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Missa campal celebrada em ação de graças pela Abolição da escravatura no Brasil
Arquivo/Coleção: Dom João de Orleans e Bragança
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Missa campal celebrada em ação de graças pela Abolição da escravatura no Brasil
A missa campal do dia 17 de maio de 1888 foi um dos festejos pela Abolição da Escravatura organizada pela Comissão Central da Imprensa Fluminense. Seus integrantes estão identificados na foto, presumivelmente, usando uma faixa na qual se pode ler a palavra imprensa. Além destes, conforme indicações de leitores e estudiosos do portal d’a Brasiliana Fotográfica, encontram-se na foto: Princesa Isabel (1846-1921); Luis Filipe Maria Fernando Gastão de Orléans - o conde d´Eu (1842-1922); Machado de Assis (1839-1908); Thomaz José Coelho de Almeida (1838-1895); Rodrigo Silva (1833-1889); José Fernandes da Costa Pereira Junior (1833-1899); João Alfredo Correia de Oliveira (1835-1919); Maria José Velho de Avelar - a Baronesa de Muritiba (1851-1932); Maria Amanda de Paranaguá Dória - a Baronesa de Loreto (1849-1931); Leôncio Correia, poeta, jornalista e estadista paranaense (1865-1950) e Fernando Mendes de Almeida (1845-1921). Ainda, possivelmente encontram-se na imagem: Ângelo Agostini (1843-1910); José Miranda da Silva Reis – o Barão de Miranda Reis (1824-1903); José do Patrocínio (1854-1905); José Ferreira de Souza Araújo - conhecido como Ferreira Araujo(1848-1900); Marechal Hermes Ernesto da Fonseca (1824-1891). Além destes, supostamente, os sacerdotes presentes eram: padre Cassiano Coriolano Collona (celebrante da missa), padre-mestre Escobar de Araújo (vigário de São Cristóvão); e os padres Castelo Branco e Telemaco de Souza Velho.
Antonio Luiz Ferreira
Campo de São Cristóvão
17 de maio de 1888

Vista de Recife
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Vista de Recife
O núcleo primitivo urbano de Recife nasceu com o porto e era constituído originalmente por um conjunto de estreitas ilhas e camboas, resultantes das ações de depósito trazidos pelos rios, correntes marítimas, e do aterro de manguezais. A ocupação era restrita a uma pequena povoação de marinheiros, carregadores e pescadores. A partir de 1537 a vila é constituída. Quando da chegada dos holandeses, no século XVII, Recife era subordinada a Olinda, cidade que abrigava a aristocracia açucareira. Os holandeses estabeleceram-se nas terras baixas de Recife, contribuindo para a ocupação soldados, colonos, habitantes de Olinda (que fora incendiada) e imigrantes judeus. A urbanização da parte central da cidade foi feita a partir de 3 eixos, e foram construídos fortes e redutos para impedir os ataques dos invasores. Com os holandeses, a cidade foi se constituindo como importante centro comercial.
Autoria não identificada
Recife
circa 1875

Rua no Pará
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Rua no Pará
A capital do Pará foi fundada em 12 de janeiro de 1616 pelo explorador português Francisco Caldeira Castello Branco, que desembarcou na região da Cidade Velha (hoje um dos bairro da cidade) comandando uma missão religiosa e militar. O objetivo da expedição era conquistar a foz do rio Amazonas. Belém era considerada um importante marco estratégico para a coroa portuguesa.
Autoria não identificada
Belém
circa 1875

Rua no Pará
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Rua no Pará
A capital do Pará foi fundada em 12 de janeiro de 1616 pelo explorador português Francisco Caldeira Castello Branco, que desembarcou na região da Cidade Velha (hoje um dos bairro da cidade) comandando uma missão religiosa e militar. O objetivo da expedição era conquistar a foz do rio Amazonas. Belém era considerada um importante marco estratégico para a coroa portuguesa.
Felipe Augusto Fidanza
Belém
circa 1875

Rua no Pará
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Rua no Pará
A capital do Pará foi fundada em 12 de janeiro de 1616 pelo explorador português Francisco Caldeira Castello Branco, que desembarcou na região da Cidade Velha (hoje um dos bairro da cidade) comandando uma missão religiosa e militar. O objetivo da expedição era conquistar a foz do rio Amazonas. Belém era considerada um importante marco estratégico para a coroa portuguesa.
Felipe Augusto Fidanza
Belém
circa 1875

Vista do porto e da alfândega
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Vista do porto e da alfândega
Antigo porto e alfândega da cidade, com o canal de acostamento de barcos. O porto havia sido remodelado na primeira metade do século XIX a partir das construções das primeiras grandes docas. Lugar agitado, por onde circulavam estivadores, comerciantes, marinheiros, imigrantes, escravos, capoeiras, foi este porto que recebeu um dos maiores contingentes de africanos em toda América. Era também o maior porto do Brasil de exportação, pois escoava toda a produção de café do Vale do Paraíba.
Georges Leuzinger
Porto da cidade
circa 1886

Rua do Bom Jesus, tendo ao fundo a Torre Malakoff
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Rua do Bom Jesus, tendo ao fundo a Torre Malakoff
Inicialmente, ficou conhecida como Rua do Bode (Bockestraet). Durante do domínio holandês, tornou-se a via predileta dos israelitas, passando a ser chamada Rua dos Judeus. Quando eles deixaram Pernambuco, foi denominada de Rua da Cruz. Há indicações de que, nesse período, também teve o nome de Rua dos Mercadores, porém apenas no trecho da Rua da Cadeia e da Siculé, atualmente Marques de Olinda e Barbosa Lima, respectivamente. Em 1870, foi aprovado pelo Conselho Municipal o nome de Bom Jesus, proposto pelo Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano. A Rua do Bom Jesus vai da Avenida Marques de Olinda até a praça Artur Oscar.
Moritz Lamberg
Avenida Marques de Olinda
circa 1880

Rua da Cruz
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Rua da Cruz
Inicialmente, ficou conhecida como Rua do Bode (Bockestraet). Durante do domínio holandês, tornou-se a via predileta dos israelitas, passando a ser chamada Rua dos Judeus. Quando eles deixaram Pernambuco, foi denominada de Rua da Cruz. Há indicações de que, nesse período, também teve o nome de Rua dos Mercadores, porém apenas no trecho da Rua da Cadeia e da Siculé, atualmente Marques de Olinda e Barbosa Lima, respectivamente. Em 1870, foi aprovado pelo Conselho Municipal o nome de Bom Jesus, proposto pelo Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano. A Rua do Bom Jesus vai da Avenida Marques de Olinda até a praça Artur Oscar.
Moritz Lamberg
Avenida Marques de Olinda
circa 1880

Vista de Navios Atracados
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Vista de Navios Atracados
Moritz Lamberg
Porto
circa 1880

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