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Victor Brecheret e sua obra
Arquivo/Coleção: Alice Brill
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Victor Brecheret e sua obra
Victor Brecheret, ao lado de modelo de escultura que, no projeto inicial, integraria o Monumento às Bandeiras. O projeto inicial do monumento incluía quatro blocos que conteriam as "insídias" e os "índios guardiães". O modelo em gesso visto nesta imagem é de um dos índios que acabaram por serem excluídos do projeto original. Foto tomada em galpão-ateliê no Ibirapuera.
Alice Brill
Ibirapuera
circa 1951

Karl Plattner
Arquivo/Coleção: Alice Brill
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Karl Plattner
Alice Brill
São Paulo
circa 1953

Mário Cravo Junior e sua obra "O Cangaceiro"
Arquivo/Coleção: Alice Brill
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Mário Cravo Junior e sua obra "O Cangaceiro"
O escultor Mário Cravo Junior em seu ateliê, ao lado de sua obra 'O Cangaceiro', esculpida em madeira.
Alice Brill
Largo da Barra
1953

Felicia Leirner ao lado de sua obra "Figura Clássica"
Arquivo/Coleção: Alice Brill
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Felicia Leirner ao lado de sua obra "Figura Clássica"
Felicia Leirner em seu atelier, ao lado da obra "Figura Clássica", feita em bronze, com 1,84 metros de altura, realizada em 1950. A obra foi exposta na 1ª. Bienal de São Paulo, em 1951, e encontra-se hoje no Museu Felícia Leirner, em Campos do Jordão. Leirner nasceu em Varsóvia, Polônia, em 1904, e faleceu em Campos do Jordão, em 1996. Mudou-se para o Brasil em 1926, iniciou seus estudos como aluna no ateliê de Victor Brecheret em 1948 e estudou pintura com Yolanda Mohalyi. Casou-se com Isai Leirner, industrial que teve importante papel de mecenato no cenário das artes paulistas na década de 40 e foi um dos fundadores e diretores do Museu de Arte Moderna de São Paulo, além de criador do prêmio Leirner de Artes Visuais. Em 1965, Felicia passou a residir em Campos do Jordão, onde em 1978 foi inaugurado o Museu Felicia Leirner, com 108 esculturas ao ar livre.
Alice Brill
São Paulo
circa 1951

Mario Zanini e sua obra
Arquivo/Coleção: Alice Brill
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Mario Zanini e sua obra
Retrato de Mario Zanini com uma de suas obras. Mario Zanini, filho de imigrantes italianos de procedência humilde, nasceu em 1907, no Cambuci, em São Paulo. Faleceu em 1971, sua última moradia foi em um sobrado da travessa Ana Neri, número 1.113, na Mooca, que lhe serviu de ateliê de 1967 até então.
Alice Brill
São Paulo
circa 1951

Alfredo Volpi e sua obra
Archive/Collection: Alice Brill
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Alfredo Volpi e sua obra
Retrato de Alfredo Volpi diante de uma de suas obras, em sua residência e ateliê no Cambuci. Alfredo Volpi nasceu em Lucca, na Itália, em 14 de abril de 1896, e faleceu em São Paulo em 28 de maio de 1988. Sua família passou a residir em São Paulo em 1897, estabelecendo-se no Ipiranga. Ainda criança, Alfredo estudou na Escola Profissional Masculina do Brás. Mais tarde trabalhou como marceneiro-entalhador e encanador. Em 1911, tornou-se pintor decorador e começou a pintar sobre madeiras e telas. Uma paisagem de 1914 é indicada como sua primeira pintura de cavalete. Casou-se em 1927 com Benedita da Conceição (Judith), que provavelmente serviu de modelo no quadro "Mulata" do Museu de Arte Moderna de São Paulo. Na década de trinta passou a fazer parte do Grupo Santa Helena com vários artistas, como Mario Zanini e Francisco Rebolo, integrando ainda a Família Artística Paulista em 1937. Realizou trabalhos para a Osirarte, empresa de azulejaria criada em 1940, por Rossi Osir.
Alice Brill
Cambuci
circa 1951

Sapateiro e aprendiz
Arquivo/Coleção: Alice Brill
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Sapateiro e aprendiz
Homem e criança trabalhando em oficina de sapataria.
Alice Brill
São Paulo
circa 1953

Internos do Hospital Psiquiátrico do Juquery
Arquivo/Coleção: Alice Brill
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Internos do Hospital Psiquiátrico do Juquery
Internos produzindo no ateliê da Escola Livre de Artes Plásticas do Hospital Psiquiátrico do Juquery. A Escola Livre de Artes Plásticas, anteriormente denominada Seção de Artes Plásticas, foi implementada em 1948. A partir de 1950, passou a ser conduzida pelo médico e psiquiatra Osório Cesar, que já trabalhava no hospital desde 1925. O médico fundamentou as atividades da Escola Livre de modo a possibilitar aos doentes mentais o desenvolvimento de suas potencialidades, que seriam reveladas no ato de criação. Buscava-se com esse trabalho a não interferência nas produções dos pacientes, apenas orientando-os quanto às técnicas e uso de materiais. A Escola chegou a funcionar por cerca de 20 anos, mas foi desativada pelo abandono institucional, após a saída de Osório César. O médico morreria em 1980. Em 1985, o projeto da Escola Livre foi retomado com a inauguração do Museu Osório Cesar, que abriga o conjunto de sua obra.
Alice Brill
Hospital Psiquiátrico do Juquery
1950

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Alice Brill
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Internos do Hospital Psiquiátrico do Juquery
Internos produzindo no ateliê da Escola Livre de Artes Plásticas do Hospital Psiquiátrico do Juquery. A Escola Livre de Artes Plásticas, anteriormente denominada Seção de Artes Plásticas, foi implementada em 1948. A partir de 1950, passou a ser conduzida pelo médico e psiquiatra Osório Cesar, que já trabalhava no hospital desde 1925. O médico fundamentou as atividades da Escola Livre de modo a possibilitar aos doentes mentais o desenvolvimento de suas potencialidades, que seriam reveladas no ato de criação. Buscava-se com esse trabalho a não interferência nas produções dos pacientes, apenas orientando-os quanto às técnicas e uso de materiais. A Escola chegou a funcionar por cerca de 20 anos, mas foi desativada pelo abandono institucional, após a saída de Osório César. O médico morreria em 1980. Em 1985, o projeto da Escola Livre foi retomado com a inauguração do Museu Osório Cesar, que abriga o conjunto de sua obra.
Alice Brill
Hospital Psiquiátrico do Juquery
1950