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Aleia de palmeiras imperiais no Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0102.jpg
Aleia de palmeiras imperiais no Jardim Botânico
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar uma fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. Somente no reinado de D. Pedro I que o jardim tomou ares de Jardim Botânico, sob os cuidados de Frei Leandro do Sacramento, quando a fábrica incendiou-se e não foi mais reerguida.
Georges Leuzinger
Jardim Botânico
circa 1865

Musa Paradisiaca (Bananeira)
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0090.jpg
Musa Paradisiaca (Bananeira)
Apesar de já ter havido muitas controvérsias sobre a origem das bananeiras, hoje sabe-se que elas são provenientes do sul da Ásia. Seu cultivo na Índia data de épocas imemoráveis, tendo inclusive a bananeira recebido diversos nomes em sânscrito. É possível que ela tenha sido trazida pelos europeus desde muito cedo para as Américas.
Georges Leuzinger
RJ
circa 1866

Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0089.jpg
Rio de Janeiro
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1866

Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0088.jpg
Rio de Janeiro
Árvore incluída na série botânica de Leuzinger, em fotografia tirada no Rio de Janeiro.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1866

Mangifera indica (mangueira)
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0087.jpg
Mangifera indica (mangueira)
A mangueira é uma árvore frutífera cuja origem acredita-se ser o sudeste da Índia, Myamar e Bangladesh. Ela é bastante produzida em áreas tropicais e sub-tropicais, nas quais o clima favorece seu desenvolvimento. Seus frutos, chamados de mangas, têm sua origem na palavra malayalam manga, popularizada na Europa pelos portugueses, que conheceram a fruta no estado de Kerala, na Índia.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1866

Café
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0086.jpg
Café
O café é um arbustro ou árvore pequena muito cultivado em países tropicais. Estima-se que seja originário da Etiópia, tendo sido levado para a Arábia (atual Iêmen) entre os séculos XIII e XIV. Os holandeses foram os primeiros a fazer o cultivo comercial do café, primeiro no Sri Lanka, depois em Java , no século XVIII. O café chegou ao Brasil com o jovem oficial Palheta, que trouxe algumas mudas da Guiana Francesa, cumprindo uma missão do governador do Pará. Do Pará o cultivo passou para o Maranhão e, por volta de 1760, chegou ao Rio de Janeiro.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1866

Fourcroya gigante (piteira ou agave) no Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0085.jpg
Fourcroya gigante (piteira ou agave) no Jardim Botânico
A Fourcroya gigantea, popularmente conhecida como piteira ou agave, é uma planta de porte herbáceo, com folhas longas fornecedoras de fibras bastante resistentes. É usada na confecção de cordas, pincéis e escovas.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1866

Fourcroya gigantea (piteira ou agave) no Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0084.jpg
Fourcroya gigantea (piteira ou agave) no Jardim Botânico
A Fourcroya gigantea, popularmente conhecida como piteira ou agave, é uma planta de porte herbáceo, com folhas longas fornecedoras de fibras bastante resistentes. É usada na confecção de cordas, pincéis e escovas.
Georges Leuzinger
Jardim Botânico
circa 1866

Figueira
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0083.jpg
Figueira
As figueiras pertencem ao gênero Ficus, família Moraceae, e em geral são árvores de grande porte, embora existam também arbustos e trepadeiras da mesma espécie. Adapta-se a qualquer tipo de solo e há figueiras de todos os tipos, muitas delas improdutivas ou que geram frutos não comestíveis.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1866