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Colégio Nossa Senhora das Neves
Arquivo/Coleção: Cidades Brasileiras (postais)
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Colégio Nossa Senhora das Neves
Fachada de grande edificação que abriga colégio, com área frontal arborizada. Presença de crianças (alunos) na frente.
Casa Rodrigues
João Pessoa
circa 1930

Rua Maciel Pinheiro
Arquivo/Coleção: Cidades Brasileiras (postais)
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Rua Maciel Pinheiro
Rua com edificações antigas, térreas e assobradadas, com trilho de bonde, fiação elétrica e transeuntes. À esquerda, edifício do Banco do Brasil, e mais adiante, a "Rainha da moda".
Autoria não identificada
Varadouro
circa 1930

Praça Pedro Américo
Arquivo/Coleção: Cidades Brasileiras (postais)
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Praça Pedro Américo
Praça pública arborizada com pequeno coreto ao centro. Grande edificação em uma das quadras laterais e fileira de casinhas em outra. Em um dos cantos da praça, apoiada no chão, tabuleta anuncia provavelmente um filme.
Casa Rodrigues
Centro
circa 1930

Prefeitura Municipal
Arquivo/Coleção: Cidades Brasileiras (postais)
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Prefeitura Municipal
Edificação de dois andares, que abriga a prefeitura municipal, com jardim público frontal e a "Secção dos Correios" à direita.
Autoria não identificada
João Pessoa
circa 1925

Palácio da Presidência
Arquivo/Coleção: Cidades Brasileiras (postais)
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Palácio da Presidência
Vista de palacete, com praça arborizada em frente. Luminárias decorativas sobre pedestais, e transeuntes. Atualmente conhecido como Palácio da Redenção, foi construído em 1586 pelos jesuítas e se mantém ainda hoje como sede do Governo Estadual da Paraíba.
Autoria não identificada
Centro
circa 1930

Morro da Urca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Morro da Urca
Augusto Malta
Urca
circa 1930

Canal do Mangue
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Canal do Mangue
A região onde foi construído o Canal era conhecida como Mangal de São Diogo, uma extensa baixada arenosa, de mangues, formada por diversos rios e um braço de mar que se estendia da atual ponte dos Marinheiros até a Praça Onze. Ficava no caminho para o Engenho Velho, e dificultava a passagem direta para a zona norte da cidade. Em 1835 foi projetado um canal que coletasse a água dos rios que ali desaguavam e para receber a entrada do mar. As obras ficaram prontas em 1860, depois que o Barão de Mauá ganhou uma concessão do Governo Imperial para explorá-las. Estava pronto, assim, o Canal do Mangue. Em 1876 foram feitas limpeza e restauração dos muros e pontes e plantadas palmeiras. Foi também aterrada uma área sobre o mangue, que ficou conhecida como Aterrado.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1930

Flamengo
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Flamengo
Não há consenso entre pesquisadores sobre a origem do nome Flamengo, bairro da zona sul do Rio de Janeiro. Alguns sustentam que deve-se a prisioneiros de guerra holandeses (também chamados flamengos) que moraram na região no século XVI, vindos de Pernambuco. Outros afirmam que o nome deve-se aos flamingos (ou flamengos), belas aves de penugem vermelha que vinham para o Brasil das regiões banhadas pelo Mediterrâneo. A história do bairro começa logo após a chegada dos colonizadores portugueses, já que em 1565, quando Estácio de Sá fundou seu aldeamento no Morro Cara de Cão, já existia uma casa de pedra no Flamengo, provavelmente a primeira deste tipo no Brasil, embora não se saiba sua localização precisa nem quem a construiu. Era aí que ficava a olaria de Villegaignon, que tomou a baía de Guanabara em 1555, aliado aos índios tamoios. O Flamengo só se tornou bairro residencial em meados do século XVIII, e durante o Segundo Reinado e no começo da República era a praia preferida das famílias cariocas para banhos de mar.
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1930

Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Botafogo
Bairro tradicional do Rio desde o século XIX, Botafogo cresceu muito depois de1880, estimulado pela inauguração dos bondes e abertura de novas ruas. A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Os portugueses deram o nome de Francisco Velho, um dos companheiros de Estácio de Sá no Morro Cara de Cão, que se estabeleceu na praia e começou ali uma lavoura. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. João Botafogo ajudou os portugueses nas lutas contra os franceses e, pelos seus serviços, passou a proprietário de terras que iam do litoral até a Quinta da Olaria de São Clemente. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual Rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual Rua Marquês de Abrantes.
Autoria não identificada
Botafogo
circa 1930