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Vista da aleia das palmeiras a partir do Palácio Guanabara
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista da aleia das palmeiras a partir do Palácio Guanabara
Vista da rua Paissandu em toda a sua extensão, a partir do terraço do palácio Guanabara.
Augusto Malta
Laranjeiras
circa 1920

Terraço do Palácio da Guanabara
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Terraço do Palácio da Guanabara
Dois homens no terraço do Palácio Guanabara.
Augusto Malta
Laranjeiras
circa 1920

Praça do Russel, atual Praça Juarez Tavora
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praça do Russel, atual Praça Juarez Tavora
Entre a avenida Beira-Mar e a rua do Russel.
Augusto Malta
Glória
1928

Convento dos Capuchinhos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Convento dos Capuchinhos
Convento dos Capuchinhos, localizado no alto do Morro do Castelo, na praça de nome São Sebastião. A ordem religiosa foi instalada no local em 1842 e lá permaneceu até 1922, quando teve início a demolição do morro.
Augusto Malta
Morro do Castelo
1 de março de 1921

Parque da República
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Parque da República
Depois de ter sido palco dos eventos que levaram à proclamação da República, em 15 de novembro de 1889, o novo governo trocou o nome de Campo de Santana para Praça da República e ao parque que ali havia desde 1811 igualmente homenageou a nova forma de governo. O parque, aliás, foi inaugurado pelo próprio D.João VI em 1818, por ocasião de seu aniversário. Passou a integrar o cotidiano dos cariocas, e pelo dia, as lavadoras iam trabalhar nos tanques, enquanto à noite o espaço virava ponto de encontro dos estudantes, pelo menos até a chegada da polícia que os debandava. Em torno havia um picadeiro que servia para que os soldados aquartelados ali perto se exercitassem.
Augusto Malta
Praça da República (ou Campo de Santana)
circa 1908

Praça Tiradentes
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praça Tiradentes
A Praça Tiradentes era inicialmente conhecida como Rocio ou Rocio Grande, depois Terreiro da Polé e Campo dos Ciganos (por ter sido um dos primeiros locais em que se instalaram os ciganos na cidade). Em 26 de fevereiro de 1821 foi palco do juramento, por D. João VI, da futura Constituição que seria votada pelas Cortes de Lisboa; a partir daí, mudou o nome para Praça da Constituição. Após a Proclamação da República, ainda em 1889, foi sugerido que mudasse o nome para Praça Tiradentes, prontamente atendido pela Câmara.
Augusto Malta
Praça Tiradentes
circa 1928

Jardins da Glória e Lapa
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardins da Glória e Lapa
Augusto Malta
Glória
circa 1928

Ressaca na Avenida Beira-Mar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ressaca na Avenida Beira-Mar
Augusto Malta
Avenida Beira Mar, em frente ao Passeio Público
circa 1906

Substituição da iluminação pública de gás para lâmpadas incandescentes
Archive/Collection: Brascan - Cem Anos no Brasil
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Substituição da iluminação pública de gás para lâmpadas incandescentes
A partir de 1907, quando a empresa canadense Light ganhou a concessão do governo para distribuir energia elétrica para a cidade, é que a iluminação pública começou a ser modificada, transformando a luz à gás para luz incandescente. Conhecida como polvo canadense pela população carioca, a empresa monopolizou não apenas a distribuição elétrica, mas foi aos poucos tomando conta do transporte público dos bondes e das linhas telefônicas.
Augusto Malta
Praça Mauá ; Centro
1921