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Pier da fortaleza de São João
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Pier da fortaleza de São João
Forte São João ; Urca
circa 1915

Igreja de Nossa Senhora de Copacabana
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Igreja de Nossa Senhora de Copacabana
Marc Ferrez
Atual Alameda de Circulação do Quartel ; Forte de Copacabana ; Copacabana
circa 1890

Vista do Forte de Copacabana e da praia de Ipanema
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista do Forte de Copacabana e da praia de Ipanema
Jorge Kfuri
Praia de Copacabana
circa 1921

Vista aérea do Forte de Copacabana e das praias de Ipanema e Leblon
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Vista aérea do Forte de Copacabana e das praias de Ipanema e Leblon
Jorge Kfuri
Rio de Janeiro
circa 1921

Procissão de Nosso Senhor dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Procissão de Nosso Senhor dos Navegantes
Tradicional celebração popular, a Procissão de Nosso Senhor dos Navegantes tem origem portuguesa, datando de 1750. O evento inclui duas procissões marítimas: a primeira, no dia 31 de dezembro, faz o percurso Largo da Boa Viagem/Basílica da Conceição da Praia; a segunda, no dia 1º de janeiro – uma das mais populares da cidade – conta com centenas de embarcações acompanhando a Galeota Gratidão do Povo, que conduz a imagem de Nosso Senhor dos Navegantes pelas águas da Baía de Todos-os-Santos, desde o cais do Segundo Distrito Naval até a praia da Boa Viagem. O evento é precedido por tríduo, missa solene e festa de largo, que se transforma em um verdadeiro Réveillon popular na noite de 31 de dezembro e 1º de janeiro.
Marcel Gautherot
Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat
circa 1956

Procissão de Nosso Senhor dos Navegantes
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Procissão de Nosso Senhor dos Navegantes
Tradicional celebração popular, a Procissão de Nosso Senhor dos Navegantes tem origem portuguesa, datando de 1750. O evento inclui duas procissões marítimas: a primeira, no dia 31 de dezembro, faz o percurso Largo da Boa Viagem/Basílica da Conceição da Praia; a segunda, no dia 1º de janeiro – uma das mais populares da cidade – conta com centenas de embarcações acompanhando a Galeota Gratidão do Povo, que conduz a imagem de Nosso Senhor dos Navegantes pelas águas da Baía de Todos-os-Santos, desde o cais do Segundo Distrito Naval até a praia da Boa Viagem. O evento é precedido por tríduo, missa solene e festa de largo, que se transforma em um verdadeiro Réveillon popular na noite de 31 de dezembro e 1º de janeiro.
Marcel Gautherot
Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat
circa 1956

Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat, vista da Igreja
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat, vista da Igreja
Fortaleza ou forte do Monte Serrat ou Mont-Serrat, atualmente Museu de Armas do Exército. A primeira fortificação no local foi erguida entre 1538 e 1587, e era conhecida como Forte de São Felipe. Em forma de polígono irregular, com torreões circulares nos ângulos recobertos por cúpulas, possuía originalmente uma ponte levadiça entre a rampa e o terrapleno e havia no térreo do corpo da guarda dois quartéis flanqueando a entrada. Desenhado de acordo com a escola italiana de fortificações, a fortaleza era responsável, no século XVI, juntamente com as fortalezas de Santo Antônio do Norte e do Sul, por impedir o desembarque de inimigos no porto e nas praias vizinhas à cidade.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua Santa Rita Durão
1970s

Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat visto da Igreja
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Forte de Nossa Senhora de Monte Serrat visto da Igreja
Fortaleza ou forte do Monte Serrat ou Mont-Serrat, atualmente Museu de Armas do Exército. A primeira fortificação no local foi erguida entre 1538 e 1587, e era conhecida como Forte de São Felipe. Em forma de polígono irregular, com torreões circulares nos ângulos recobertos por cúpulas, possuía originalmente uma ponte levadiça entre a rampa e o terrapleno e havia no térreo do corpo da guarda dois quartéis flanqueando a entrada. Desenhado de acordo com a escola italiana de fortificações, a fortaleza era responsável, no século XVI, juntamente com as fortalezas de Santo Antônio do Norte e do Sul, por impedir o desembarque de inimigos no porto e nas praias vizinhas à cidade.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua Santa Rita Durão
1970s

Forte Orange
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Forte Orange
Também conhecido como Forte de Santa Cruz de Itamaracá, foi construído em 1631 pelos holandeses que ocupavam o local naquele momento. O complexo arquitetônico foi tombado pelo Iphan em 1938.
Augusto Carlos da Silva Telles
Baixa Verde
1970s

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