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Igreja do Carmo (Antiga Sé) e Igreja da Ordem Terceira do Carmo
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Igreja do Carmo (Antiga Sé) e Igreja da Ordem Terceira do Carmo
Inaugurada em 1770, antiga Sé,a Igreja de Nossa Senhora do Monte do Carmo, foi a Catedral do Rio de Janeiro até 1976. Entre os mais importantes acontecimentos ocorridos na Igreja do Carmo, destacam-se os seguintes: a sagração de Dom João VI como rei de Portugal, o casamento de Dom Pedro I com Dona Leopoldina, as sagrações de Pedro I e Pedro II e o casamento da Princesa Isabel com o Conde D´Eu. A Ordem Terceira do Carmo existia no Rio de Janeiro desde o século XVII e ocupava uma capela próxima ao Convento do Carmo. A Ordem decidiu construir uma nova igreja em 1752. O projeto é atribuído ao português Manuel Alves Setúbal, também construtor do edifício, com planta modificada por Frei Xavier Vaz de Carvalho. As obras se estenderam de 1755 a 1770, ficando as torres inacabadas. As torres atuais só foram construídas entre 1847 a 1850 pelo arquiteto Manuel Joaquim de Melo Corte Real.
Marcel Gautherot
Rua Primeiro de Março
circa 1957

Igreja do Carmo (Antiga Sé) e Igreja da Ordem Terceira do Carmo
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Igreja do Carmo (Antiga Sé) e Igreja da Ordem Terceira do Carmo
Inaugurada em 1770, antiga Sé,a Igreja de Nossa Senhora do Monte do Carmo, foi a Catedral do Rio de Janeiro até 1976. Entre os mais importantes acontecimentos ocorridos na Igreja do Carmo, destacam-se os seguintes: a sagração de Dom João VI como rei de Portugal, o casamento de Dom Pedro I com Dona Leopoldina, as sagrações de Pedro I e Pedro II e o casamento da Princesa Isabel com o Conde D´Eu. A Ordem Terceira do Carmo existia no Rio de Janeiro desde o século XVII e ocupava uma capela próxima ao Convento do Carmo. A Ordem decidiu construir uma nova igreja em 1752. O projeto é atribuído ao português Manuel Alves Setúbal, também construtor do edifício, com planta modificada por Frei Xavier Vaz de Carvalho. As obras se estenderam de 1755 a 1770, ficando as torres inacabadas. As torres atuais só foram construídas entre 1847 a 1850 pelo arquiteto Manuel Joaquim de Melo Corte Real.
Marcel Gautherot
Rua Primeiro de Março
circa 1957

Igreja do Carmo (Antiga Sé) e Igreja da Ordem Terceira do Carmo
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJRJ11551.jpg
Igreja do Carmo (Antiga Sé) e Igreja da Ordem Terceira do Carmo
Inaugurada em 1770, antiga Sé, a Igreja de Nossa Senhora do Monte do Carmo, foi a Catedral do Rio de Janeiro até 1976. Entre os mais importantes acontecimentos ocorridos na Igreja do Carmo, destacam-se os seguintes: a sagração de Dom João VI como rei de Portugal, o casamento de Dom Pedro I com Dona Leopoldina, as sagrações de Pedro I e Pedro II e o casamento da Princesa Isabel com o Conde D´Eu. A Ordem Terceira do Carmo existia no Rio de Janeiro desde o século XVII e ocupava uma capela próxima ao Convento do Carmo. A Ordem decidiu construir uma nova igreja em 1752. O projeto é atribuído ao português Manuel Alves Setúbal, também construtor do edifício, com planta modificada por Frei Xavier Vaz de Carvalho. As obras se estenderam de 1755 a 1770, ficando as torres inacabadas. As torres atuais só foram construídas entre 1847 a 1850 pelo arquiteto Manuel Joaquim de Melo Corte Real.
Marcel Gautherot
Rua Primeiro de Março
circa 1957

Ritual Afro-Brasileiro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Ritual Afro-Brasileiro
Macumba é uma designação genérica dada a vários cultos sincréticos praticados comumente no Brasil e fortemente influenciados por religiões como o espiritismo, ocultismo, candomblé, e cultos ameríndios.
Marcel Gautherot
Niterói
circa 1950

Ritual religioso
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Ritual religioso
Macumba é uma designação genérica dada a vários cultos sincréticos praticados comumente no Brasil e fortemente influenciados por religiões como o espiritismo, ocultismo, candomblé, e cultos ameríndios.
Marcel Gautherot
Niterói
circa 1950

Iemanjá
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Iemanjá
Iemanjá, é um orixá africano, cujo nome deriva da expressão Iorubá “Yèyé omo ejá” “Mãe cujos filhos são peixes”. É comemorada em 31 de dezembro e 02 de fevereiro.
Marcel Gautherot
Rio de Janeiro
circa 1950

Iemanjá
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Iemanjá
Iemanjá, é um orixá africano, cujo nome deriva da expressão Iorubá “Yèyé omo ejá” “Mãe cujos filhos são peixes”. É comemorada em 31 de dezembro e 02 de fevereiro.
Marcel Gautherot
Rio de Janeiro
circa 1950

Iemanjá
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJIE02906.jpg
Iemanjá
Iemanjá, é um orixá africano, cujo nome deriva da expressão Iorubá “Yèyé omo ejá” “Mãe cujos filhos são peixes”. É comemorada em 31 de dezembro e 02 de fevereiro.
Marcel Gautherot
Rio de Janeiro
circa 1950

Iemanjá
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RJIE02905.jpg
Iemanjá
Iemanjá, é um orixá africano, cujo nome deriva da expressão Iorubá “Yèyé omo ejá” “Mãe cujos filhos são peixes”. É comemorada em 31 de dezembro e 02 de fevereiro.
Marcel Gautherot
Rio de Janeiro
circa 1950