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Floresta da Tijuca
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Floresta da Tijuca
Vista da mata em morro da Tijuca.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1867

Floresta da Tijuca
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Floresta da Tijuca
Vista para a floresta da tijuca.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1867

Palmeira-leque-da-china
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
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Palmeira-leque-da-china
Fotografia da Palmeira Leque da China, no Jardim Botânico.
Georges Leuzinger
Jardim Botânico
circa 1867

Vista da Glória; a partir do Outeiro
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Vista da Glória; a partir do Outeiro
A rua D. Luiza e o Mercado da Glória no primeiro plano. A Glória surgiu por mando do vice-rei Marquês do Lavradio para preparar feiras livres de impostos e normalizar, assim, o abastecimento das capitanias do Rio e de Minas no século XVIII. Em 1857, o bairro foi totalmente remodelado pelo Vereador Haddock Lobo, que levantou novo mercado, este que se vê na fotografia, a fim de dar melhor aparência ao logradouro.
Georges Leuzinger
Glória
circa 1880

Vista do porto e da alfândega
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Vista do porto e da alfândega
Antigo porto e alfândega da cidade, com o canal de acostamento de barcos. O porto havia sido remodelado na primeira metade do século XIX a partir das construções das primeiras grandes docas. Lugar agitado, por onde circulavam estivadores, comerciantes, marinheiros, imigrantes, escravos, capoeiras, foi este porto que recebeu um dos maiores contingentes de africanos em toda América. Era também o maior porto do Brasil de exportação, pois escoava toda a produção de café do Vale do Paraíba.
Georges Leuzinger
Porto da cidade
circa 1886

Montanhas de Teresópolis
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Montanhas de Teresópolis
A Serra dos Órgãos foi batizada por colonizadores portugueses, que associaram o formato dos picos da cadeia de montanhas aos órgãos das igrejas européias. Faz parte da Serra do Mar, que ocupa a costa brasileira do Espírito Santo ao sul de Santa Catarina.
Georges Leuzinger
Teresópolis
circa 1875

Laranjeiras, Cosme Velho e Corcovado (do Morro da Pedreira)
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0044.jpg
Laranjeiras, Cosme Velho e Corcovado (do Morro da Pedreira)
Foto que revela o crescimento de Laranjeiras e sua progressiva urbanização. A rua Nova das Laranjeiras e a Ribeiro de Almeida eram recém construídas. Além disso, a fábrica de tecidos Aliança, fundada em 1870 e localizada onde hoje é a Rua General Glicério, foi um dos fatos mais importantes do bairro na época. A parte alta do bairro recebeu o nome de Cosme Velho por conta de um certo Cosme Velho Pereira, comerciante, que possuía sua chácara no local por volta de 1730.
Georges Leuzinger
Laranjeiras
circa 1875

A Glória e o Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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A Glória e o Pão de Açúcar
Vista da Glória com a baía de Guanabara e o morro do Pão de Açúcar ao fundo. A Glória surgiu por mando do vice-rei Marquês do Lavradio para preparar feiras livres de impostos e normalizar, assim, o abastecimento das capitanias do Rio e de Minas no século XVIII. Em 1857 o bairro foi totalmente remodelado pelo Vereador Haddock Lobo, que levantou um novo mercado, a fim de dar melhor aparência ao logradouro. O Mercado da Glória, no entanto, foi demolido durante as reformas urbanas entre 1903 e 1906. À esquerda da imagem vemos ainda a igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, erguida no século XVIII.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1875

Praia de Botafogo, Corcovado, Gávea e Dois Irmãos
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0055.jpg
Praia de Botafogo, Corcovado, Gávea e Dois Irmãos
Vista da Praia de Botafogo e seu rico casario. Podemos ver ao fundo os morros do Corcovado, Dois Irmãos e a Pedra da Gávea.
Georges Leuzinger
Botafogo
circa 1875