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Rua da Cruz, dos Judeus e do Comércio
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua da Cruz, dos Judeus e do Comércio
A Rua da Cruz, uma das típicas do velho Recife, em 1870 rebatizada para Rua do Bom Jesus. Ao fundo o chafariz da água da Encanação, inagurado em 1846.
Augusto Stahl
Rua do Bom Jesus
circa 1855

Sítio do Chacon
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Sítio do Chacon
Sítio do Chacon, pertecente a Eduardo Fenton, distante de Recife 6km. Demolido em 1950, era uma das poucas casas que continha torre de defesa. Livro Augusto Stahl Bia corrêa do Lago pg. 54
Augusto Stahl
Recife
1858

Apipucos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Apipucos
Apipucos com o açude.
Augusto Stahl
Recife
1858

Vista do Manguezal
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Manguezal
O manguezal visto do trem.
Augusto Stahl
Entre Recife e o Cabo de Santo Agostinho
1858

Arredores do Caldereiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Arredores do Caldereiro
Paisagem para o lado do Monteiro. Arredores do Caldereiro, próximo ao engenho de São Pantaleão do Monteiro.
Augusto Stahl
Próximo ao engenho de São Pantaleão do Monteiro
circa 1858

Igreja de Nossa Senhora do Carmo e Convento de Santo Alberto dos Carmelitas
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja de Nossa Senhora do Carmo e Convento de Santo Alberto dos Carmelitas
Foto significativa de Stahl, já que mostra três monumentos da arquitetura religiosa: a capela da ordem terceira do Carmo (1753), o convento Carmelita de Santo Alberto (1666), e o cruzeiro em pedra. Pedro II visitou os monumentos em 1859, quando visitou Recife.
Augusto Stahl
Praça Frei Caneca
circa 1859

Oficinas no Engenho Barbalho
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Oficinas no Engenho Barbalho
Augusto Stahl
Bairro Charneca
1858

Maré Vazante
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Maré Vazante
Fotografia tomada do sítio dos coelhos mostrando o rio Capibaripe, quando acontece a maré vazante.
Augusto Stahl
Coelhos
circa 1859

Basílica de Nossa Senhora da Penha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Basílica de Nossa Senhora da Penha
A Igreja de Nossa Senhora da Penha começou a ser construída, pelos frades capuchinhos franceses, em 1656 e só foi concluída em 1882. Os mais de 200 anos decorridos entre o início e o términos das obras se deu por causa da expulsão dos religiosos do Brasil pela Corte portuguesa. É a única em Recife em estilo coríntio. O culto à Virgem da Penha foi introduzido no Brasil no século XVI.
Autoria não identificada
Bairro de São José
circa 1859