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Morro e Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Morro e Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres
Morro e Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres, tendo barqueiros no rio São Francisco em primeiro plano. Coutinho, natural de Alagoas, produziu alguns dos mais antigos registros fotográficos do estado.
Abilio Coutinho
AL
1869

Vila de Pão de Açúcar
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Vila de Pão de Açúcar
Quando da viagem à cachoeira Paulo Afonso, em 1859, o Imperador D. Pedro II por lá pernoitou. O início do povoamento aconteceu por volta de 1611, abrigando brancos e índios que vinham da Serra do Aracaré, em Sergipe. Em 1660 as terras que dariam origem ao município (que já haviam pertencido aos índios e a Cristovão da Rocha) foram doadas como sesmaria ao português Lourenço José de Brito Correia. Lourenço instalou então uma fazenda de gado batizada de Pão de Açúcar, devido às fôrmas em que se colocava o açúcar produzido no Brasil para a exportação. Por volta de 1815 as terras foram arrematadas em leilão pela família do padre José Rodrigues Delgado, que deu impulso ao desenvolvimento do povoado. Em 1877 foi elevada à categoria de cidade.
Abilio Coutinho
Rua da Praia
1869

Entrada de Maceió
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Entrada de Maceió
Vista geral de Maceió, feita capital da província em 1839. Teve importante papel no cenário político nacional depois que foi feita capitania independente de Pernambuco, em 1817, sendo palco de uma série de sublevações como a Confederação do Equador (1824), Cabanada (1832/1835) e a Revolução Praieira (1849), entre outras. O nome Maceió teria surgido de um engenho de cana chamado Maçaió, palavra de origem indígena cujo significado é "terra alagada", que era como os índios chamavam a foz do rio Mundaú.
Abilio Coutinho
Maceió
1869

Margem do Rio Cotinguiba
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Margem do Rio Cotinguiba
Margem do Cotinguiba, o principal afluente do rio Sergipe, na cidade de Aracaju. Uma das primeiras cidades planejadas do Brasil, Aracaju foi elevada à capital da Província de Sergipe em 1855. A partir daí, a cidade, que estava instalada no alto da Colina de Santo Antônio, se expande para as margens do rio Sergipe. A cidade abrigou também um importante porto para escoamento da produção de açúcar do Vale do Cotinguiba.
Abilio Coutinho
Rio Cotinguiba
circa 1869

Vila de Pão de Açucar
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Vila de Pão de Açucar
Quando da viagem à cachoeira Paulo Afonso, em 1859, o Imperador D. Pedro II por lá pernoitou. Em 1877 foi elevada à categoria de cidade. O Rio São Francisco foi descoberto logo no começo da colonização, mas suas primeiras povoações datam do fim do século XVI e XVII.
Abilio Coutinho
Rua da Praia
circa 1870