?
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Academia
Capítulo de folhetim
Paulo Branco
Rio de Janeiro
4 de julho de 1979

Sabem por que Adão e Eva...;-;-;-;-;Motorist [inglês], apud...;-;-;-;-;Ao povo de Curitiba;Qual é o signo do Brasil?;-;-;-;-;-;-;O narrador do B. da A...;-;-;-;Capote: perder no capote...;-;-;A sina sinistra dos canhotos;As Pompas do Mundo;-;-;Notas;-;-;-;-;Molho de peixes...;-;Estive pensando em todos...;-;-;-;24 de setembro;-;-;A capitulação de Capitu;-;-;-;-;Bibliografia e indicação crítica;-;-;O braço direito: dossiê (As maçãs...);-;A tarde me envolve;-;-;O braço direito: dossiê (10,2: O coração do sábio...);-;Nava e a barba. Os pelos e s/sentido...;-;A culpa foi só minha;-;-;Advogado afirma que sósia de Honecker é o réu do processo;Língua legal;-;-;-;A esphynge do paranympho;-;Discourse l'Ambassade de la France;-;-;-;Já vim penteado da Bahia...;-;-;-;-;Ai dos mineiros...;-;-;A ilustre companhia, na ABL;-;-;Amnésia;Abertura de boca fechada;[Discurso sobre Camilo Castelo Branco];-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A poeira da glória;Gato gato gato;Rei de Brodósqui;Notas para O baile de aleluia;A novela substitui o antigo...;Itinerário de Cabo Frio;Os princípios e o fim;O retrato na gaveta;Padre Antonio Ribeiro Pinto...;O braço direito: dossiê (Sem sangue, não há testemunho...);Velhas imagens, velhos ventos ...;Rubem Braga e Borges em B.A./Um país fantasmagórico...;O livro procura o leitor...;A festa é sua, a festa é nossa;À margem do herói fracassado;A política e o tédio;A vida com paixão de Pompeu de Sousa;Academia: hoje, o novo imortal;Alceu de Amoroso Lima morre do coração aos 90 anos;As andorinhas de Nossa Senhora;Atenção: curva perigosa;A boca do inferno;O conto português: hoje
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Amnésia
Não identificado
Local não identificado
Século XX

Os livros nossos inimigos;Geração sem rebeldia;Livrarias e nostalgia;Táxi de noite (Taxi di notte);Criança ontem e hoje;Uma rua chamada pecado (A streetcar named desire);O santo e seu cavalo;Em seguida, o pior;Temores e tremores;Da arte de se exibir;Vacina constitucional;Exercício;Os outros não existem;Guernica, meu amor;Quem não tem pena dos poetas hoje;O Brasil não é o Brasil;Cineminha de segunda-feira;Na curva do tempo;O crime de não perdoar;Vamos adiar o futuro;O tema da poesia cristã;Uma casa no Rio de Janeiro;Os quatro mineiros;Vantagens e desvantagens de ser sueca;O voo cego do livro;Estamos todos presos;Hora da metanoia;Nada justifica a suspensão do sagrado direito de defesa;Sai dessa Brasil;O dinheiro ou a nova pátria de Mamma Lucia;O namorado da professora;Saudade póstuma;Um anjo mudou de endereço;Onde reina a calmaria;Cantando na chuva (Singing in the rain);Não vale o escrito;Cartas ao presidente;Um crítico lúcido e honesto;Fifi, o sanguinário;É mais difícil criar os filhos hoje?;Lá e cá más fadas há;Sete vezes sete;Conversa com um varão da República;Nota internacional;Censo mostra um Brasil urbano que avança na direção do Norte;Subprodutos do amor;Conversinha quase semântica;Pesa um cansaço geral;Lembrai-vos de 46;Cabeça quente;Camundongos telespectadores e um coelho revolucionário;Casebre, casa, casaréu: Minas Gerais;Cidade atômica;Clube do poder;Com raiva e amor: Henriquinho;Como abraçar o jornalismo;Constituição dos espíritos;Da mortalidade dos jornais;De como o prof. Jubileu de Almeida salvará a república;Discurso de Otto;Do morro à imortalidade;Em livro, a festa tribal do modernismo;Entramos no jogo;Escarmento;Exercício semi-lírico;Franklin;Fugindo da crise;Hino à vida;In cassum frustraque;Introdução a Mário de Andrade;Louvação e cobrança;Não há vaga;No aniversário da morte de Mário de Andrade;O botão e a urna;O esgrimista solitário;O fio das lamentações;O homem de Santa Comba Dão;O horizonte da Constituinte;O jogo da vida;O menino e o conselheiro;O meu velho Senado;O obus e as cambaxirras;O pai;O patinho feio;O realejo e o elefante;O sol impiedoso da oposição;Os caminhos do coração;Os charutos e a calamidade;Os grilos não cantam mais II;Os selvagens também sonham;Osório Borba e um parêntese infeliz;Palíndromo: ida e volta;Paris: ida e volta;Poemas da praça e do crepúsculo;Poesia se explica;Pombas e falcões;Por que, meu Deus, por quê?;Porque as gordas salvarão o mundo;Povo, pacote e pacotilha;Quando comunicamos em;Quatro;Quem é que leu?;Rumor do Brasil;Sem lei, nem rei;Título não identificado;Todos os burros são iguais;Uma aventura na África (The african queen);Uma festa brasileira;Vem aí o cometa;Verde é verba;Vilegiatura;Viva a metáfora;Voto de letra
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Conversinha quase semântica
Crônica
Otto Lara Resende
Local não identificado
março de 1965

Da casaca à sunga
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Da casaca à sunga
Crônica
Otto Lara Resende
São Paulo
3 de janeiro de 1992

Ontem, hoje, amanhã;Povo e populismo;Lição de esperança;Um pouco de Costa Rego;Depoimento a contragosto;O aéreo prazer do texto;Depressa, um albornoz para o Brasil;Os caminhos da providência;Escandinávia: quatro países numa só lição de cultura;Idiotas impunes;Quatro poemas em prosa;Solução britânica;Lobato e o cinema;Cidadãos amestrados e cães democráticos;Uma velha revista nova;O defunto vai bem, obrigado;O poeta e o poder;Otto Lara Resende interpreta Elis, um sucesso de corpo inteiro;Do acadêmico Otto Lara Resende para Leo Gilson;Palíndromo e capicua;In cassum frustraque;Cai, cai balão;Sugestão de um patriota empírico;Loucos de todo gênero;O fio da meada;Luz sob o eclipse;Com Hamilton, amigo de Jackson;Vem aí a República;O homem, este personagem;Em cena a palavra;Fábrica de não, medo e silêncio;Calça de veludo à vista;Pecadora imaculada;Sarney pede estudos para melhorar ensino da língua;Jaratataca;Machado, Galante, Jardim;Começos: ontem e hoje;Da maledicência nos cabeleireiros;De rei a rei;O vandalismo fascista;Entrada proibida;Gato e rato;Sempre houveram;Lazer criativo;Testamento do desencantado;Morra Ouro Preto;Ler e escrever;Um artista e um homem do tempo;Epicédio para uma carta;A graça de esquecer;Cansado como um rio;Carinhoso;Carta a uma moça teimosa;Cena e contracena;Certo de que ali estava uma consciência moral;Cineminha de segunda-feira;Confissões de uma gorda;Conversinha pogonológica;Coreografia da violência;Crônica aérea com desfecho antecipado;Cruéis dominadores (The whip hand);Cuidado: todos somos índios;Da arte de por títulos;De sol a sol;Eles sabem o que fazem;Encanto e engasgo;Errata dominical;Escrever perigosamente;Estado Novo, velha desculpa;Festa no formigueiro;Glauber e Otto;Hoje o verbete é automóvel;Imaginação e realidade;Já matou seu comunista hoje?;Livraria antigamente;Nosso irado e terno amigo;Nota internacional;O lado oculto da gruta;O mal das grades;O muro não é mineiro;O novo brado retumbante;O poder militar no Brasil;O policiado caminho da oclocracia;O quatriênio e o cesto;O tranquilo horizonte do convívio;O voo atropelado;Papo de sumiço;Poetas não sonham;Portugal: um murro no coração;Quanto custa ser brasileiro;Rabo de papel;Retorno ao amanuense;Sete vezes sete;Simples registro;Só um pedido: andem ligeiro;Tarzan e a fúria selvagem;Tem uma pedra no meio do caminho;Uma certa ideia da França;Valsa dos quinze anos, capítulo dezessete;Pretensão à parte;Rondó do tempo sem tempo
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Estado Novo, velha desculpa
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
8 de novembro de 1977

Ontem, hoje, amanhã;Povo e populismo;Lição de esperança;Um pouco de Costa Rego;Depoimento a contragosto;O aéreo prazer do texto;Depressa, um albornoz para o Brasil;Os caminhos da providência;Escandinávia: quatro países numa só lição de cultura;Idiotas impunes;Quatro poemas em prosa;Solução britânica;Lobato e o cinema;Cidadãos amestrados e cães democráticos;Uma velha revista nova;O defunto vai bem, obrigado;O poeta e o poder;Otto Lara Resende interpreta Elis, um sucesso de corpo inteiro;Do acadêmico Otto Lara Resende para Leo Gilson;Palíndromo e capicua;In cassum frustraque;Cai, cai balão;Sugestão de um patriota empírico;Loucos de todo gênero;O fio da meada;Luz sob o eclipse;Com Hamilton, amigo de Jackson;Vem aí a República;O homem, este personagem;Em cena a palavra;Fábrica de não, medo e silêncio;Calça de veludo à vista;Pecadora imaculada;Sarney pede estudos para melhorar ensino da língua;Jaratataca;Machado, Galante, Jardim;Começos: ontem e hoje;Da maledicência nos cabeleireiros;De rei a rei;O vandalismo fascista;Entrada proibida;Gato e rato;Sempre houveram;Lazer criativo;Testamento do desencantado;Morra Ouro Preto;Ler e escrever;Um artista e um homem do tempo;Epicédio para uma carta;A graça de esquecer;Cansado como um rio;Carinhoso;Carta a uma moça teimosa;Cena e contracena;Certo de que ali estava uma consciência moral;Cineminha de segunda-feira;Confissões de uma gorda;Conversinha pogonológica;Coreografia da violência;Crônica aérea com desfecho antecipado;Cruéis dominadores (The whip hand);Cuidado: todos somos índios;Da arte de por títulos;De sol a sol;Eles sabem o que fazem;Encanto e engasgo;Errata dominical;Escrever perigosamente;Estado Novo, velha desculpa;Festa no formigueiro;Glauber e Otto;Hoje o verbete é automóvel;Imaginação e realidade;Já matou seu comunista hoje?;Livraria antigamente;Nosso irado e terno amigo;Nota internacional;O lado oculto da gruta;O mal das grades;O muro não é mineiro;O novo brado retumbante;O poder militar no Brasil;O policiado caminho da oclocracia;O quatriênio e o cesto;O tranquilo horizonte do convívio;O voo atropelado;Papo de sumiço;Poetas não sonham;Portugal: um murro no coração;Quanto custa ser brasileiro;Rabo de papel;Retorno ao amanuense;Sete vezes sete;Simples registro;Só um pedido: andem ligeiro;Tarzan e a fúria selvagem;Tem uma pedra no meio do caminho;Uma certa ideia da França;Valsa dos quinze anos, capítulo dezessete;Pretensão à parte;Rondó do tempo sem tempo
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Lição de esperança
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
28 de junho de 1977

Ontem, hoje, amanhã;Povo e populismo;Lição de esperança;Um pouco de Costa Rego;Depoimento a contragosto;O aéreo prazer do texto;Depressa, um albornoz para o Brasil;Os caminhos da providência;Escandinávia: quatro países numa só lição de cultura;Idiotas impunes;Quatro poemas em prosa;Solução britânica;Lobato e o cinema;Cidadãos amestrados e cães democráticos;Uma velha revista nova;O defunto vai bem, obrigado;O poeta e o poder;Otto Lara Resende interpreta Elis, um sucesso de corpo inteiro;Do acadêmico Otto Lara Resende para Leo Gilson;Palíndromo e capicua;In cassum frustraque;Cai, cai balão;Sugestão de um patriota empírico;Loucos de todo gênero;O fio da meada;Luz sob o eclipse;Com Hamilton, amigo de Jackson;Vem aí a República;O homem, este personagem;Em cena a palavra;Fábrica de não, medo e silêncio;Calça de veludo à vista;Pecadora imaculada;Sarney pede estudos para melhorar ensino da língua;Jaratataca;Machado, Galante, Jardim;Começos: ontem e hoje;Da maledicência nos cabeleireiros;De rei a rei;O vandalismo fascista;Entrada proibida;Gato e rato;Sempre houveram;Lazer criativo;Testamento do desencantado;Morra Ouro Preto;Ler e escrever;Um artista e um homem do tempo;Epicédio para uma carta;A graça de esquecer;Cansado como um rio;Carinhoso;Carta a uma moça teimosa;Cena e contracena;Certo de que ali estava uma consciência moral;Cineminha de segunda-feira;Confissões de uma gorda;Conversinha pogonológica;Coreografia da violência;Crônica aérea com desfecho antecipado;Cruéis dominadores (The whip hand);Cuidado: todos somos índios;Da arte de por títulos;De sol a sol;Eles sabem o que fazem;Encanto e engasgo;Errata dominical;Escrever perigosamente;Estado Novo, velha desculpa;Festa no formigueiro;Glauber e Otto;Hoje o verbete é automóvel;Imaginação e realidade;Já matou seu comunista hoje?;Livraria antigamente;Nosso irado e terno amigo;Nota internacional;O lado oculto da gruta;O mal das grades;O muro não é mineiro;O novo brado retumbante;O poder militar no Brasil;O policiado caminho da oclocracia;O quatriênio e o cesto;O tranquilo horizonte do convívio;O voo atropelado;Papo de sumiço;Poetas não sonham;Portugal: um murro no coração;Quanto custa ser brasileiro;Rabo de papel;Retorno ao amanuense;Sete vezes sete;Simples registro;Só um pedido: andem ligeiro;Tarzan e a fúria selvagem;Tem uma pedra no meio do caminho;Uma certa ideia da França;Valsa dos quinze anos, capítulo dezessete;Pretensão à parte;Rondó do tempo sem tempo
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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O poder militar no Brasil
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
22 de outubro de 1966

Ontem, hoje, amanhã;Povo e populismo;Lição de esperança;Um pouco de Costa Rego;Depoimento a contragosto;O aéreo prazer do texto;Depressa, um albornoz para o Brasil;Os caminhos da providência;Escandinávia: quatro países numa só lição de cultura;Idiotas impunes;Quatro poemas em prosa;Solução britânica;Lobato e o cinema;Cidadãos amestrados e cães democráticos;Uma velha revista nova;O defunto vai bem, obrigado;O poeta e o poder;Otto Lara Resende interpreta Elis, um sucesso de corpo inteiro;Do acadêmico Otto Lara Resende para Leo Gilson;Palíndromo e capicua;In cassum frustraque;Cai, cai balão;Sugestão de um patriota empírico;Loucos de todo gênero;O fio da meada;Luz sob o eclipse;Com Hamilton, amigo de Jackson;Vem aí a República;O homem, este personagem;Em cena a palavra;Fábrica de não, medo e silêncio;Calça de veludo à vista;Pecadora imaculada;Sarney pede estudos para melhorar ensino da língua;Jaratataca;Machado, Galante, Jardim;Começos: ontem e hoje;Da maledicência nos cabeleireiros;De rei a rei;O vandalismo fascista;Entrada proibida;Gato e rato;Sempre houveram;Lazer criativo;Testamento do desencantado;Morra Ouro Preto;Ler e escrever;Um artista e um homem do tempo;Epicédio para uma carta;A graça de esquecer;Cansado como um rio;Carinhoso;Carta a uma moça teimosa;Cena e contracena;Certo de que ali estava uma consciência moral;Cineminha de segunda-feira;Confissões de uma gorda;Conversinha pogonológica;Coreografia da violência;Crônica aérea com desfecho antecipado;Cruéis dominadores (The whip hand);Cuidado: todos somos índios;Da arte de por títulos;De sol a sol;Eles sabem o que fazem;Encanto e engasgo;Errata dominical;Escrever perigosamente;Estado Novo, velha desculpa;Festa no formigueiro;Glauber e Otto;Hoje o verbete é automóvel;Imaginação e realidade;Já matou seu comunista hoje?;Livraria antigamente;Nosso irado e terno amigo;Nota internacional;O lado oculto da gruta;O mal das grades;O muro não é mineiro;O novo brado retumbante;O poder militar no Brasil;O policiado caminho da oclocracia;O quatriênio e o cesto;O tranquilo horizonte do convívio;O voo atropelado;Papo de sumiço;Poetas não sonham;Portugal: um murro no coração;Quanto custa ser brasileiro;Rabo de papel;Retorno ao amanuense;Sete vezes sete;Simples registro;Só um pedido: andem ligeiro;Tarzan e a fúria selvagem;Tem uma pedra no meio do caminho;Uma certa ideia da França;Valsa dos quinze anos, capítulo dezessete;Pretensão à parte;Rondó do tempo sem tempo
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Ontem, hoje, amanhã
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
24 de agosto de 1980