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Pedra de Itapuca
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Pedra de Itapuca
Georges Leuzinger
Praia das Flechas
circa 1865

Vista de Niterói, antiga Praia Grande
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Vista de Niterói, antiga Praia Grande
Georges Leuzinger
Atual Rua Doutor Araújo Pimenta ; Ingá
circa 1866

Vista da Baía de Guanabara a partir de Niterói
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Vista da Baía de Guanabara a partir de Niterói
Georges Leuzinger
Ponta D'Areia
circa 1866

Porto do Méier
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Porto do Méier
Na fotografia original existe menção à Vila Real da Praia Grande, que em 1835 passou a se chamar Nictheroy.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1866

Vista da cidade de Niterói
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Vista da cidade de Niterói
Na fotografia original existe menção à Vila Real da Praia Grande, que em 1835 passou a se chamar Nictheroy.
Georges Leuzinger
Niterói
circa 1866

São Domingos e a Embarcadeira
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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São Domingos e a Embarcadeira
Na fotografia original existe menção à Vila Real da Praia Grande, que em 1835 passou a se chamar Nictheroy.
Georges Leuzinger
São Domingos
circa 1866

São Domingos e a embarcadeira
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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São Domingos e a embarcadeira
São Domingos e a embarcadeira, com a vista do Rio de Janeiro ao fundo (destacando-se seus morros). O bairro, um dos mais antigos de Niterói, era área pertencente à Sesmaria dos índios. Foi ocupado pelo colonizador português, que em suas terras estabeleceu uma plantação de cana de açúcar e um engenho, além de fundar uma pequena igreja, a atual Igreja de São Domingos. Por volta de 1816, uma visita de D. João VI impulsionou o desenvolvimento do povoado fundado em torno do Largo de São Domingos. Um Alvará Régio elevava o povoado à condição de Vila Real, estabelecendo sua sede em São Domingos da Praia Grande. No entanto, por ser a área do largo pequena para o estabelecimento de prédios como o da Câmara e o da Cadeia, a sede da Vila foi deslocada para outro local, conhecido como antigo Campo de Dona Helena. A praia de São Domingos foi importantes porto de embarque e desembarque de vapores que faziam a comunicação entre o Rio e Niterói.
Georges Leuzinger
São Domingos
circa 1866

Boa Viagem e entrada da barra do Rio
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Boa Viagem e entrada da barra do Rio
Boa Viagem, às margens da Baía de Guanabara, possui uma topografia bastante peculiar: morros cobertos de vegetação, ilhas e fonte de água potável próxima à praia de águas tranqüilas. A ilha da Boa Viagem, com seu relevo erodido, pequenas grutas e coberta de vegetação, possui muito boa localização em relação à entrada da Baía de Guanabara. De lá pose-se avistar as embarcações que chegam ou saem da baía. Foram instalados na Ilha a Igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem (construída no século XVII), um fortim (chamado Bateria da Boa Viagem) e a Escola de Aprendizes Marinheiros (que somente funcionou de 1840 a 1846). O seu sítio é um dos principais monumentos da história de Niterói, por suas edificações e caminhos escavados na pedra.
Georges Leuzinger
Praia de Boa Viagem
circa 1866

Caminho de Boa Viagem
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Caminho de Boa Viagem
No século XIX havia um projeto que previa a construção em Boa Viagem de um caminho pela a orla da baía, ligando a Ponta D’Areia a São Francisco. Este caminho acabou modificando um pouco da paisagem natural da região, provocando o aterramento de algumas áreas entre o Pontal do Gragoatá e a praia da Boa Viagem, resultando no desaparecimento de algumas praias.
Georges Leuzinger
Praia de Boa Viagem
circa 1866