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Vila do Cabo
Arquivo/Coleção: Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB)
P015_BR_RJIHGB_156IG_0140.jpg
Vila do Cabo
Stahl & Cia
Cabo de Santo Agostinho, antiga Vila do Cabo
1850 - 1861

Ladeira que leva à Igreja Matriz do Cabo
Arquivo/Coleção: Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB)
P015_BR_RJIHGB_156IG_0138.jpg
Ladeira que leva à Igreja Matriz do Cabo
Stahl & Cia
Cabo de Santo Agostinho, antiga Vila do Cabo
circa 1858

Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos
Arquivo/Coleção: Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB)
P015_BR_RJIHGB_156IG_0136.jpg
Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos
Stahl & Cia
Largo do Bonsucesso
1850 - 1861

Largo da Lapa visto de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0141.jpg
Largo da Lapa visto de Santa Teresa
Em 1775 surgiram na Lapa, o seminário e a Capela de Nossa Senhora da Lapa. Por conta disso, o Largo da Lapa, em frente, ficou conhecido pelos transeuntes como Largo dos Formigões, por conta dos trajes negros dos padres. Já em 1808, o largo que se encontrava abandonado, foi revitalizado com a chegada do convento das Carmelitas que foram desalojadas do Largo do Paço. Ao abrigar as freiras, o convento e a Igreja ficaram conhecidos como Nossa Senhora do Carmo da Lapa do Desterro, em referência ao morro do Desterro que ficava logo em frente, e hoje chama-se Santa Teresa. Com o alvorecer do século XX, a Lapa, outrora bairro nobre, foi perdendo importância no cenário carioca, já que as classes abastadas estavam se mudando para a Zona Sul. Por conta disso, abrigou a boêmia carioca, freqüentada por malandros, capoeiras, prostitutas e artistas.
Marc Ferrez
Lapa
circa 1870

Lapa e Passeio Público, a partir de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0050.jpg
Lapa e Passeio Público, a partir de Santa Teresa
Em 1775 surgiram na Lapa o seminário e a capela de Nossa Senhora da Lapa. Por conta disso, o Largo da Lapa, em frente, ficou conhecido pelos transeuntes como Largo dos Formigões, por conta dos trajes negros dos padres. Já em 1808 o largo, que se encontrava abandonado, foi revitalizado com a chegada do convento das Carmelitas, que foram desalojadas do Largo do Paço. Ao abrigar as freiras, o convento e a Igreja ficaram conhecidos como Nossa Senhora do Carmo da Lapa do Desterro, em referência ao morro do Desterro que ficava logo em frente e hoje chama-se Santa Teresa. Com o alvorecer do século XX, a Lapa, outrora bairro nobre, foi perdendo importância no cenário carioca, já que as classes abastadas estavam se mudando para a Zona Sul. Assim, passou a abrigar a boêmia carioca, sendo freqüentada por malandros, capoeiras, prostitutas e artistas.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1867

Igreja de Santa Luzia
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0047.jpg
Igreja de Santa Luzia
A capela de Santa Luzia foi uma da primeiras a serem construídas no Rio, datando de 1592. Entre 1752 e 1817 sofreu diversas modificações, mas data somente de 1872 a construção da segunda torre. Leuzinger tirou esta foto do mesmo lugar que o aquarelista alemão E. Hildebrandt a pintou em 1844. Atualmente, a praia de Santa Luzia está aterrada.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1865

A Glória vista do Passeio Público
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0046.jpg
A Glória vista do Passeio Público
A Glória surgiu por mando do vice-rei Marquês do Lavradio para preparar feiras livres de impostos e normalizar, assim, o abastecimento das capitanias do Rio e de Minas no século XVIII. Em 1857 o bairro foi totalmente remodelado pelo vereador Haddock Lobo, a fim de dar melhor aparência ao logradouro. Na igreja Nossa Senhora da Glória casaram Eugenie Leuzinger (filha de George Leuzinger ) e Gustav Leon Masset no ano de 1868.
Georges Leuzinger
Rio de Janeiro
circa 1865

Rua Direita e Capela Imperial
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0036.jpg
Rua Direita e Capela Imperial
Tanto a capela Imperial como a igreja do Carmo surgiram no século XVIII, e juntamente com o Paço compõem o largo Dom Pedro II. A capela foi palco do casamento de Pedro I com Leopoldina e da sagração do próprio Pedro I e de seu filho, Pedro II. No século XX tornou-se a catedral metropolitana do Rio de Janeiro. Ali perto também morou o rico comerciante Francisco Telles de Menezes, que deu origem ao Arco do Telles.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1865

O chafariz de Mestre Valentim e as igrejas do Carmo e Capela Imperial
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0035.jpg
O chafariz de Mestre Valentim e as igrejas do Carmo e Capela Imperial
Monumental chafariz de Mestre Valentim, uma das poucas peças coloniais que resistiu à força modernizadora do começo do século XX. Considerado obra prima no trabalho de cantaria, foi construído entre 1780 e 1789, e figurou por quase um século como principal chafariz da cidade. Ao fundo, aparecem a Capela Imperial e a Igreja do Carmo.
Georges Leuzinger
Praça D. Pedro II, atual praça 15 de Novembro
circa 1865

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