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Publicações II: traduções de poesia (polonesa) por Ana Cristina e G.D.;Dias de desterro;Fora da estante;A questão da arte;-;Banero;Arrumando a casa;Dibujo y poesia del Brasil;-;Instituto Souza Leão - 1977;-;Dez artistas que se mataram;Ana Cristina Cesar: die Stille der unruhigen Lyrik;Gatogravuras;-;Olhos de papel numa floresta de espelhos;R-65: Aqui está o número 2...;A teu pés;O brilho da poesia viva;Ana Cristina Cesar In memoriam;Jerrenas;Hadrian VII;Tudo que eu...;-;-;As kamikazes;Muito: dentro da estrela azulada;Santa poesia no Casarão Hermê;Jornal íntimo;Menina;O Mundo: Raniele Mazzili voltou de...;Amor...;Comunidade: Número especial sobre ecumenismo;Curso Guimarães Rosa;O Senhor Cógito, segundo Zbigniew Herbert;Perigo de viver;Ana Cristina, a poesia presente;Rastros de uma passagem luminosa;Ainsi parle une telle qui écrit;O poeta mete o pé na estrada;De volta ao avesso do avesso do avesso;Cantadas literárias;No Folhetim, inéditos de Ana Cristina Cesar;Poesia no banco;Teatro;Contemporâneos acham cedo para avaliar os anos 70;Carta de Paris: au pied de la lettre;Fragmentos;Parce que tu m'as parlé de vice...;[Escrevo só em];Galáxia Vertys: notícias da missão TL-59 pelo piloto XXX
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Carta de Paris: au pied de la lettre
Ensaio
Michel Riaudel
Paris
Século XX

Jardins de Bagatelle
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardins de Bagatelle
A maior parte do tempo entre abril de 1915 e agosto de 1922, Marc Ferrez morou na Europa. Apenas entre fevereiro de 1920 e maio de 1921 voltou a residir no Brasil. Em 1921, em correspondência a Malia, sua nora, Ferrez conta que fez belas fotografias de rosas, em sua visita ao roseiral do Parque de La Bagatelle, no Bois de Boulogne, local que frequentava enquanto seu filho Luciano e Malia estavam com ele em Paris (entre 1919 e 1920). Em 14 de agosto de 1922, Marc voltou para o Rio de Janeiro e faleceu em janeiro de 1923. Em 1912, Ferrez iniciou suas experiências com fotografia colorida, utilizando as placas autocromos Lumière, primeiro processo industrializado para esse fim, lançado comercialmente em 1907 pela fábrica francesa. As primeiras imagens coloridas realizadas nesse período tomadas do interior de sua residência, onde aparecem sua mulher Maria, seu filho Julio, sua nora Claire e seus dois netos, Gilberto e Eduardo. Nesse momento, também refez, a cores, algumas das fotografias de paisagens, edificações e monumentos que se tornaram clássicas em preto e branco, como a Pedra de Itapuca e as vistas do Jardim Botânico. Durante os últimos 10 anos de sua vida, quando fez experiências com fotos coloridas, passou grandes temporadas na Europa: de abril de 1913 a início de 1914, de abril de 1915 a fevereiro de 1920 e de 5 de junho de 1921 a 14 de agosto de 1922 . Foi em 1912 que Ferrez iniciou suas experiências com fotografia colorida, utilizando as placas autocromos Lumière, primeiro processo industrializado para esse fim, lançado comercialmente em 1907 pela fábrica francesa. As primeiras imagens coloridas realizadas nesse período são muito diversas das fotografias panorâmicas e de grandes obras públicas, pelas quais Ferrez se tornou conhecido no século anterior. Tratam-se de tomadas do interior de sua residência, raras testemunhas de sua intimidade familiar, onde aparecem sua mulher Maria, seu filho Julio, sua nora Claire e seus dois netos, Gilberto e Eduardo. Nesse momento, Ferrez também refaz, a cores, algumas das fotografias de paisagens, edificações e monumentos que se tornaram clássicas em preto e branco, como a Pedra de Itapuca e as vistas do Jardim Botânico. Coloridas, entretanto, as imagens ganham outra textura, e sua granulação lhes acrescenta certo caráter intimista, ao invés da grandiosidade e tom clássico da maioria de suas fotografias anteriores.
Marc Ferrez
Paris
junho de 1917

Jardins de Bagatelle
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardins de Bagatelle
Em 1915, nos primeiros meses da longa estada européia de Ferrez, que permanecerá na Europa por cinco anos, serão divididos entre Paris, os Alpes suíços, sobretudo Marecottes, vilarejo onde passará o verão com Julio, Claire, e seus netos e Vichy, onde recorrerá aos famosos banhos termais para sua saúde. Em 1912, Ferrez iniciou suas experiências com fotografia colorida, utilizando as placas autocromos Lumière, primeiro processo industrializado para esse fim, lançado comercialmente em 1907 pela fábrica francesa. As primeiras imagens coloridas realizadas nesse período tomadas do interior de sua residência, onde aparecem sua mulher Maria, seu filho Julio, sua nora Claire e seus dois netos, Gilberto e Eduardo. Nesse momento, também refez, a cores, algumas das fotografias de paisagens, edificações e monumentos que se tornaram clássicas em preto e branco, como a Pedra de Itapuca e as vistas do Jardim Botânico. Durante os últimos 10 anos de sua vida, quando fez experiências com fotos coloridas, passou grandes temporadas na Europa: de abril de 1913 a início de 1914, de abril de 1915 a fevereiro de 1920 e de 5 de junho de 1921 a 14 de agosto de 1922 .
Marc Ferrez
Paris
junho de 1917

Marcel Gautherot, criança
Archive/Collection: Marcel Gautherot
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Marcel Gautherot, criança
Marcel Gautherot nasceu em 14 de julho de 1910 - na Rue Bonaparte, em Paris, na França, filho do pedreiro Albert Félix Gautherot e da operária Alfrédine Apoline Meunier.
Marcel Gautherot
Paris
circa 1915

Marcel Gautherot com a mãe e a irmã Simone, nascida em 1915.
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Marcel Gautherot com a mãe e a irmã Simone, nascida em 1915.
Paris
circa 1915

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Francisco Iglésias (FI)
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Carta
Edla Van Steen
Paris
Século XX

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Francisco Iglésias (FI)
013627.jpg
Carta
Edla Van Steen
Paris
Século XX

-
Arquivo/Coleção: Lygia Fagundes Telles (LFT)
015124.jpg
Fotografia
Congresso de Escritores no Palácio do Presidente
Não identificado
Paris
Século XX

-;-;-;-;-;-;A torcida brasileira;-;-;-;Soneto de substância;-;-;-;Os sete segredos de Curitiba;-;O braço direito: dossiê (D. Matilde cultiva rosas...);-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A enfermaria onde nos metemos;-;-;-;Boa noite;-;Entre as dificuldades...;Sonetos de primeira comunhão;-;Línguas de fogo no Pentecostes...;-;-;-;Eu ia pela rua quando...;-;-;-;-;-;-;-;-;Ai de ti, Copacabana;-;A boca do inferno;-;-;-;Uma cidade nasce às vezes...;-;-;-;Menino de pé descalço...;-;-;-;-;-;-;-;-;Anotações sobre o heroismo;Sempre houve...;-;-;-;-;As densas casuarinas...;-;-;-;Soneto de uma rima só;-;Olavo Bilac e a campanha cívica...;-;-;-;-;-;Après le séjour de M. Geisel (M. Giscard d Estaing a accepté le principe d une visite officielle au Brésil, La presse brésilienne);-;História nova;A próxima semana literária será quase toda ela dedicada ao escritor Otto Lara Resende;-;-;As cores da pátria;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;[O braço direito];Solução britânica;A desgraça inocente;A urna e a cumbuca;Tape-recorder;Texto de Otto Lara Resende;Já uma vez tive ocasião...;-;Canção do ginasta metafísico;Narra relembrando a figura do P. em conversa...;Faz hoje 10 anos...;Giovanni Papini;O braço direito: dossiê (A empregada velha...);A incerta certeza;A incompência bem-vinda...;Valladares [outro nome] ia a pé...;Pernas cruzadas;Nostalgia, essa onda de brutalidade...;Nos primeiros 50 anos, o Brasil...;Euforia e paisagem/Solilóquio chicoalhante;[Entrevista de Luiz Carlos Prestes a Otto Lara Resende];[Clarice Lispector];A arara de luto;A chegada de Tancredo no céu;A fuga para o Brasil;A legalidade democrática;A morte de Alceu Amoroso Lima;A obra;A voz do dono;Ad Immortalitatem;Alguns leitores de ponta;Asma e literatura;Autógrafos;Braga, um recado de primavera;Burguesia e liberalismo;Chers lecteurs...;Tour Eiffel;A procissão;Hesse e a salvação pelo humorismo;Poemas e peidos
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Bilhete
Envio de texto
Luiz Eduardo Borgerth
Paris
Século XX

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