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Vista Panorâmica de Santos
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
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Vista Panorâmica de Santos
O povoamento de Santos começou em 1531, quando os primeiros colonizadores portugueses chegaram à região na expedição de Martim Afonso de Souza. O objetivo de Martim Afonso era distribuir entre os fidalgos que o acompanhavam terras ao redor da Ilha de São Vicente. No ano seguinte foi fundada a Vila de São Vicente, que viria a se tornar a capital da Capitania que levou seu nome. Entre 1532 e 1540 são desbravadas as terras ao longo do rio São Vicente, até que finalmente colonos se estabeleceram na região chamada pelos indígenas de Enguaguaçu, que possuía melhores fontes de água e melhores terras. Foi aí que surgiram os primeiros engenhos da capitania. Em 1540 Brás Cubas, servidor pessoal de Martim Afonso, volta de uma viagem a Portugal e participa ativamente da luta para a expulsão de indígenas que haviam atacado São Vicente em 1534 (por conta desses ataques, foi-se desenvolvendo Enguaguaçu, para onde fugiram as pessoas). Brás Cubas participa do desenvolvimento do povoado, e em 1545 assume o cargo de Capitão-Mor da Capitania de São Vicente, e logo depois deu foro de Vila à Enguaguaçu, transformando-a em Vila do Porto de Santos.
Marc Ferrez
Porto de Santos
circa 1880

Expedição do SPI que estabeleceu os primeiros contatos com o povo Asuriní do Tocantins
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Expedição do SPI que estabeleceu os primeiros contatos com o povo Asuriní do Tocantins
O conjunto de imagens de Gautherot registra os primeiros contatos do SPI e do pessoal da Estrada de Ferro Tocantins com o povo Asurini do Tocantins. Esse contato se deu após uma longa guerra entre os indígenas e os brancos, sobretudo após ataques da EFT às aldeias, a partir de 1945, quando a ferrovia passou às mãos da Fundação Basil Central, o que gerou enorme violência. A busca do Estado por estabelecer vínculos pacíficos começou em 1949 e, por quatro anos, foram diversas as tentativas de contato. Gautherot registrou o que se considera os primeiros contatos com a anuência dos Asuriní, em 1953. O conjunto de fotografias mostra os postos de atração de Pucuruí, Pucuruizinho e Trucará, às margens do Rio Tocantins O grupo indígena dos Assurini de Tocantins são da família linguística tupi-guarani. Em 2012, havia 516 índios Assurini no Tocantins. O nome Asurini vem da língua Juruna e é utilizado para nomear diversos grupos Tupi da região do Tocantins.
Marcel Gautherot
Região do baixo Tocantins
1953

Expedição do SPI que estabeleceu os primeiros contatos com o povo Asuriní do Tocantins
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Expedição do SPI que estabeleceu os primeiros contatos com o povo Asuriní do Tocantins
O conjunto de imagens de Gautherot registra os primeiros contatos do SPI e do pessoal da Estrada de Ferro Tocantins com o povo Asurini do Tocantins. Esse contato se deu após uma longa guerra entre os indígenas e os brancos, sobretudo após ataques da EFT às aldeias, a partir de 1945, quando a ferrovia passou às mãos da Fundação Basil Central, o que gerou enorme violência. A busca do Estado por estabelecer vínculos pacíficos começou em 1949 e, por quatro anos, foram diversas as tentativas de contato. Gautherot registrou o que se considera os primeiros contatos com a anuência dos Asuriní, em 1953. O conjunto de fotografias mostra os postos de atração de Pucuruí, Pucuruizinho e Trucará, às margens do Rio Tocantins O grupo indígena dos Assurini de Tocantins são da família linguística tupi-guarani. Em 2012, havia 516 índios Assurini no Tocantins. O nome Asurini vem da língua Juruna e é utilizado para nomear diversos grupos Tupi da região do Tocantins.
Marcel Gautherot
Região do baixo Tocantins
1953

Expedição do SPI que estabeleceu os primeiros contatos com o povo Asuriní do Tocantins
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Expedição do SPI que estabeleceu os primeiros contatos com o povo Asuriní do Tocantins
O conjunto de imagens de Gautherot registra os primeiros contatos do SPI e do pessoal da Estrada de Ferro Tocantins com o povo Asurini do Tocantins. Esse contato se deu após uma longa guerra entre os indígenas e os brancos, sobretudo após ataques da EFT às aldeias, a partir de 1945, quando a ferrovia passou às mãos da Fundação Basil Central, o que gerou enorme violência. A busca do Estado por estabelecer vínculos pacíficos começou em 1949 e, por quatro anos, foram diversas as tentativas de contato. Gautherot registrou o que se considera os primeiros contatos com a anuência dos Asuriní, em 1953. O conjunto de fotografias mostra os postos de atração de Pucuruí, Pucuruizinho e Trucará, às margens do Rio Tocantins O grupo indígena dos Assurini de Tocantins são da família linguística tupi-guarani. Em 2012, havia 516 índios Assurini no Tocantins. O nome Asurini vem da língua Juruna e é utilizado para nomear diversos grupos Tupi da região do Tocantins.
Marcel Gautherot
Região do baixo Tocantins
1953

Expedição do SPI que estabeleceu os primeiros contatos com o povo Asuriní do Tocantins
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Expedição do SPI que estabeleceu os primeiros contatos com o povo Asuriní do Tocantins
O conjunto de imagens de Gautherot registra os primeiros contatos do SPI e do pessoal da Estrada de Ferro Tocantins com o povo Asurini do Tocantins. Esse contato se deu após uma longa guerra entre os indígenas e os brancos, sobretudo após ataques da EFT às aldeias, a partir de 1945, quando a ferrovia passou às mãos da Fundação Basil Central, o que gerou enorme violência. A busca do Estado por estabelecer vínculos pacíficos começou em 1949 e, por quatro anos, foram diversas as tentativas de contato. Gautherot registrou o que se considera os primeiros contatos com a anuência dos Asuriní, em 1953. O conjunto de fotografias mostra os postos de atração de Pucuruí, Pucuruizinho e Trucará, às margens do Rio Tocantins O grupo indígena dos Assurini de Tocantins são da família linguística tupi-guarani. Em 2012, havia 516 índios Assurini no Tocantins. O nome Asurini vem da língua Juruna e é utilizado para nomear diversos grupos Tupi da região do Tocantins.
Marcel Gautherot
Região do baixo Tocantins
1953

Expedição do SPI que estabeleceu os primeiros contatos com o povo Asuriní do Tocantins
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Expedição do SPI que estabeleceu os primeiros contatos com o povo Asuriní do Tocantins
O conjunto de imagens de Gautherot registra os primeiros contatos do SPI e do pessoal da Estrada de Ferro Tocantins com o povo Asurini do Tocantins. Esse contato se deu após uma longa guerra entre os indígenas e os brancos, sobretudo após ataques da EFT às aldeias, a partir de 1945, quando a ferrovia passou às mãos da Fundação Basil Central, o que gerou enorme violência. A busca do Estado por estabelecer vínculos pacíficos começou em 1949 e, por quatro anos, foram diversas as tentativas de contato. Gautherot registrou o que se considera os primeiros contatos com a anuência dos Asuriní, em 1953. O conjunto de fotografias mostra os postos de atração de Pucuruí, Pucuruizinho e Trucará, às margens do Rio Tocantins O grupo indígena dos Assurini de Tocantins são da família linguística tupi-guarani. Em 2012, havia 516 índios Assurini no Tocantins. O nome Asurini vem da língua Juruna e é utilizado para nomear diversos grupos Tupi da região do Tocantins.
Marcel Gautherot
Região do baixo Tocantins
1953

Série povo Kayapó, barco
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Série povo Kayapó, barco
Os Kayapó são de língua da família Jê. Distribuem-se por 14 grupos, num vasto território que se estende do Pará ao ao Mato Grosso, na região do rio Xingu. Os Kayapó do Pará são considerados atualmente os índios mais ricos do Brasil: exploram o mogno e o ouro. Quem iniciou a expansão capitalista dos Kayapó foi o controvertido cacique Tutu Pompo (morto em 1994). Para isso destitui o lendário Raoni e enfrentou a oposição de outro Kayapó, Paulinho Paiakan.
Marcel Gautherot
PA
1954

Xingú
Arquivo/Coleção: Henri Ballot
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Xingú
Henri Ballot
Parque Indígena do Xingu
1953

Série Xingu - Mulheres se banham na lagoa ao amanhecer
Arquivo/Coleção: Maureen Bisilliat
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Série Xingu - Mulheres se banham na lagoa ao amanhecer
Fotografia integra conjunto realizado ao longo da década de 1970, quando Maureen Bisilliat fez uma série de viagens ao Parque Indígena do Xingu, no estado de Mato Grosso. A motivação para a realização do ensaio partiu do sertanista e amigo Orlando Villas- Bôas, que facilitou seu contato e convivência com diversos povos indígenas da região. Os ensaios, que totalizam cerca de 1250 fotografias coloridas e preto e branco, retratam aspectos do cotidiano, dos rituais, das manifestações culturais e da organização de diferentes etnias da região (Kalapalo, Mehinako, Yudjá/Juruna, entre outros). Em 1975, algumas fotografias da coleção foram expostas na sala Xingu Terra, da 13ª Bienal de São Paulo, marcando a primeira participação indígena no evento. O conjunto também deu origem aos livros Xingu - Detalhes de uma cultura (1978); Xingu - Território Tribal (1979), em parceria com os irmãos Villas-Bôas; e ao documentário Xingu Terra (1979).
Maureen Bisilliat
Parque Indígena do Xingu
circa 1975

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