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Jequitibá
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Jequitibá
Fotografia da árvore Jequitibá
Georges Leuzinger
Petrópolis
circa 1867

Rua do Imperador
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rua do Imperador
Rua do Imperador, mais tarde 15 de Novembro e novamente do Imperador desde 1986. Era uma das ruas principais da cidade imperial e foi assim nomeada em homegem ao imperador D. Pedro II.
Georges Leuzinger
Petrópolis
circa 1870

Serra D'Estrella
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Serra D'Estrella
Serra da Estrela, com a estrada que leva à cidade de Petrópolis. A construção desse acesso durou de 1842 a 1851, e muitos dos que trabalharam na obra eram alemães recém-chegados para formar uma colônia na região.
Georges Leuzinger
Serra da Estrela
1870

Retiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Retiro
Vale do Retiro, em Petrópolis, vendo-se à esquerda a pedra do Retiro e, à direita, o Seio de Vênus. Localiza-se entre a Reserva Biológica do Alcobaça e a Reserva Biológica de Araras e Tinguá.
Georges Leuzinger
Vale do Retiro
1870

Vista de Petrópolis, vendo-se o Palácio Imperial
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Vista de Petrópolis, vendo-se o Palácio Imperial
Praticamente pronto em 1856, o Pálacio Imperial teve sua arquitetura externa projetada pelo Major Koeler e por Bonini. Projeto audacioso e caro, encantou os súditos brasileiros e alguns estrangeiros, mas foi desdenhado pelo diplomata francês Júlio Itier: "Que projeto sem pés nem cabeça! Só mesmo justificavel no Brasil onde nada há mais apetecível do que tomar-se fresco! Aquele sol árido e montanhoso coisa alguma poderá oferecer, nem mesmo que ali se gaste o que Versailles custou a Luis XIV!".
Georges Leuzinger
Centro
circa 1866

Cascata da Piabanha
Archive/Collection: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Cascata da Piabanha
O rio Piabanha é talvez o mais significativo de Petrópolis e pertence à bacia do rio Paraíba do Sul, a maior do Estado do Rio. Seu nome deriva de um dos principais peixes encontrados na bacia, o piabanha (Brycon insignes), que em tupi significa "o que é manchado".
Georges Leuzinger
Rio Piabanha
circa 1866

Colocasia esculente (taioba ou inhame)
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Colocasia esculente (taioba ou inhame)
Petrópolis foi uma das cidades do interior do Rio de Janeiro a qual Leuzinger visitou em excursões fotográficas. Na imagem, um exemplar de Colocasia esculenta, mais conhecido como taioba (sua folha) ou inhame.
Georges Leuzinger
Petrópolis
circa 1866

Carvoaria no Palatinato Superior
Archive/Collection: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Carvoaria no Palatinato Superior
A carvoaria em Petrópolis se desenvolveu quando os colonos da cidade, em sua maioria europeus, passaram a trabalhar no ramo para garantir sua subsistência. Inicialmente eles transformavam a madeira de seu próprio terreno em carvão vegetal, passando em seguida para as matas da região.
Georges Leuzinger
Petrópolis
circa 1866

Petrópolis. Geonoma Esp. nov. (urucurana)
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Petrópolis. Geonoma Esp. nov. (urucurana)
A urucurana, também conhecida como "sangra-d'água" e "sangue-de-drago" é uma espécie arbórea característica de terrenos muito úmidos e brejosos. Pode ser encontrada, entre outros lugares, na Bahia, Rio de Janeiro e Minas Gerais.
Georges Leuzinger
Petrópolis
circa 1866