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Parada militar de 7 de setembro na avenida Presidente Vargas
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Parada militar de 7 de setembro na avenida Presidente Vargas
Desfile em comemoração ao dia da independência brasileira, proclamada por D. Pedro I em 7 de setembro de 1822. Destaque para o Palácio Duque de Caxias e para o prédio da Estação Central do Brasil.
Autoria não identificada
Avenida Presidente Vargas ; Centro
circa 1945

Cobertura do condomínio Vitória-Régia
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Cobertura do condomínio Vitória-Régia
Construção da cobertura do condomínio Vitória Régia, na Rua Marquês de Itu.
Hans Gunter Flieg
Rua Marquês de Itu
1956

Soprador de vidro da fábrica Nadir Figueiredo no bairro do Belenzinho
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Soprador de vidro da fábrica Nadir Figueiredo no bairro do Belenzinho
A história da empresa Nadir Figueiredo Ind. e Com. S/A se confunde com a própria história da industrialização no Brasil. Ela começa em 1912 com a iniciativa pioneira e a dedicação de uma família de brasileiros. Nos anos 20, era uma modesta oficina de consertos e vendas de máquinas de escrever e equipamentos elétricos. Na década de 30, com a crise mundial e a Revolução Constitucionalista no Brasil, um dos fornecedores de globos e outras peças de vidro vende sua fábrica para a Nadir S/A. Na década de 40 a empresa já contava com mais de 1.000 funcionários. Quando a II Guerra Mundial termina, em 1945, o Sr. Nadir Figueiredo traz do exterior a mais avançada tecnologia de vidro e princípios técnicos essenciais, até então inovadores no Brasil, e inicia-se a construção da fábrica de vidros. Na década de 50, revoluciona o mercado de alimentos, criando o conceito de copos de vidro como embalagens.
Hans Gunter Flieg
Belenzinho
1953

Rotativa de O Estado de S. Paulo em suas novas instalações, à rua Major Quedinho
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rotativa de O Estado de S. Paulo em suas novas instalações, à rua Major Quedinho
O jornal "O Estado de S. Paulo" lançou seu primeiro número no dia 4 de janeiro de 1875, uma segunda-feira, com o nome de "A Província de São Paulo", um diário de quatro páginas e 2.025 exemplares que saíria com esse nome até 31 de dezembro de 1889. Nasceu do ideal de um grupo de republicanos, dois anos depois da Convenção de Itu. Tipografia e escritório funcionavam na Rua de Palácio, n.º 14, antiga Rua das Casinhas, onde é hoje a Rua do Tesouro. São Paulo tinha então 2.992 prédios e cerca de 20 mil habitantes. Era considerada uma cidade grande, embora se limitasse à área atualmente compreendida entre o Brás e a Praça da República e tinha nos arredores, chácaras e fazendas. Em maio de 1892, a tiragem alcançava 8 mil exemplares. São Paulo pulou de 44 mil habitantes em 1886 para 150 mil em 1894. Não era mais uma cidade só de tropeiros, estudantes e funcionários públicos, como no momento do lançamento de "A Província". Ao longo do tempo a sede do jornal funcionou em diversos locais. Em 1906, a redação funcionava no Palacete Martinico, na Praça Antônio Prado, onde permaneceria até 1929. Neste ano o jornal se mudou para uma sede própria, na Rua Boa Vista, seu endereço nos anos 30 e 40. O prédio da Rua Boa Vista foi vendido e, enquanto se construía a nova sede na esquina das Ruas Major Quedinho e Martins Fontes, a redação e a administração funcionaram temporariamente na Rua Barão de Duprat, de 1947 a 1951.
Hans Gunter Flieg
Centro
1953

Filha de Hildegard, brincando com Anatol Rosenfeld
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
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Filha de Hildegard, brincando com Anatol Rosenfeld
Hildegard Rosenthal
SP
1954

Passeio Público
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Passeio Público
Idealizado pelo vice-rei Luís de Vasconcelos e Souza e construído por Mestre Valentim, o Passeio Público foi construído no século XVIII e logo incorporado ao cotidiano das famílias nobres da cidade, que o fizeram de ponto de encontro. Em meados do século XIX, o Passeio foi revitalizado pelo botânico e paisagista francês Auguste François Glaziou, que reformulou seus jardins mas manteve intocadas as obras de Mestre Valentim.
Revert Henrique Klumb
Rio de Janeiro
1858

Baianas
Archive/Collection: Marcel Gautherot
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Baianas
As baianas são folguedos que compõem o diversificado folclore de Alagoas. Originária do sul de Pernambuco, a manifestação chegou a Alagoas inicialmente como clube de carnaval, fixando-se posteriormente como função natalina. É uma modificação rural do Maracatu, onde elementos do Pastoril e do Coco se misturam a danças e canções de influência religiosa negra.
Marcel Gautherot
Maceió
1952

Baianas
Archive/Collection: Marcel Gautherot
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Baianas
As baianas são folguedos que compõem o diversificado folclore de Alagoas. Originária do sul de Pernambuco, a manifestação chegou a Alagoas inicialmente como clube de carnaval, fixando-se posteriormente como função natalina. É uma modificação rural do Maracatu, onde elementos do Pastoril e do Coco se misturam a danças e canções de influência religiosa negra.
Marcel Gautherot
Maceió
1952

Baianas
Archive/Collection: Marcel Gautherot
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Baianas
As baianas são folguedos que compõem o diversificado folclore de Alagoas. Originária do sul de Pernambuco, a manifestação chegou a Alagoas inicialmente como clube de carnaval, fixando-se posteriormente como função natalina. É uma modificação rural do Maracatu, onde elementos do Pastoril e do Coco se misturam a danças e canções de influência religiosa negra.
Marcel Gautherot
Maceió
1952

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