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Vista Panorâmica de Santos
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
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Vista Panorâmica de Santos
O povoamento de Santos começou em 1531, quando os primeiros colonizadores portugueses chegaram à região na expedição de Martim Afonso de Souza. O objetivo de Martim Afonso era distribuir entre os fidalgos que o acompanhavam terras ao redor da Ilha de São Vicente. No ano seguinte foi fundada a Vila de São Vicente, que viria a se tornar a capital da Capitania que levou seu nome. Entre 1532 e 1540 são desbravadas as terras ao longo do rio São Vicente, até que finalmente colonos se estabeleceram na região chamada pelos indígenas de Enguaguaçu, que possuía melhores fontes de água e melhores terras. Foi aí que surgiram os primeiros engenhos da capitania. Em 1540 Brás Cubas, servidor pessoal de Martim Afonso, volta de uma viagem a Portugal e participa ativamente da luta para a expulsão de indígenas que haviam atacado São Vicente em 1534 (por conta desses ataques, foi-se desenvolvendo Enguaguaçu, para onde fugiram as pessoas). Brás Cubas participa do desenvolvimento do povoado, e em 1545 assume o cargo de Capitão-Mor da Capitania de São Vicente, e logo depois deu foro de Vila à Enguaguaçu, transformando-a em Vila do Porto de Santos.
Marc Ferrez
Porto de Santos
circa 1880

Indígenas em uma canoa
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
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Indígenas em uma canoa
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Grupo de Indígenas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Grupo de Indígenas
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Grupo de Indígenas
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Grupo de Indígenas
Manuel de San Martin
Paraguai
1886

Maloca
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Maloca
Corresponde à décima sexta prancha do álbum "Resultat d’une expédition photographique sur le Solimões ou Alto Amazonas et Rio Negro", publicado por George Leuzinger em 1869. A imagem está colada em cartão, que contém embaixo o titulo "Malocca", a seguinte descrição: (rive gauche) - ou habitations des Indiens sauvages, "Caixanas", à 10 lieues de Tonantins [(margem esquerda) - ou moradias dos índios selvagens, "Caixanas", a 10 léguas de Tonantins].
Albert Frisch
Rio Solimões
1868

Canoa no rio Japurá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Canoa no rio Japurá
Canoa ocupada por indígenas navegando pelo rio Japurá, que nasce em altitudes elevadas ao sul da atual região da Colômbia e banha o estado do Amazonas. Foi um dos primeiros rios amazonenses a ser penetrado. A embarcação vinha de Nova Granada carregada de produtos em viagem por 12 meses, dirigindo-se a Coari para ali vender seus produtos e voltar em seguida pelo Içá.
Albert Frisch
Rio Japurá
circa 1867

Indígenas do povo Aimoré, também conhecido como Botocudo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Indígenas do povo Aimoré, também conhecido como Botocudo
Os Aimoré, também conhecidos como Botocudo, fazem parte de um grupo não-tupi (o Macro-Jê), eram encontrados do sul da Bahia, ao norte do Espírito Santo e no vale do rio Doce. Os primeiros a ter contato com os Aimoré teriam sido os bandeirantes, que iam ao interior em busca de mão-de-obra e riquezas naturais. Foi noticiado, em 1876, que Marc Ferrez havia chegado do sul da Bahia com diversas fotografias de indígenas, então denominados, Botocudo (Revista Ilustração Brasileira, 1º de novembro de 1876, na última coluna).
Marc Ferrez
Sul da Bahia
1876

Indígena do povo Karajá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Indígena do povo Karajá
Os Karajá habitam tradicionalmente as margens do Rio Araguaia, a partir da cidade de Aruanã, no estado de Goiás. Na Ilha do Bananal concentra-se o maior número de aldeias indígenas da região do Araguaia.
Autoria não identificada
Ilha de Bananal
circa 1888

Indígenas do povo Karajá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Indígenas do povo Karajá
Os Karajá habitam tradicionalmente as margens do Rio Araguaia, a partir da cidade de Aruanã, no estado de Goiás. Na Ilha do Bananal concentra-se o maior número de aldeias indígenas da região do Araguaia.
Autoria não identificada
Ilha de Bananal
circa 1888

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