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Bambus no Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Bambus no Jardim Botânico
O Jardim Botânico do Rio de Janeiro foi criado, em 13 de junho de 1808, cerca de três meses após o desembarque da família real portuguesa no Brasil, ocorrido em 8 de março de 1808. Foi inaugurado pelo então príncipe regente português Dom João, que havia decidido instalar no local uma fábrica de pólvora e um jardim para aclimatação de espécies vegetais originárias de outras partes do mundo. Em 1912, Ferrez iniciou suas experiências com fotografia colorida, utilizando as placas autocromos Lumière, primeiro processo industrializado para esse fim, lançado comercialmente em 1907 pela fábrica francesa. As primeiras imagens coloridas realizadas nesse período tomadas do interior de sua residência, onde aparecem sua mulher Maria, seu filho Julio, sua nora Claire e seus dois netos, Gilberto e Eduardo. Nesse momento, também refez, a cores, algumas das fotografias de paisagens, edificações e monumentos que se tornaram clássicas em preto e branco, como a Pedra de Itapuca e as vistas do Jardim Botânico. Durante os últimos 10 anos de sua vida, quando fez experiências com fotos coloridas, passou grandes temporadas na Europa: de abril de 1913 a início de 1914, de abril de 1915 a fevereiro de 1920 e de 5 de junho de 1921 a 14 de agosto de 1922 .
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1912

Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardim Botânico do Rio de Janeiro
O Jardim Botânico do Rio de Janeiro foi criado, em 13 de junho de 1808, cerca de três meses após o desembarque da família real portuguesa no Brasil, ocorrido em 8 de março de 1808. Foi inaugurado pelo então príncipe regente português Dom João, que havia decidido instalar no local uma fábrica de pólvora e um jardim para aclimatação de espécies vegetais originárias de outras partes do mundo. Em 1912, Ferrez iniciou suas experiências com fotografia colorida, utilizando as placas autocromos Lumière, primeiro processo industrializado para esse fim, lançado comercialmente em 1907 pela fábrica francesa. As primeiras imagens coloridas realizadas nesse período tomadas do interior de sua residência, onde aparecem sua mulher Maria, seu filho Julio, sua nora Claire e seus dois netos, Gilberto e Eduardo. Nesse momento, também refez, a cores, algumas das fotografias de paisagens, edificações e monumentos que se tornaram clássicas em preto e branco, como a Pedra de Itapuca e as vistas do Jardim Botânico. Durante os últimos 10 anos de sua vida, quando fez experiências com fotos coloridas, passou grandes temporadas na Europa: de abril de 1913 a início de 1914, de abril de 1915 a fevereiro de 1920 e de 5 de junho de 1921 a 14 de agosto de 1922 .
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1912

Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Jardim Botânico do Rio de Janeiro
O Jardim Botânico do Rio de Janeiro foi criado, em 13 de junho de 1808, cerca de três meses após o desembarque da família real portuguesa no Brasil, ocorrido em 8 de março de 1808. Foi inaugurado pelo então príncipe regente português Dom João, que havia decidido instalar no local uma fábrica de pólvora e um jardim para aclimatação de espécies vegetais originárias de outras partes do mundo. Em 1912, Ferrez iniciou suas experiências com fotografia colorida, utilizando as placas autocromos Lumière, primeiro processo industrializado para esse fim, lançado comercialmente em 1907 pela fábrica francesa. As primeiras imagens coloridas realizadas nesse período tomadas do interior de sua residência, onde aparecem sua mulher Maria, seu filho Julio, sua nora Claire e seus dois netos, Gilberto e Eduardo. Nesse momento, também refez, a cores, algumas das fotografias de paisagens, edificações e monumentos que se tornaram clássicas em preto e branco, como a Pedra de Itapuca e as vistas do Jardim Botânico. Durante os últimos 10 anos de sua vida, quando fez experiências com fotos coloridas, passou grandes temporadas na Europa: de abril de 1913 a início de 1914, de abril de 1915 a fevereiro de 1920 e de 5 de junho de 1921 a 14 de agosto de 1922 .
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1912

Portão principal do Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Portão principal do Jardim Botânico
O Jardim Botânico do Rio de Janeiro foi criado, em 13 de junho de 1808, cerca de três meses após o desembarque da família real portuguesa no Brasil, ocorrido em 8 de março de 1808. Foi inaugurado pelo então príncipe regente português Dom João, que havia decidido instalar no local uma fábrica de pólvora e um jardim para aclimatação de espécies vegetais originárias de outras partes do mundo. Em 1912, Ferrez iniciou suas experiências com fotografia colorida, utilizando as placas autocromos Lumière, primeiro processo industrializado para esse fim, lançado comercialmente em 1907 pela fábrica francesa. As primeiras imagens coloridas realizadas nesse período tomadas do interior de sua residência, onde aparecem sua mulher Maria, seu filho Julio, sua nora Claire e seus dois netos, Gilberto e Eduardo. Nesse momento, também refez, a cores, algumas das fotografias de paisagens, edificações e monumentos que se tornaram clássicas em preto e branco, como a Pedra de Itapuca e as vistas do Jardim Botânico. Durante os últimos 10 anos de sua vida, quando fez experiências com fotos coloridas, passou grandes temporadas na Europa: de abril de 1913 a início de 1914, de abril de 1915 a fevereiro de 1920 e de 5 de junho de 1921 a 14 de agosto de 1922 .
Marc Ferrez
Jardim Botânico
circa 1912

Vista aérea da Lagoa Rodrigo de Freitas e do Jardim Botânico
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Vista aérea da Lagoa Rodrigo de Freitas e do Jardim Botânico
Jorge Kfuri
Tomada do bairro do Humaitá
circa 1921

Jardim Botânico, Leblon e Gávea, vistos do alto do Morro do Corcovado; destaque para o Jockey Club do Rio de Janeiro
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
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Jardim Botânico, Leblon e Gávea, vistos do alto do Morro do Corcovado; destaque para o Jockey Club do Rio de Janeiro
Praia do Leblon, morro Dois Irmãos, Jockey Club e Jardim Botânico.
Cosme Velho
circa 1930

Jardim Botânico
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Jardim Botânico
Aleia de palmeiras na rua Jardim Botânico e Corcovado ao fundo.
N Viggiani
Rua Jardim Botânico
circa 1920