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Archive/Collection: Thomaz Farkas
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Thomaz Farkas, a convite do diretor Geraldo Sarno e do zoólogo e compositor Paulo Vanzolini, participou de expedição científica ao rio Negro, na região Norte e Nordeste do Brasil, em 1975.
Thomaz Farkas
Largo de São Sebastião
1975

Vista de Manaus
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Vista de Manaus
A história de Manaus está ligada à Fortaleza de São José do Rio Negro, erguida na segunda metade do século XVII com o objetivo de assegurar o domínio português na região e impedir a descida de invasores holandeses aquartelados no Suriname (ex-Guiana Holandesa). Com o forte, foi se constituindo um povoado ao seu redor, que foi denominado São José da Barra do Rio Negro. O povoado foi elevado à categoria de vila em 1832, quando da criação da Comarca do Alto Amazonas, recebendo o nome de Nossa Senhora da Conceição da Barra do Rio Negro. Em 1848 a vila foi elevada à cidade, mantendo ainda o mesmo nome. Com a transformação do Amazonas em Província, em 1850, a Cidade da Barra tornou-se sua capital e começou a mudar de feições, com a chegada do "progresso" (personificado, entre outros, pela abertura dos rios à navegação e a chegada de navios a vapor, medidas que diminuiriam o isolamento da região em relação ao resto do país). Em 1856 a cidade passou a chamar-se Manaus por iniciativa do deputado José Ignácio Ribeiro do Carmo, que propunha homenagear os Manaó, o mais importante grupo étnico da região. Manaus passou por um período de grande crescimento e desenvolvimento entre 1890 e 1910, na chamada fase áurea da borracha, em que os altos lucros do comércio do látex proporcionaram todos os requintes de uma cidade moderna: implantação de bondes, telefonia, eletricidade, porto flutuante, fontes e monumentos, ruas largas e arborizadas, belos teatros, hotéis e etc.
Albert Frisch
AM
1868

Vista urbana da cidade de Manaus
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0011.jpg
Vista urbana da cidade de Manaus
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. A história de Manaus está ligada à Fortaleza de São José do Rio Negro, erguida na segunda metade do século XVII com o objetivo de assegurar o domínio português na região e impedir a descida de invasores holandeses aquartelados no Suriname (ex-Guiana Holandesa). Com o forte, foi se constituindo um povoado ao seu redor, que foi denominado São José da Barra do Rio Negro. O povoado foi elevado à categoria de vila em 1832, quando da criação da Comarca do Alto Amazonas, recebendo o nome de Nossa Senhora da Conceição da Barra do Rio Negro. Em 1848 a vila foi elevada à cidade, mantendo ainda o mesmo nome. Com a transformação do Amazonas em Província, em 1850, a Cidade da Barra tornou-se sua capital e começou a mudar de feições, com a chegada do "progresso" (personificado, entre outros, pela abertura dos rios à navegação e a chegada de navios a vapor, medidas que diminuiriam o isolamento da região em relação ao resto do país). Em 1856 a cidade passou a chamar-se Manaus por iniciativa do deputado José Ignácio Ribeiro do Carmo, que propunha homenagear os índios Manaós, o mais importante grupo étnico da região. Manaus passou por um período de grande crescimento e desenvolvimento entre 1890 e 1910, na chamada fase áurea da borracha, em que os altos lucros do comércio do látex proporcionaram todos os requintes de uma cidade moderna: implantação de bondes, telefonia, eletricidade, porto flutuante, fontes e monumentos, ruas largas e arborizadas, belos teatros, hotéis e etc.
Albert Frisch
AM
1868

Casario na região do rio Amazonas
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm22-0039.jpg
Casario na região do rio Amazonas
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Tonantins - Une habitation de la ville", na prancha de nº 14.
Albert Frisch
AM
1868

Estação de desembarque de barcos a vapor no rio Amazonas
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Estação de desembarque de barcos a vapor no rio Amazonas
Entre 1850 e 1870 o governo imperial começou a tomar uma série de medidas para fortalecer o vale do rio Amazonas e diminuir o isolamento - geográfico, político e econômico - de Manaus em relação ao resto do país, garantindo assim a integridade do Império. Duas dessas medidas foram a abertura dos principais rios da região a embarcações de qualquer nacionalidade e a introdução da navegação a vapor, cujo monopólio foi cedido em 1852 ao Barão de Mauá. Foi assim estabelecida, a partir de 1853, a primeira linha regular de transporte a vapor na região, ligando a Cidade da Barra do Rio Negro (Manaus) a Belém. A autorização da navegação a vapor era um complemento da lei que criara a Província do Amazonas em 1850, que até então era vinculada à Província do Grão-Pará.
Albert Frisch
AM
circa 1868

Maloca, habitação de indígenas do povo Ticuna
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0009.jpg
Maloca, habitação de indígenas do povo Ticuna
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX.Esta imagem integra a Coleção Alphons Stübel. Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Malocca (rive droite) - Habitations d' Indiens sauvages "Técunas" avec le Cacique ("Tuxaúa") et sa fille; 10 lieues audessous de "Tabatinga [Maloca (margem direita) - Moradias dos indígenas selvagens "Técunas" com o Cacique ("Tuxaúa") e sua filha; 10 léguas abaixo de "Tabatinga"]" , na prancha de nº 4.
Albert Frisch
Província do Alto Amazonas (atual região rio Solimões)
1868

Palácio da Justiça, atual Centro Cultural Palácio da Justiça
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Palácio da Justiça, atual Centro Cultural Palácio da Justiça
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro histórico
circa 1975

Centro histórico
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRAM002-048.jpg
Centro histórico
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro histórico
circa 1975

Aspectos do interior do Teatro Amazonas
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Aspectos do interior do Teatro Amazonas
Localizado no Largo de São Sebastião, região central de Manaus. Foi tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico (Iphan) em 1966 por suas características arquitetônicas
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro histórico
circa 1975

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