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Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro; tomada da Avenida Augusto Severo
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro; tomada da Avenida Augusto Severo
A Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, considerada uma jóia da arquitetura colonial brasileira, teve sua construção iniciada na segunda metade do século XVIII, por volta de 1714. O autor do projeto era o arquiteto tenente-coronel José Cardoso de Ramalho, nomeado por D. João V para o posto de Capitão de Infantaria da Capitania do Rio de Janeiro. Pronta em 1739, a igreja tem trabalhos ornamentais em talha que representam a transição entre o final do estilo rococó e o neoclássico. No interior há azulejos renascentistas representando cenas inspiradas na Bíblia, cuja autoria é atribuída a Mestre Valentim, expoente da azulejaria joanina no país.
Autoria não identificada
Bairro da Glória
circa 1945

Catedral Nossa Senhora da Imaculada Conceição
Archive/Collection: Marcel Gautherot
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Catedral Nossa Senhora da Imaculada Conceição
Manaus foi criada no século XVII para demonstrar a presença lusitana e fixar domínio português na região amazônica, que na época já era considerada posição estratégia em território brasileiro. O núcleo urbano, localizado à margem esquerda do Rio Negro, teve início com a construção do Forte da Barra de São José, idealizado pelo capitão de artilharia, Francisco da Mota Falcão, em 1669, data que foi convencionada a usar como o nascimento da cidade. No entanto, com a elevação da Comarca à categoria de Província, em 1850, a Cidade da Barra, passou a se chamar em 04 de setembro de 1856, Cidade de Manaus, tornando-se independente do Estado do Grão-Pará. O nome lembra a tribo indígena dos Manáos, que habitavam a região onde hoje é Manaus antes de serem extintos por conta da civilização portuguesa, e seu significado é “mãe dos deuses”.A partir d e 1870, Manaus viveu o surto da economia gomífera, encerrando-se em 1913, em virtude da perda do mercado mundial para a borracha asiática, fazendo com que a cidade retornasse a um novo período de isolamento até o advento da Zona Franca de Manaus, em 1970.
Marcel Gautherot
Centro
circa 1950

Paisagismo de Burle Marx em residência de Minas Gerais
Archive/Collection: Marcel Gautherot
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Paisagismo de Burle Marx em residência de Minas Gerais
Marcel Gautherot
MG
circa 1955

Paisagismo de Burle Marx em residência de Minas Gerais
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Paisagismo de Burle Marx em residência de Minas Gerais
Roberto Burle Marx ( SP 1909 RJ 1994) foi paisagista, arquiteto, desenhista, pintor, gravador, litógrafo, escultor, tapeceiro, ceramista, designer de jóias e decorador. Viveu no Rio de Janeiro durante sua infância e, em 1928, foi com a família para a Alemanha. De volta ao Brasil, fez o curso de pintura e arquitetura na Escola Nacional de Belas Artes (Enba), Rio de Janeiro, entre 1930 e 1934. Em 1932, realizou seu primeiro projeto de jardim para a residência da família Schwartz, no Rio de Janeiro, a convite do arquiteto Lúcio Costa. Durante a década de 30 ocupou o cargo de diretor de parques e jardins do Recife. Em 1937, retornou ao Rio de Janeiro e trabalhou como assistente de Candido Portinari. Sua paixão por plantas remonta à juventude, quando se interessou por botânica e jardinagem. Em 1949, Burle Marx organizou uma grande coleção, quando adquiriu um sítio de 800.000 m², no Rio de Janeiro. Em companhia de botânicos, realizou inúmeras viagens por diversas regiões do país, para coletar e catalogar exemplares de plantas, reproduzindo em sua obra a diversidade fitogeográfica brasileira.Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil).
Marcel Gautherot
MG
circa 1955

Paisagismo de Burle Marx em residência de Minas Gerais
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Paisagismo de Burle Marx em residência de Minas Gerais
Roberto Burle Marx ( SP 1909 RJ 1994) foi paisagista, arquiteto, desenhista, pintor, gravador, litógrafo, escultor, tapeceiro, ceramista, designer de jóias e decorador. Viveu no Rio de Janeiro durante sua infância e, em 1928, foi com a família para a Alemanha. De volta ao Brasil, fez o curso de pintura e arquitetura na Escola Nacional de Belas Artes (Enba), Rio de Janeiro, entre 1930 e 1934. Em 1932, realizou seu primeiro projeto de jardim para a residência da família Schwartz, no Rio de Janeiro, a convite do arquiteto Lúcio Costa. Durante a década de 30 ocupou o cargo de diretor de parques e jardins do Recife. Em 1937, retornou ao Rio de Janeiro e trabalhou como assistente de Candido Portinari. Sua paixão por plantas remonta à juventude, quando se interessou por botânica e jardinagem. Em 1949, Burle Marx organizou uma grande coleção, quando adquiriu um sítio de 800.000 m², no Rio de Janeiro. Em companhia de botânicos, realizou inúmeras viagens por diversas regiões do país, para coletar e catalogar exemplares de plantas, reproduzindo em sua obra a diversidade fitogeográfica brasileira.Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil).
Marcel Gautherot
MG
circa 1955

Paisagismo de Burle Marx em residência de Minas Gerais
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BMMG10890.jpg
Paisagismo de Burle Marx em residência de Minas Gerais
Roberto Burle Marx ( SP 1909 RJ 1994) foi paisagista, arquiteto, desenhista, pintor, gravador, litógrafo, escultor, tapeceiro, ceramista, designer de jóias e decorador. Viveu no Rio de Janeiro durante sua infância e, em 1928, foi com a família para a Alemanha. De volta ao Brasil, fez o curso de pintura e arquitetura na Escola Nacional de Belas Artes (Enba), Rio de Janeiro, entre 1930 e 1934. Em 1932, realizou seu primeiro projeto de jardim para a residência da família Schwartz, no Rio de Janeiro, a convite do arquiteto Lúcio Costa. Durante a década de 30 ocupou o cargo de diretor de parques e jardins do Recife. Em 1937, retornou ao Rio de Janeiro e trabalhou como assistente de Candido Portinari. Sua paixão por plantas remonta à juventude, quando se interessou por botânica e jardinagem. Em 1949, Burle Marx organizou uma grande coleção, quando adquiriu um sítio de 800.000 m², no Rio de Janeiro. Em companhia de botânicos, realizou inúmeras viagens por diversas regiões do país, para coletar e catalogar exemplares de plantas, reproduzindo em sua obra a diversidade fitogeográfica brasileira.Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil).
Marcel Gautherot
MG
circa 1955

Paisagismo de Burle Marx em residência de Minas Gerais
Archive/Collection: Marcel Gautherot
010BMMG10891.jpg
Paisagismo de Burle Marx em residência de Minas Gerais
Roberto Burle Marx ( SP 1909 RJ 1994) foi paisagista, arquiteto, desenhista, pintor, gravador, litógrafo, escultor, tapeceiro, ceramista, designer de jóias e decorador. Viveu no Rio de Janeiro durante sua infância e, em 1928, foi com a família para a Alemanha. De volta ao Brasil, fez o curso de pintura e arquitetura na Escola Nacional de Belas Artes (Enba), Rio de Janeiro, entre 1930 e 1934. Em 1932, realizou seu primeiro projeto de jardim para a residência da família Schwartz, no Rio de Janeiro, a convite do arquiteto Lúcio Costa. Durante a década de 30 ocupou o cargo de diretor de parques e jardins do Recife. Em 1937, retornou ao Rio de Janeiro e trabalhou como assistente de Candido Portinari. Sua paixão por plantas remonta à juventude, quando se interessou por botânica e jardinagem. Em 1949, Burle Marx organizou uma grande coleção, quando adquiriu um sítio de 800.000 m², no Rio de Janeiro. Em companhia de botânicos, realizou inúmeras viagens por diversas regiões do país, para coletar e catalogar exemplares de plantas, reproduzindo em sua obra a diversidade fitogeográfica brasileira.Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil).
Marcel Gautherot
MG
circa 1955

Paisagismo de Burle Marx em residência de Minas Gerais
Archive/Collection: Marcel Gautherot
010BMMG10892.jpg
Paisagismo de Burle Marx em residência de Minas Gerais
Roberto Burle Marx ( SP 1909 RJ 1994) foi paisagista, arquiteto, desenhista, pintor, gravador, litógrafo, escultor, tapeceiro, ceramista, designer de jóias e decorador. Viveu no Rio de Janeiro durante sua infância e, em 1928, foi com a família para a Alemanha. De volta ao Brasil, fez o curso de pintura e arquitetura na Escola Nacional de Belas Artes (Enba), Rio de Janeiro, entre 1930 e 1934. Em 1932, realizou seu primeiro projeto de jardim para a residência da família Schwartz, no Rio de Janeiro, a convite do arquiteto Lúcio Costa. Durante a década de 30 ocupou o cargo de diretor de parques e jardins do Recife. Em 1937, retornou ao Rio de Janeiro e trabalhou como assistente de Candido Portinari. Sua paixão por plantas remonta à juventude, quando se interessou por botânica e jardinagem. Em 1949, Burle Marx organizou uma grande coleção, quando adquiriu um sítio de 800.000 m², no Rio de Janeiro. Em companhia de botânicos, realizou inúmeras viagens por diversas regiões do país, para coletar e catalogar exemplares de plantas, reproduzindo em sua obra a diversidade fitogeográfica brasileira.Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil).
Marcel Gautherot
MG
circa 1955

Paisagismo de Burle Marx em residência de Minas Gerais
Archive/Collection: Marcel Gautherot
010BMMG10893.jpg
Paisagismo de Burle Marx em residência de Minas Gerais
Roberto Burle Marx ( SP 1909 RJ 1994) foi paisagista, arquiteto, desenhista, pintor, gravador, litógrafo, escultor, tapeceiro, ceramista, designer de jóias e decorador. Viveu no Rio de Janeiro durante sua infância e, em 1928, foi com a família para a Alemanha. De volta ao Brasil, fez o curso de pintura e arquitetura na Escola Nacional de Belas Artes (Enba), Rio de Janeiro, entre 1930 e 1934. Em 1932, realizou seu primeiro projeto de jardim para a residência da família Schwartz, no Rio de Janeiro, a convite do arquiteto Lúcio Costa. Durante a década de 30 ocupou o cargo de diretor de parques e jardins do Recife. Em 1937, retornou ao Rio de Janeiro e trabalhou como assistente de Candido Portinari. Sua paixão por plantas remonta à juventude, quando se interessou por botânica e jardinagem. Em 1949, Burle Marx organizou uma grande coleção, quando adquiriu um sítio de 800.000 m², no Rio de Janeiro. Em companhia de botânicos, realizou inúmeras viagens por diversas regiões do país, para coletar e catalogar exemplares de plantas, reproduzindo em sua obra a diversidade fitogeográfica brasileira.Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil).
Marcel Gautherot
MG
circa 1955

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