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Zora Braga
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Zora Braga
Zora Seljan (1918 - 2006 ) foi teatróloga, romancista, cronista, colunista e crítica de teatro brasileira. Estudiosa do folclore brasileiro foi especialista em cultura afro. Foi crítica de teatro dos jornais O Globo, O Dia e Diretrizes. Foi casada com os escritores Rubem Braga e Antônio Olinto.
Marcel Gautherot
Amazônia
circa 1950

Macapá
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Macapá
Macapá, capital do Amapá, está localizada na foz do rio Amazonas, em sua margem esquerda. Em 1544 a cidade recebeu o nome de Adelanto de Neuva Andaluzia, por ordem do rei de Espanha Carlos V, numa concessão ao navegante espanhol Francisco Orellana. Do século XVI ao XVIII passaram pela região ingleses, franceses, holandeses e portugueses, sem que nenhum deles tivesse estabelecido um núcleo de povoamento. Foi somente em 1748 que o rei de Portugal D. João V criou a província de Tucujus, que compreendia as áreas de Macapá, Mazagão e cidade do Amapá. O povoamento definitivo deu-se em 1751, quando chegaram os primeiros açorianos na região. Foi Francisco Xavier de Mendonça Furtado, governador do Grão Pará, quem fundou a vila de São José de Macapá. Em 1943 a cidade foi elevada à capital do território federal do Amapá, e considerada a capital do Estado em 1988, quando da criação do Estado do Amapá. Além do rio Amazonas, a cidade possui lagos e lagoas entre seus atrativos naturais. Entre os lagos mais importantes, o Ambé está localizado numa região de campos e igarapés.
Marcel Gautherot
Macapá
circa 1956

Macapá
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Macapá
Macapá, capital do Amapá, está localizada na foz do rio Amazonas, em sua margem esquerda. Em 1544 a cidade recebeu o nome de Adelanto de Neuva Andaluzia, por ordem do rei de Espanha Carlos V, numa concessão ao navegante espanhol Francisco Orellana. Do século XVI ao XVIII passaram pela região ingleses, franceses, holandeses e portugueses, sem que nenhum deles tivesse estabelecido um núcleo de povoamento. Foi somente em 1748 que o rei de Portugal D. João V criou a província de Tucujus, que compreendia as áreas de Macapá, Mazagão e cidade do Amapá. O povoamento definitivo deu-se em 1751, quando chegaram os primeiros açorianos na região. Foi Francisco Xavier de Mendonça Furtado, governador do Grão Pará, quem fundou a vila de São José de Macapá. Em 1943 a cidade foi elevada à capital do território federal do Amapá, e considerada a capital do Estado em 1988, quando da criação do Estado do Amapá. Além do rio Amazonas, a cidade possui lagos e lagoas entre seus atrativos naturais. Entre os lagos mais importantes, o Ambé está localizado numa região de campos e igarapés.
Marcel Gautherot
Macapá
circa 1956

Macapá
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Macapá
Macapá, capital do Amapá, está localizada na foz do rio Amazonas, em sua margem esquerda. Em 1544 a cidade recebeu o nome de Adelanto de Neuva Andaluzia, por ordem do rei de Espanha Carlos V, numa concessão ao navegante espanhol Francisco Orellana. Do século XVI ao XVIII passaram pela região ingleses, franceses, holandeses e portugueses, sem que nenhum deles tivesse estabelecido um núcleo de povoamento. Foi somente em 1748 que o rei de Portugal D. João V criou a província de Tucujus, que compreendia as áreas de Macapá, Mazagão e cidade do Amapá. O povoamento definitivo deu-se em 1751, quando chegaram os primeiros açorianos na região. Foi Francisco Xavier de Mendonça Furtado, governador do Grão Pará, quem fundou a vila de São José de Macapá. Em 1943 a cidade foi elevada à capital do território federal do Amapá, e considerada a capital do Estado em 1988, quando da criação do Estado do Amapá. Além do rio Amazonas, a cidade possui lagos e lagoas entre seus atrativos naturais. Entre os lagos mais importantes, o Ambé está localizado numa região de campos e igarapés.
Marcel Gautherot
Macapá
circa 1956

Macapá
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010APMA10568.jpg
Macapá
Macapá, capital do Amapá, está localizada na foz do rio Amazonas, em sua margem esquerda. Em 1544 a cidade recebeu o nome de Adelanto de Neuva Andaluzia, por ordem do rei de Espanha Carlos V, numa concessão ao navegante espanhol Francisco Orellana. Do século XVI ao XVIII passaram pela região ingleses, franceses, holandeses e portugueses, sem que nenhum deles tivesse estabelecido um núcleo de povoamento. Foi somente em 1748 que o rei de Portugal D. João V criou a província de Tucujus, que compreendia as áreas de Macapá, Mazagão e cidade do Amapá. O povoamento definitivo deu-se em 1751, quando chegaram os primeiros açorianos na região. Foi Francisco Xavier de Mendonça Furtado, governador do Grão Pará, quem fundou a vila de São José de Macapá. Em 1943 a cidade foi elevada à capital do território federal do Amapá, e considerada a capital do Estado em 1988, quando da criação do Estado do Amapá. Além do rio Amazonas, a cidade possui lagos e lagoas entre seus atrativos naturais. Entre os lagos mais importantes, o Ambé está localizado numa região de campos e igarapés.
Marcel Gautherot
Macapá
circa 1956

Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Festa tradicional de Salvador, a lavagem do Bonfim é uma das mais populares e exuberantes da Bahia e simboliza o sincretismo religioso da cidade. Desde o século XVIII, três dias antes da missa de domingo do Bonfim os romeiros se reuniam para lavar a igreja e prepará-la para a celebração. Vestidas de branco, cor de Oxalá, Orixá Nagô, trazendo na cabeça potes de barro pintados de branco e cheios de flores brancas, as baianas lavadeiras vem da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia para a Colina do Bom Jesus, em um cortejo alegre, com música, preces, sinos e foguetórios. Pouco a pouco, os escravos viram na festa católica um meio de louvar Oxalá. Em 1745, a Igreja do Senhor do Bonfim começou a ser construída na Colina do Monte Serrat, apelidada pelos baianos com o nome de Colina Sagrada. Nove anos depois, em 1754, ela ficou pronta e a imagem de Cristo trazida pelo oficial Teodósio Rodrigues de Faria, da cidade de Setúbal - Portugal, foi levada seguida de um grande cortejo, da Igreja da Penha para o templo construído especialmente no bairro do Bonfim. A Lavagem do Bonfim acontece na segunda quinta-feira, após o dia de Reis, comemorado no dia 6 de Janeiro. O cortejo sai da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, seguindo até o alto do Bonfim. Acontece na 2° quinta-feira de janeiro depois do Dia de Reis.
Marcel Gautherot
Entre a Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia e o alto do Bonfim
circa 1961

Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Festa tradicional de Salvador, a lavagem do Bonfim é uma das mais populares e exuberantes da Bahia e simboliza o sincretismo religioso da cidade. Desde o século XVIII, três dias antes da missa de domingo do Bonfim os romeiros se reuniam para lavar a igreja e prepará-la para a celebração. Vestidas de branco, cor de Oxalá, Orixá Nagô, trazendo na cabeça potes de barro pintados de branco e cheios de flores brancas, as baianas lavadeiras vem da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia para a Colina do Bom Jesus, em um cortejo alegre, com música, preces, sinos e foguetórios. Pouco a pouco, os escravos viram na festa católica um meio de louvar Oxalá. Em 1745, a Igreja do Senhor do Bonfim começou a ser construída na Colina do Monte Serrat, apelidada pelos baianos com o nome de Colina Sagrada. Nove anos depois, em 1754, ela ficou pronta e a imagem de Cristo trazida pelo oficial Teodósio Rodrigues de Faria, da cidade de Setúbal - Portugal, foi levada seguida de um grande cortejo, da Igreja da Penha para o templo construído especialmente no bairro do Bonfim. A Lavagem do Bonfim acontece na segunda quinta-feira, após o dia de Reis, comemorado no dia 6 de Janeiro. O cortejo sai da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, seguindo até o alto do Bonfim. Acontece na 2° quinta-feira de janeiro depois do Dia de Reis.
Marcel Gautherot
Entre a Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia e o alto do Bonfim
circa 1961

Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Festa tradicional de Salvador, a lavagem do Bonfim é uma das mais populares e exuberantes da Bahia e simboliza o sincretismo religioso da cidade. Desde o século XVIII, três dias antes da missa de domingo do Bonfim os romeiros se reuniam para lavar a igreja e prepará-la para a celebração. Vestidas de branco, cor de Oxalá, Orixá Nagô, trazendo na cabeça potes de barro pintados de branco e cheios de flores brancas, as baianas lavadeiras vem da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia para a Colina do Bom Jesus, em um cortejo alegre, com música, preces, sinos e foguetórios. Pouco a pouco, os escravos viram na festa católica um meio de louvar Oxalá. Em 1745, a Igreja do Senhor do Bonfim começou a ser construída na Colina do Monte Serrat, apelidada pelos baianos com o nome de Colina Sagrada. Nove anos depois, em 1754, ela ficou pronta e a imagem de Cristo trazida pelo oficial Teodósio Rodrigues de Faria, da cidade de Setúbal - Portugal, foi levada seguida de um grande cortejo, da Igreja da Penha para o templo construído especialmente no bairro do Bonfim. A Lavagem do Bonfim acontece na segunda quinta-feira, após o dia de Reis, comemorado no dia 6 de Janeiro. O cortejo sai da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, seguindo até o alto do Bonfim. Acontece na 2° quinta-feira de janeiro depois do Dia de Reis.
Marcel Gautherot
Entre a Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia e o alto do Bonfim
circa 1961

Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Lavagem de Nosso Senhor do Bonfim
Festa tradicional de Salvador, a lavagem do Bonfim é uma das mais populares e exuberantes da Bahia e simboliza o sincretismo religioso da cidade. Desde o século XVIII, três dias antes da missa de domingo do Bonfim os romeiros se reuniam para lavar a igreja e prepará-la para a celebração. Vestidas de branco, cor de Oxalá, Orixá Nagô, trazendo na cabeça potes de barro pintados de branco e cheios de flores brancas, as baianas lavadeiras vem da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia para a Colina do Bom Jesus, em um cortejo alegre, com música, preces, sinos e foguetórios. Pouco a pouco, os escravos viram na festa católica um meio de louvar Oxalá. Em 1745, a Igreja do Senhor do Bonfim começou a ser construída na Colina do Monte Serrat, apelidada pelos baianos com o nome de Colina Sagrada. Nove anos depois, em 1754, ela ficou pronta e a imagem de Cristo trazida pelo oficial Teodósio Rodrigues de Faria, da cidade de Setúbal - Portugal, foi levada seguida de um grande cortejo, da Igreja da Penha para o templo construído especialmente no bairro do Bonfim. A Lavagem do Bonfim acontece na segunda quinta-feira, após o dia de Reis, comemorado no dia 6 de Janeiro. O cortejo sai da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, seguindo até o alto do Bonfim. Acontece na 2° quinta-feira de janeiro depois do Dia de Reis.
Marcel Gautherot
Entre a Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia e o alto do Bonfim
circa 1961