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Alcântara
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010MAAL10470.jpg
Alcântara
Alcântara foi durante o século XVIII, devido às lavouras de cana e de algodão, uma cidade rica. Conhecida como "a cidade que parou no tempo", guarda um conjunto de mais de 300 construções coloniais - muitas em ruínas, como a Matriz de São Matias, seu cartão-postal. Sobrados, igrejas e palácios são heranças desse período. Algumas antigas residências que pertenceram aos barões ainda exibem marcas da ostentação, como sacadas de ferro, mirantes e azulejos trazidos de Portugal.
Marcel Gautherot
Alcântara
circa 1955

Alcântara
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010MAAL10471.jpg
Alcântara
Alcântara foi durante o século XVIII, devido às lavouras de cana e de algodão, uma cidade rica. Conhecida como "a cidade que parou no tempo", guarda um conjunto de mais de 300 construções coloniais - muitas em ruínas, como a Matriz de São Matias, seu cartão-postal. Sobrados, igrejas e palácios são heranças desse período. Algumas antigas residências que pertenceram aos barões ainda exibem marcas da ostentação, como sacadas de ferro, mirantes e azulejos trazidos de Portugal.
Marcel Gautherot
Alcântara
circa 1955

Alcântara
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Alcântara
Alcântara foi durante o século XVIII, devido às lavouras de cana e de algodão, uma cidade rica. Conhecida como "a cidade que parou no tempo", guarda um conjunto de mais de 300 construções coloniais - muitas em ruínas, como a Matriz de São Matias, seu cartão-postal. Sobrados, igrejas e palácios são heranças desse período. Algumas antigas residências que pertenceram aos barões ainda exibem marcas da ostentação, como sacadas de ferro, mirantes e azulejos trazidos de Portugal.
Marcel Gautherot
Alcântara
circa 1955

Alcântara
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Alcântara
Alcântara foi durante o século XVIII, devido às lavouras de cana e de algodão, uma cidade rica. Conhecida como "a cidade que parou no tempo", guarda um conjunto de mais de 300 construções coloniais - muitas em ruínas, como a Matriz de São Matias, seu cartão-postal. Sobrados, igrejas e palácios são heranças desse período. Algumas antigas residências que pertenceram aos barões ainda exibem marcas da ostentação, como sacadas de ferro, mirantes e azulejos trazidos de Portugal.
Marcel Gautherot
Alcântara
circa 1955

Vista aérea
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
017BRMA003-036.jpg
Vista aérea
A cidade de Alcântara começou a ser povoada por volta de 1620, e nessa época ainda era chamada Tapuitapera, nome indígena que indicava ser o local uma antiga aldeia dos Tapuia, os quais haviam sido expulsos pelos rivais Tupi. A cidade logo tornou-se importante ponto de ligação fluvial e funcionou como base portuguesa na expulsão dos holandeses de São Luís. Em 1648 foi elevada à vila de Santo Antônio de Alcântara e sua economia, baseada no cultivo da cana, já estava em franca expansão. No século XVIII, notabilizou-se também pela produção de arroz e algodão - além do açúcar - e pela criação de gado, tudo isso impulsionada pela Companhia de Geral de Comércio do Grão-Pará e Maranhão, criada em 1755. O declínio social e econômico de Alcântara teve início em meados do século XIX, com o desenvolvimento de povoados integrantes da capitania de Cumã, sediada na cidade, e se acentuou com a abolição da escravidão. Como reconhecimento de seu valor histórico, a cidade foi tombada pelo IPHAN em 1948.
Augusto Carlos da Silva Telles
Alcântara
1970s

Vista para o porto e para o mar
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Vista para o porto e para o mar
A cidade de Alcântara começou a ser povoada por volta de 1620, e nessa época ainda era chamada Tapuitapera, nome indígena que indicava ser o local uma antiga aldeia dos Tapuia, os quais haviam sido expulsos pelos rivais Tupi. A cidade logo tornou-se importante ponto de ligação fluvial e funcionou como base portuguesa na expulsão dos holandeses de São Luís. Em 1648 foi elevada à vila de Santo Antônio de Alcântara e sua economia, baseada no cultivo da cana, já estava em franca expansão. No século XVIII, notabilizou-se também pela produção de arroz e algodão - além do açúcar - e pela criação de gado, tudo isso impulsionada pela Companhia de Geral de Comércio do Grão-Pará e Maranhão, criada em 1755. O declínio social e econômico de Alcântara teve início em meados do século XIX, com o desenvolvimento de povoados integrantes da capitania de Cumã, sediada na cidade, e se acentuou com a abolição da escravidão. Como reconhecimento de seu valor histórico, a cidade foi tombada pelo IPHAN em 1948.
Augusto Carlos da Silva Telles
Alcântara
1970s