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Palácio de Cristal
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palácio de Cristal
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Menino em jardim de Petrópolis
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Menino em jardim de Petrópolis
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Mulher e crianças em frente à casa
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Mulher e crianças em frente à casa
Marc Ferrez
Centro
circa 1885

Pedra da Gávea, tomada da Floresta da Tijuca
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Pedra da Gávea, tomada da Floresta da Tijuca
Marc Ferrez
Floresta da Tijuca
circa 1885

Menino Indígena de povo não identificado
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Menino Indígena de povo não identificado
Marc Ferrez
MT
circa 1880

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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As irmãs siamesas Rosalina e Maria Davel
No consultório dos doutores Camillo Fonseca e Henrique Morize, foram realizadas experiências radiográficas nas gêmeas siamesas Rosalina e Maria Davel nascidas em 1893, no Espírito Santo, que chegaram ao Rio de Janeiro em junho (A Imprensa, 23 de junho de 1899, na terceira coluna). Elas foram fotografadas por Marc Ferrez em várias posições (O Cachoeirano, 2 de julho de 1899, na última coluna). A cirurgia para separá-las, realizada em 30 de maio de 1900, na Casa de Saúde São Sebastião, no Rio de Janeiro, pelo médico Eduardo Chapot Prevost (1864 - 1907), foi a primeira do gênero que foi bem sucedida em todo o mundo. Maria morreu cinco dias após a cirurgia devido a uma grave infecção e Rosalina viveu até pelo menos 75 anos, tendo casado e tido filhos (A Imprensa, 11 de agosto de 1900, na primeira coluna).
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
1899

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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As irmãs siamesas Rosalina e Maria Davel
No consultório dos doutores Camillo Fonseca e Henrique Morize, foram realizadas experiências radiográficas nas gêmeas siamesas Rosalina e Maria Davel nascidas em 1893, no Espírito Santo, que chegaram ao Rio de Janeiro em junho (A Imprensa, 23 de junho de 1899, na terceira coluna). Elas foram fotografadas por Marc Ferrez em várias posições (O Cachoeirano, 2 de julho de 1899, na última coluna). A cirurgia para separá-las, realizada em 30 de maio de 1900, na Casa de Saúde São Sebastião, no Rio de Janeiro, pelo médico Eduardo Chapot Prevost (1864 - 1907), foi a primeira do gênero que foi bem sucedida em todo o mundo. Maria morreu cinco dias após a cirurgia devido a uma grave infecção e Rosalina viveu até pelo menos 75 anos, tendo casado e tido filhos (A Imprensa, 11 de agosto de 1900, na primeira coluna).
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
1899

Homens, mulheres e crianças, possivelmente escravizados, e o administrador (ou feitor) trabalham em terreiro de secagem de café
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Homens, mulheres e crianças, possivelmente escravizados, e o administrador (ou feitor) trabalham em terreiro de secagem de café
O trabalho escravo e o café eram os dois grandes pilares que sustentavam o Império do Brasil. A escravidão só foi abolida em 1888, sob forte pressão dos grupos abolicionistas e dos próprios escravos, que por meio da fuga, resistência mais recorrente no final do século, minavam pouco a pouco a exploração da sua própria força de trabalho..As fotografias de Ferrez no terreiro de secagem da fazenda Monte Café, assim como outras imagens de trabalhadores escravizados em diversas fazendas, vem sido discutidas recentemente por historiadores e cientistas sociais. Há consenso entre eles ao apontar para o apaziguamento da violência da escravidão nessas fotografias. Ferrez realizou essas imagens por encomenda dos donos das fazendas, e do Centro da Lavoura e do Comercio, entidade dos senhores do café que, entre outros, organizava a propaganda do café brasileiro no exterior, por meio da participação em feiras e eventos mundiais e universais. A composição das fotografias, possivelmente organizada por Ferrez em busca de uma aparente imagem de eficiência e modernidade no trabalho das fazendas, busca de fato apagar as marcas da escravização, base da economia do café e da riqueza dos fazendeiros.
Marc Ferrez
Fazenda Monte Café ; Vale do Paraíba
circa 1882

Avenida Niemeyer; destaque para a Pedra da Gávea ao fundo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Avenida Niemeyer; destaque para a Pedra da Gávea ao fundo
Marc Ferrez
Avenida Niemeyer ; São Conrado
circa 1920

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