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Expedição ao Xingu
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm30-0007.jpg
Expedição ao Xingu
Registro de uma das expedições empreendidas pelo explorador alemão Herrmann Meyer, entre 1896 e 1899, à cabeceira do Xingu, com o objetivo de estudar aspectos geológicos, botânicos, zoológicos e etnográficos da região. Meyer chegou ao Brasil com o intuito primordial de pesquisar povos indígenas, e a para a empreitada no norte contou com a ajuda, entre outros, de Carlos Dhein como guia.
Hermann Meyer
Rio Xingu
circa 1895

Petrópolis
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm40-0063.jpg
Petrópolis
Hermann Meyer
Petrópolis
circa 1898

Pernambuco
Archive/Collection: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm40-0065.jpg
Pernambuco
O núcleo primitivo urbano de Recife nasceu com o porto e era constituído originalmente por um conjunto de estreitas ilhas e camboas, resultantes das ações de depósito trazidos pelos rios, correntes marítimas, e do aterro de manguezais. A ocupação era restrita a uma pequena povoação de marinheiros, carregadores e pescadores, e a Vila já estava constituída em 1537. Quando da chegada dos holandeses, no século XVII, Recife era subordinada a Olinda, cidade que abrigava a aristocracia açucareira. Os holandeses estabeleceram-se nas terras baixas de Recife, contribuindo para a ocupação soldados, colonos, habitantes de Olinda (que fora incendiada) e imigrantes judeus. A urbanização da parte central da cidade foi feita a partir de 3 eixos, e foram construídos ainda fortes e redutos para impedir os ataques dos invasores. Com os holandeses, a cidade foi se constituindo como importante centro comercial.
Hermann Meyer
Recife
circa 1898

Rio Ronuro, afluente esquerdo do Xingu
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm41-0002.jpg
Rio Ronuro, afluente esquerdo do Xingu
Hermann Meyer
Rio Ronuro
circa 1898

Queda d’água no rio Jatobá
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm41-0003.jpg
Queda d’água no rio Jatobá
Hermann Meyer
Rio Jatobá
circa 1898

Corredeira no Rio Jatobá, braço esquerdo do Xingu
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm41-0004.jpg
Corredeira no Rio Jatobá, braço esquerdo do Xingu
Hermann Meyer
Rio Jatobá
circa 1898

Rio Jatobá
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm41-0005.jpg
Rio Jatobá
Hermann Meyer
Rio Jatobá
circa 1898

Rio Jatobá
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm41-0006.jpg
Rio Jatobá
Hermann Meyer
Rio Jatobá
circa 1898

Habitação às margens do Rio Cuiabá
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm41-0007.jpg
Habitação às margens do Rio Cuiabá
O rio Cuiabá é inicialmente formado por dois cursos d'água, o Cuiabá do Bonito e o Cuiabá da Larga, que afloram entre as serras azuis e Cuiabá. Quando os dois riachos se encontram, na região de Limoeiro, recebem o nome de Cuiabazinho. Somente após encontrar o rio Manso suas águas dobram de volume e o rio recebe o nome Cuiabá. A história e o desenvolvimento não só da cidade de Cuiabá, mas também do estado do Mato Grosso como um todo, está intimamente ligada ao rio de mesmo nome. Foram às suas margens que estabeleceram-se negros e portugueses, juntando-se aos indígenas que já habitavam a terra. Com a descoberta de ouro no século XVIII o povoado inicial transferiu-se para as margens do rio, e era por ele que chegavam os indivíduos escravizados, alimentos e outros exploradores em busca de riquezas e terras férteis. Segundo historiadores, se não fosse o rio, a tentativa de povoar a região não teria tido sucesso algum.
Hermann Meyer
Rio Cuiabá
circa 1898