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Edificações e casas
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
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Edificações e casas
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua das Mercês
1970s

Pelourinho
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
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Pelourinho
O pelourinho de Alcântara, uma coluna de pedra instalada na Praça da Matriz, era o local onde eram expostos e castigados os criminosos da cidade. Foi decorado com as armas do Império e é considerado um dos bens mais conservados do país.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça da Matriz
1970s

Ruínas do Convento do Carmo
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Ruínas do Convento do Carmo
O Convento dos Carmelitas foi erguido em 1665 pelos irmãos da ordem dos Carmelitas Calçados, e foi restaurado em 1865 por ordem provincial. A partir de 1890, quando os carmelitas foram despojados de seus bens no Maranhão, o convento foi abandonado e hoje encontra-se em estado de ruínas.
Augusto Carlos da Silva Telles
Alcântara
1970s

Ruínas do Convento do Carmo
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
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Ruínas do Convento do Carmo
O Convento dos Carmelitas foi erguido em 1665 pelos irmãos da ordem dos Carmelitas Calçados, e foi restaurado em 1865 por ordem provincial. A partir de 1890, quando os carmelitas foram despojados de seus bens no Maranhão, o convento foi abandonado e hoje encontra-se em estado de ruínas.
Augusto Carlos da Silva Telles
Alcântara
1970s

Vista aérea
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
017BRMA003-026.jpg
Vista aérea
A cidade de Alcântara começou a ser povoada por volta de 1620, e nessa época ainda era chamada Tapuitapera, nome indígena que indicava ser o local uma antiga aldeia dos Tapuia, os quais haviam sido expulsos pelos rivais Tupi. A cidade logo tornou-se importante ponto de ligação fluvial e funcionou como base portuguesa na expulsão dos holandeses de São Luís. Em 1648 foi elevada à vila de Santo Antônio de Alcântara e sua economia, baseada no cultivo da cana, já estava em franca expansão. No século XVIII, notabilizou-se também pela produção de arroz e algodão - além do açúcar - e pela criação de gado, tudo isso impulsionada pela Companhia de Geral de Comércio do Grão-Pará e Maranhão, criada em 1755. O declínio social e econômico de Alcântara teve início em meados do século XIX, com o desenvolvimento de povoados integrantes da capitania de Cumã, sediada na cidade, e se acentuou com a abolição da escravidão. Como reconhecimento de seu valor histórico, a cidade foi tombada pelo IPHAN em 1948.
Augusto Carlos da Silva Telles
Alcântara
1970s

Vista aérea
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Vista aérea
A cidade de Alcântara começou a ser povoada por volta de 1620, e nessa época ainda era chamada Tapuitapera, nome indígena que indicava ser o local uma antiga aldeia dos Tapuia, os quais haviam sido expulsos pelos rivais Tupi. A cidade logo tornou-se importante ponto de ligação fluvial e funcionou como base portuguesa na expulsão dos holandeses de São Luís. Em 1648 foi elevada à vila de Santo Antônio de Alcântara e sua economia, baseada no cultivo da cana, já estava em franca expansão. No século XVIII, notabilizou-se também pela produção de arroz e algodão - além do açúcar - e pela criação de gado, tudo isso impulsionada pela Companhia de Geral de Comércio do Grão-Pará e Maranhão, criada em 1755. O declínio social e econômico de Alcântara teve início em meados do século XIX, com o desenvolvimento de povoados integrantes da capitania de Cumã, sediada na cidade, e se acentuou com a abolição da escravidão. Como reconhecimento de seu valor histórico, a cidade foi tombada pelo IPHAN em 1948.
Augusto Carlos da Silva Telles
Área portuária
1970s

Vista aérea
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
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Vista aérea
A cidade de Alcântara começou a ser povoada por volta de 1620, e nessa época ainda era chamada Tapuitapera, nome indígena que indicava ser o local uma antiga aldeia dos Tapuia, os quais haviam sido expulsos pelos rivais Tupi. A cidade logo tornou-se importante ponto de ligação fluvial e funcionou como base portuguesa na expulsão dos holandeses de São Luís. Em 1648 foi elevada à vila de Santo Antônio de Alcântara e sua economia, baseada no cultivo da cana, já estava em franca expansão. No século XVIII, notabilizou-se também pela produção de arroz e algodão - além do açúcar - e pela criação de gado, tudo isso impulsionada pela Companhia de Geral de Comércio do Grão-Pará e Maranhão, criada em 1755. O declínio social e econômico de Alcântara teve início em meados do século XIX, com o desenvolvimento de povoados integrantes da capitania de Cumã, sediada na cidade, e se acentuou com a abolição da escravidão. Como reconhecimento de seu valor histórico, a cidade foi tombada pelo IPHAN em 1948.
Augusto Carlos da Silva Telles
Alcântara
1970s

Vista aérea
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
017BRMA003-041.jpg
Vista aérea
A cidade de Alcântara começou a ser povoada por volta de 1620, e nessa época ainda era chamada Tapuitapera, nome indígena que indicava ser o local uma antiga aldeia dos Tapuia, os quais haviam sido expulsos pelos rivais Tupi. A cidade logo tornou-se importante ponto de ligação fluvial e funcionou como base portuguesa na expulsão dos holandeses de São Luís. Em 1648 foi elevada à vila de Santo Antônio de Alcântara e sua economia, baseada no cultivo da cana, já estava em franca expansão. No século XVIII, notabilizou-se também pela produção de arroz e algodão - além do açúcar - e pela criação de gado, tudo isso impulsionada pela Companhia de Geral de Comércio do Grão-Pará e Maranhão, criada em 1755. O declínio social e econômico de Alcântara teve início em meados do século XIX, com o desenvolvimento de povoados integrantes da capitania de Cumã, sediada na cidade, e se acentuou com a abolição da escravidão. Como reconhecimento de seu valor histórico, a cidade foi tombada pelo IPHAN em 1948.
Augusto Carlos da Silva Telles
Alcântara
1970s

Vista aérea
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
017BRMA003-042.jpg
Vista aérea
A cidade de Alcântara começou a ser povoada por volta de 1620, e nessa época ainda era chamada Tapuitapera, nome indígena que indicava ser o local uma antiga aldeia dos Tapuia, os quais haviam sido expulsos pelos rivais Tupi. A cidade logo tornou-se importante ponto de ligação fluvial e funcionou como base portuguesa na expulsão dos holandeses de São Luís. Em 1648 foi elevada à vila de Santo Antônio de Alcântara e sua economia, baseada no cultivo da cana, já estava em franca expansão. No século XVIII, notabilizou-se também pela produção de arroz e algodão - além do açúcar - e pela criação de gado, tudo isso impulsionada pela Companhia de Geral de Comércio do Grão-Pará e Maranhão, criada em 1755. O declínio social e econômico de Alcântara teve início em meados do século XIX, com o desenvolvimento de povoados integrantes da capitania de Cumã, sediada na cidade, e se acentuou com a abolição da escravidão. Como reconhecimento de seu valor histórico, a cidade foi tombada pelo IPHAN em 1948.
Augusto Carlos da Silva Telles
Alcântara
1970s